Para os fiéis leitores que continuam acessando o finado subversiva, vai o endereço do outro blog: http://indecencias.blogsome.com.
Amém.
Posted by subversiva at 04:08 PM | 2 Comentário (s)
A mãe do Lucas é jornalista, desalmada e perigosa. Corinthiana praticante, costuma ir a estádios sempre que possível, mas prefere que os jogos ocorram no Pacaembu. Acha trufas tradicionais o presente ideal. Frustrada por não ter feito Kung Fu e não saber andar no teto, alimenta uma vontade quase secreta de ser como o Bruce Lee. Mesmo adepta do No Gods, No Masters, assume uma ponta de admiração por Chaves e Charles Bronson. Bebe e pratica terrorismo socialmente. Enorme capacidade de envolver-se em relacionamentos problemáticos. Escritora de portas-de-banheiro universitárias. Atualizadora de blogs. Terror do desenvolvimento sustentável. Grande asco de abraçadores-oficiais-de-árvores.
Para os fiéis leitores que continuam acessando o finado subversiva, vai o endereço do outro blog: http://indecencias.blogsome.com.
Amém.
Posted by subversiva at 04:08 PM | 2 Comentário (s)
Passei por aqui para deixar dois recados: eu tenho um novo blog e quem quiser saber qual é me manda um e-mail para subversiva@gmail.com que eu passo o endereço. Eu eu preciso de frilas ou um emprego divertido urgentemente. Alguém me dá?
Posted by subversiva at 11:44 AM | 2 Comentário (s)
Outro dia mesmo o Junior comentava que o que acabava com um blog era o amor. Bastou a pessoa estar apaixonada para não escrever mais, ou escrever "axxim", "miguxos", "tinhamu". Ou contar histórias sem sentido, que só quem está apaixonado acha engraçadinhas. Ou achar que só o amor constrói.
Eu, particularmente como minha opinião no meu ponto-de-vista de mim mesma, não acho nada disso. Ele pode até ter razão: os romances tornam os blogs 100 vezes mais enfadonhos (e aí até os seus leitores mais fiéis, que sempre torceram pelo seu desencalhe e sua felicidade, costuram seu nome na boca do sapo e fazem urucubaca só para o fim do relacionamento e o retorno dos posts azarados e cheios de graça), mas não é isso que decreta o seu fim.
Mesmo porque, no meu caso particular de mim mesma, os relacionamentos não passavam dos três meses e logo o blog voltava com força total. Dessa vez pode ser diferente ou pode não ser, mas depois de três anos o Subversiva chega ao fim.
E chega ao fim mesmo, diferente de outras vezes que eu cogitei a possibilidade de me divorciar do blog e dos leitores. Foi uma época boa, de posts engraçados, ou não, bonitos, ou não, sérios, ou não. De acordo com o olho de quem lesse. Por causa do blog, eu conheci gente legal, estreitei laços com quem pensava parecido, macumbei pessoas que pensavam diferente. Macumbei mesmo e, por favor, morram.
O Subversiva começou com um leitor (eu mesma), depois com dois (o Júlio), passou para três (a minha mãe) e assustadoramente ultrapassou os 400 acessos (que medo), sendo a leitura de pessoas famosas, como Ray Charles e Geraldo Magela, (brincadeira, mas o Leo Jaime lia isso aqui) e importantes como a minha chefe (obrigada Maju por não ter me demitido todas às vezes em que meti o pau no Terceiro Setor - e vou continuar falando mal, diga-se de passagem). Enfim, o Subversiva foi lido pelas melhores e piores pessoas (odeio o Geraldo Magela) do meu universo particular de mim mesma.
Depois que coloquei um contador, pude ver que ele era acessado até na Arábia Saudita, passando pelas Filipinas, Austrália, Áustria, Turquia, Suíça e outros 20 países, além dos 2987 acessos de lugares que o Webstat não consegue identificar no Mapa, como Gana e Costa do Marfim. Aí eu enchi meu blog de figuras.
Então, após três anos de vida e essas marcas impressionantes (me dêem os parabéns), eu decidi matar a criança. E não é por causa do amor e da vida feliz (respirem aliviados (as), ex-namorados e ex-namoradas - não minhas -, ainda não casei) porque o que mata mesmo um blog são esses nerdizinhos que invadem o blog alheio e transmitem vírus para máquinas de leitores legais (mesmo quando eles chegam na caixinha de comentários cheios de areia e penas de galinha preta, voltando de terreiros e com perguntas como: "Mas porque acabou o namoro? O que foi que aconteceu?") e de pessoas subversivas.
Enfim, antes que o William Bonner dê "boa noite" e a redação do JN faça um minuto de silêncio, eu me despeço, agradecendo por todos os comentários e por todo o tempo que perderam, ou não, lendo esses textos pretensiosos e cheios de erros de ortografia. Volto, mas não nesse endereço e depois que conseguir uma url legal, em algum provedor legal, com um layout legal feito pela ex do Eric que é super legal.
Beijocas e paçocas
Subversiva
NOTA: Pode ser só uma brincadeira, mas, por favor, passem o anti-vírus.
NOTA1: Quando eu tiver um novo blog, para quem interessar possa, coloco o endereço aqui.
Posted by subversiva at 09:22 AM | 23 Comentário (s)
Posted by subversiva at 04:08 PM | 1 Comentário (s)
CC: De que forma o senhor sente a presença da “minoria branca”?
CL: Eu certamente pertenço à minoria branca, mas sou pequeno-burguês. Servi à minoria branca. Eu sou um homem que vive do trabalho e fui advogado em uma grande instituição financeira. E não me arrependo. Ao contrário, acho que fui muito útil no meu trabalho naqueles anos todos. A nossa minoria branca fecha-se em torres de marfim. Agora, por exemplo, descobriu a responsabilidade social. O que ela gasta nos seus impressos sobre responsabilidade social salvaria todas as crianças pobres do Brasil. A minoria branca precisa parar de ser cínica, ela tem de ser realista, abrir os olhos e deixar de ser hipócrita. E não fazer fundações para seus filhos. A fundação americana pensa na grande sociedade, afasta-se dos seus fundadores e passa a ter funcionários que pensam na realidade do mundo e dos Estados Unidos. No Brasil, não. Eles se fecham em si mesmos e se acham excepcionalmente úteis à sociedade, preservando os seus filhos no interior de suas fundações. Isso não dá. Isso é cinismo, é brasileiro. A minoria branca só pensa nos seus familiares, e vai aos palácios pedir. Está sempre pedindo alguma coisa do governo. Precisa acabar com isso no Brasil.CC: E o que o senhor diz à minoria branca quando ela vem ao palácio pedir?
CL: Eu ofereço um cafezinho e digo que bom que você está aqui. Ponto, e basta.
Posted by subversiva at 11:23 AM | 4 Comentário (s)
Posted by subversiva at 03:27 PM | 6 Comentário (s)
Peguei do Franz que pegou de mim sei lá quando. Para passar o tempo.
- ATUALMENTE -1. pela primeira vez, cogitando a possibilidade de verdade
Posted by subversiva at 02:14 PM | 9 Comentário (s)
Na rodoviária Tietê, voltando de Campinas:
- Cheguei, amor.
- Onde você está?
- Estou no desembarque.
- Onde? Eu também estou no desembarque.
- Saindo da plataforma agora.
- Eu estou perto de um ônibus azul, Lê.
*olha ao redor, milhares de ônibus azuis*
- Olha para frente, Santini. Tem uma Casa do Pão de Queijo?
- Não. Eu estou perto da escada rolante.
- Eu estou com a mão na escada rolante, ué.
- Eita. Peraí que tem outra escada rolante. Vou até lá. Aliás, você tem noção de que a gente pode ficar perdido por mais de uma hora né?
20 minutos depois...
- Não consigo te ver, Lê.
- Nem eu, poxa. Onde você está tem muita gente?
- Não, aqui está vazio.
- Caramba, aqui é a sucursal do inferno de tanta gente!
- Faz assim, vamos subir a escada rolante e a gente se encontra lá em cima.
*sobe escada*
- Pronto, cheguei aqui. Cadê você, Santini?
- Estou aqui também, mas não estou te vendo.
20 minutos depois...
- Não é possível, Santini. Você tem certeza de que está na Rodoviária Tietê?
- TIETÊ????? EU VIM TE BUSCAR NA BARRA FUNDA, PÔ!!!!
*********************************************
Duas horas depois, eu ainda esperava o Nino no Tietê.
- Nino, cadê você?
- AI, PASSEI A PONTE! PUTA QUE PARIU, EU TÔ NO PARIIIIIIIIIIIIIII.
A tampa da panela, sabe?
Posted by subversiva at 11:08 AM | 4 Comentário (s)