Entries for November, 2003

November 2nd, 2003

Sem paciência...

... para postar. Na verdade, nada de novo no meu fim-de-semana: ia no cinema e não tinha cinema nenhum por perto passando o "Era uma vez no México", ia andar de bike e choveu, ia para o jogo e meu amigo não vai mais de carro, ia... ia... ia... acabei conectando na internet e conversando com o Teco que também "ia" um monte de coisas, mas não foi. Até o sono vencer o Teco, o Franz chegar da rua e conectar para falar um monte de coisas bonitinhas que me fazem ficar com vontade de esmagá-lo em um abraço (falei isso para ele e ele ficou "roxo de vergonha").

Hoje acho que vai rolar uma cervejinha de noite com o Gugolino. Saudades dele, muito tempo que não sentamos para conversar. Mas como eu sou zicada pra cacete, deve mesmo chover e alagar tudo por aqui. Aí nem eu, nem ele, os filhos da Pompéia, teremos condição de sair de casa. E viva deus...

Posted by subversiva at 09:17 AM | 3 Comentário (s)

Domingo é domingo!

Comendo Trakinas de chocolate, ouvindo Tears For Fears e visitando o blog dos outros. Tem o Blog da Deborah que está sempre atualizado; tem o blog do Rogério que sempre tem provocações curtas e muito bem escritas; tem o do Júlio, que cansou de postar nossas peripécias na faculdade; tem o da Dani, que é apaixonada pelo namorado e vive fazendo declarações de amor; tem o do Franz, que eu morro de vontade de comentar, mas como ele é sabotado pelo blogger porque também é terrorista como eu, nunca vou conseguir colocar um comentário; tem o do pessoal do primeiro ano de jornalismo lá da faculdade, que está com uma promoção jóia para jantar com dois furutos jornalistas; tem o do meu irmão, que só pensa em namorar e o da minha cunhada, que idem. E agora também tem o do Marcelo, que até colocou uma músiquinha do Camisa de Vênus lá. Pessoal, vá procurar o que fazer! :oP

Posted by subversiva at 09:40 AM | 6 Comentário (s)

November 4th, 2003

Só tocava isso no passado?

Alguém pode me explicar porque TODOS os programas de rádio que tocam músicas antigas (Baú da Mix, Arquivo do Rock) começam com Van Halen ou Men At Work, no segundo bloco tem Engenheiros do Hawaií e terminam com Guns'n'roses?

Posted by subversiva at 08:22 AM | 5 Comentário (s)

Manto sagrado

O Teco levou hoje meu agasalho de maloqueira oficial. A blusa ficou ótima e na calça está escrito "Gaviõe". Isso porque ela é gigante e eu tenho de dobrá-la comendo toda a letra S. Mas ficou ótima. Se eu não fosse eu e me encontrasse na rua, fugiria. Aqui não tem dublê. Não é mole não, Gaviões é uma família que defende o Coringão.

PS: Valeu, Teco. Você é mesmo um amigão! :*

Posted by subversiva at 09:11 AM | 6 Comentário (s)

November 5th, 2003

Vila (Cambuci) Pompéia

Hoje o pessoal do ap. 91 decidiu brigar lá na porta de casa (ap. 51). Estava escovando os dentes quando ouvi uma gritaria e um cachorro latindo. Só depois fui saber que na cena não tinham três personagens irracionais e sim dois - o cachorro era apenas fruto da minha imaginação. Já imaginaram o humor que eu fiquei, né?! Minha mãe não queria deixar eu sair para o trabalho com medo de que sobrasse tapa pra mim. Meu mau humor irracional me fez abrir a porta com violência e soltar um sonoro "que merda!". Eram sobrinha e tia se estapeando. A menina, de uns 14 anos, queria desesperadamente ir para algum lugar que eu não entendi e batia na tia porque esta não deixava. E a senhora gritava desesperadamente: "Você enlouqueceu! Está louca! Pára!". Quando eu abri a porta, as duas pirulitaram dali.

Posted by subversiva at 07:54 AM | 6 Comentário (s)

Inferno Astral

Ontem não foi um bom dia para o Júlio. E nós acabamos nos divertindo com a desgraça alheia. Admita, Júlio: foi engraçado. Tudo.

O Júlio está com problemas em seu relacionamento amoroso. Sabe quando tudo conspira para esfregar felicidade dos outros na sua cara exatamente no momento em que você não quer ver sequer um sinal de alegria e romantismo? Pois é. Ontem, a gente viu até o Lord Trevor trocando beijos pra lá de calientes na pracinha na frente da São Judas. No metrô, uma tiazinha crente atendeu o telefone e o Júlio comentou: "quer ver que é o namorado?". De repente, a mulher solta a frase: "minha família não te aceita". A senhora lutava por seu amor impossível.

Em algum momento, rolou um blues que fez o pobre Júlio César ter vontade de cortar os pulsos. Até entrarmos no banheiro feminino da estação de trem da Barra Funda (eu e Clarita - o moçoilo ficou esperando do lado de fora) e encontrarmos uma senhora jantando lá dentro. Saímos correndo para contar a novidade para o mórbido rapaz, que ficou feliz ao saber que alguém se encontra em uma situação pior do que a dele.

E viva o amor, imperador.

Posted by subversiva at 08:13 AM | 4 Comentário (s)

E esse é meu maloqueiro preferido. Tem muitas qualidades, entre elas: é piritubano, anda de bicicleta, anarquista, doador de sangue e, a qualidade principal, é corinthianíssimo. Saudades de você também, viu Franz?! :****

PS: desculpa postar a foto sem permissão!

Posted by subversiva at 08:26 AM | 8 Comentário (s)

Esse é meu irmão!

O site do meu irmão traz um post que ensina a escrever uma carta para o motel, quando você se sente lesado pelo serviço. Vale a pena dar uma conferida.

Posted by subversiva at 08:39 AM | 6 Comentário (s)

November 6th, 2003

De quem são esses diálogos e frases - Parte I

(ATENÇÃO: todos os testes contém pegadinhas)

1-)

"A redação pode ter entre 5 e 10 linhas"

"Pode ter 8, professor?"


A-) Júlio E Karl Marx
B-) Nádia e Martini
C-) Leandrinho e Fatigatti
D-) Jesus Cristo e Deus

2-)

"Vamos para o metrô juntos hoje?"

"Não posso, vou arrumar a minha gaveta de meias!"

A-) Lelê e Igor
B-) Pinocchio e Gepeto
C-) Ronald e Golias
D-) Sandy Júnior e Xororó

3-)

"Teremos de ler o livro 1984, do George Orwell" (mostrando uma edição mais atualizada, com uma capa diferente).

"Mas não pode ser esse, professor?" (mostrando uma capa velha)

A-) Júlio E Karl Marx
B-) Nádia e Martini
C-) Leandrinho e Fatigatti
D-) Jesus Cristo e Deus

4-)

"Eu bebo quatro litros de água por dia"

A-) Super Caixa d'água
B-) Ulisses Guimarães
C-) Bob, do Fantástico Mundo de Bob
D-) Clarita

5-)

"Te ligo amanhã?"

"Se você sentir vontade..."

"Então te ligo hoje!"

A-) Lelê e Ricardão
B-) Giuliana e Mattheo
C-) Chitãozinho e Xororó
D-) Thelma e Louise

6-)

"Sim, senhora!"

A-) FHC
B-) Júlio
C-) Epitáfio
D-) Suplicy

7-)

"Tenho um amigo que tomou um tiro de 12 na cabeça e não morreu"

A-) Saci Pererê
B-) Mula sem-cabeça
C-) Curupira
D-) Clarita

Posted by subversiva at 09:45 AM | 14 Comentário (s)

Diálogos na Pós-Modernidade

Enquanto isso, no icq...

(...)

Cunhada (10:12 AM) :
cara...toma pilula q resolve isso td meo...
ou injeção de 6 em 6 meses... só q me falaram q se a pessoa aplicar errado a injeção tua perna pode atrofiar.. puta bagulho loco...


Cu (10:12 AM) :
heueheuehueheueheue
nossa, soh falta eu ficar manca

Cunhada (10:13 AM) :
ahahahahahahahahahahhahaahha
ke preconceito..coitado dos mancos..

Cu (10:14 AM) :
heueheueheueheeheuehue
não existe manco bom:
wagner montes
roberto carlos

Cunhada (10:14 AM) :
tu non conhece todos os mancos do mundo po..
vai q existe um bom..

Cu (10:14 AM) :
creca... existe um cara lindo na faculdade q tem uma perna mecanica

Cunhada (10:20 AM) :
então...
falta saber se é gente boa..

Cu (10:21 AM) :
mas eu naum namoraria

Cunhada (10:21 AM) :
só pq têm perna mecânica?

Cu (10:22 AM) :
hehehhehehehee
po
imagina na hora H
o cara poe a perna no criado-mudo e eu tenho q agir como se nada tivesse acontecido

Cu (10:22 AM) :
ei, vc não tem uma perna mecânica, tem?

(...)

Cunhada (10:22 AM) :
eu não sei se namoraria um cara com perna mecânica..
acho que se o cara que eu tiver namorando, sofrer um acidente e tal, eu continuaria..mas assim, do nada, começar assim não sei..

Cunhada (10:23 AM) :
bahhhh..minha mãe diz que as mulheres do roberto carlos morreram quase todas de cancêr pelo stress de conviver com a perna mecânica dele..
auahauahauahauahauahauahaua

deve ser meio foda..

Cu (10:25 AM) :
pois é... deve dar câncer namorar caras com perna mecanica

Cunhada (10:25 AM) :
ahahahahahahahahahahahahahahaha

Cu (10:25 AM) :
pernas mecanicas devem ser radioativas

Cunhada (10:27 AM) :
mas é um puta stress...
tu quer fazer algo e o cara fala "calmae que eu tenho que colocar a perna mecânica" ou tirar, ou ajeitar, ou limpar, ou sei lá..

Cu (10:27 AM) :
é... se enferrujar fodeu!

Cu (10:28 AM) :
"perae q eu vou levar ali no 'martelinho de ouro' pra passar um óleo"

(...)

*Na foto, a mulher de Paul Mcartney mostra o que faz na hora do sexo.

Posted by subversiva at 09:58 AM | 6 Comentário (s)

A Solução Natural Para o Aumento de Pênis

"A Solução Natural para o Aumento de Tamanho e Potência do Pênis, você aumenta o tamanho de seu pênis de 2 a 7 cm em 2 meses com exercícios absolutamente naturais. Aumenta também a sua potência, controle e volume da ejaculação, dentre outros benefícios. Programa completo com figuras ilustrativas explicando detalhadamente todos os exercícios. Fotos comparativas no site de pessoas que experimentaram essa técnica. CLIQUE JÁ"

Recebi esse e-mail hoje. Já deve ser a 26ª vez que eu recebo esse e-mail. E quem manda isso pra mim tem a mesma síndrome daqueles assessores de imprensa que mandam release da inauguração de uma boate em xibrobró da serra para um jornalista de uma ONG de educação.

Posted by subversiva at 11:19 AM | 6 Comentário (s)

Pára o mundo que eu quero descer

Assaltantes invadem creche e roubam brinquedos e alimentos

BIANCA FIORI
da Folha Online

Brinquedos, alimentos, um aparelho de televisão, um vídeo cassete e rádios foram roubados, nesta madrugada, de uma creche em Ribeirão Preto (314 km da cidade de São Paulo).

A creche Vovô Guido funciona na rua Humberto de Campos, 555, no bairro de Campos Elísios, região carente da cidade. Segundo a diretora da creche, Carmem Cecília Dal Porto, a instituição já foi assaltada mais de sete vezes.

"Isso acontece direto aqui. Muitas vezes eu nem dou queixa do assalto. Eu já dei queixa [de assaltos] mais de sete vezes e nunca deu em nada", desabafa a diretora.

Cecília disse que não há segurança no local. "Eu solicitei há mais de dois anos uma ronda escolar, só que nunca ela passou por aqui", ressalta.

Segundo informações da Polícia Militar, ainda não há pistas dos assaltantes e o caso foi encaminhado à Polícia Civil para investigação.

A creche tem capacidade para 85 crianças e funciona com doações. Hoje pela manhã as crianças foram dispensadas.

Posted by subversiva at 11:54 AM | 6 Comentário (s)

November 7th, 2003

De quem são esses diálogos e frases - Parte II

No blog do Júlio existem mais testes. Vale a pena (eu acho que gabaritei).

Posted by subversiva at 07:21 AM | 1 Comentário (s)

Se...

... o Ricardo ler esse blog hoje (porque ele falou que leria), um beijo enorme pra ele. :****

Posted by subversiva at 08:30 AM | 2 Comentário (s)

Meu herói!

Algumas coisas que a gente faz na vida não tem explicação. Por mais que você procure, não encontra uma razão para "ter feito aquilo" ou para "agir daquela maneira". Por que raios alguém gosta de sorvete de milho verde ou coco queimado? Por que ficamos felizes quando toca Roupa Nova no rádio? Por que mulher adora fantasiar que o "parceiro" está com outra (até esposa de eunuco fantasia isso)? Por que o Orlando Morais tem fã-clube? Por que a mãe do Júlio insiste em fazer suco de manga, quando todos sabem que nenhum ser-humano em sã consciência gosta de suco de manga?

Mas mexendo em fatos do passado e pensando nisso, lembrei de um episódio no mínimo curioso. Certa vez, minha mãe acordou exaltada porque tinha sonhado que eu havia sido seqüestrada. Por sorte, Kadu Moliterno, o Juba e Lula (porque aqueles dois eram uma entidade e dizer seus nomes separados não faz o menor sentido. É como dizer que a Sandy & o Júnior são pessoas diferentes), me salvou. Ela me contou o sonho em detalhes, mas não me lembro agora para contá-los. Só que, de alguma maneira, o meu subconsciente gravou isso. E essa deve ser a única razão pela qual eu assisto a novela das 3h da tarde.

Posted by subversiva at 10:40 AM | 12 Comentário (s)

Postando a Crônica para /~poisongirl

Rituais na pós-modernidade

Toda mulher pós-moderna, irritada com sua situação amorosa, sempre decide mudar o visual. A explicação é simples e foi dada pela Bia, uma amiga minha e chefe nas horas vagas: “é mais fácil transformar o exterior, do que o interior.”

Eu mesma tenho inúmeros exemplos desse caso: quando terminei um longo relacionamento com meu primeiro namorado, cortei curtíssimo um cabelo que já se estendia além da bunda; no fim do namoro com outro rapaz, pintei o chanel de preto e com o término da quase-vida-conjugal junto ao falecido, resolvi deixar as madeixas crescerem.

O caso é que não estou lá muito feliz com a minha atual situação amorosa, ou falta de, e, na quarta-feira passada, comprei uma tintura de cabelo vermelhíssima, quase laranja. Queria chocar todo o gênero masculino palermoso que tem medo das mulheres de iniciativa.

Sexta-feira era um bom dia para radicalizar e deixar a sociedade de boca aberta: não iria para a faculdade, tingiria meus cabelos e ainda os exibiria na despedida do Ale, que habitará a casa 68, e não mais a 66.

Mãe com dor nas costas + pró-atividade excessiva = sozinha no banheiro, fazendo o maior lambrequê.

Se nós avançássemos meia hora nesse texto, veríamos a mãe-entrevada, gritando puta-da-vida pelas toalhas, porta, pia, paredes e escovas-de-dente, manchadas. Depois ela entendeu que ainda não foi criado o ser humano capaz de pintar sozinho os cabelos que crescem da metade da cabeça para trás e terminam bem para baixo da nuca.

Espera 40 minutos (! – para se ter uma idéia de quão nuclear é essa coloração), sente o cabelo queimar e pronto! Já está na hora de lavar. Lava, olha no espelho porque mal consegue controlar a ansiedade, fica feliz pra caramba depois de ver que o couro cabeludo queimado está da mesma cor da linda-modelo-do-cabelo-laranja-da-caixinha, sem ao menos você ter feito a descoloração que as instruções pedem, termina de tirar a tinta e pronto! Vo-a-lá. Desenrolando a toalha da cabeça e... alguma coisa não saiu dentro dos planos.

Percebi que o meu cabelo estava em dê-grá-dê: começava laranja-da-cor-da-embalagem, continuava vermelho-cor-de-fogo, lá pela metade da cabeça estava bordô e terminava PRETO?! Sim... estava preto ainda.

“Pai, corre no mercado e compra mais uma tinta dessa cor!”. Milagrosamente o pai, que é homem e tem a capacidade mental bem reduzida para essas coisas, trouxe a tinta certa. Repete o ritual e o resultado se repete.

Quase na hora da despedida do Ale, eu ainda me lamentava por ter gastado 40 reais para ter o cabelo da Shakira. Se ao menos a despedida fosse no Mercado Mundo Mix... mas não, o Ale tinha de ser careta e marcar o bye bye na Casa do Espeto.

Cabelo multicolorido + barzinho familiar = olhares constrangedores.

Me livrei dos autógrafos graças a escuridão do barzinho. A essa altura do campeonato eu já tinha sido confundida até com a Nina Hägën (seja lá como isso se escreve), cantora-frenética-alemã-ex-do-Supla.

Sábado é dia de... comprar tinta preta para o cabelo. Para isso, eu teria de arranjar coragem para ir ao supermercado e enfrentar mais olhares constrangedores. Compra a tintura e corre para a casa. Farol fecha. Espera o fluxo de automóveis terminar de passar. “Qual é a cor que você passou no seu cabelo?”, “É comigo?” – sem botar uma fé, “Sim. Qual é a tinta que você usou para colorir os cabelos?”, “Vermelho-super-ultra-hiper-intenso-da-modelo-linda-do-cabelo-laranja-da-embalagem”, “Ta lindo!!!!!!!!!!”

Já era tarde. O primeiro elogio veio quase 24 horas (e mais 15 reais) depois. As palavras da menina que distribuía papelzinho no farol (finalmente havia descoberto para o que elas realmente servem) não me convenceram a continuar com os cabelos multicoloridos, mas me encorajaram a passar mais algumas horas do meu fim-de-semana com eles.

Domingo é dia de... consertar a merda que foi feita. Repete o ritual pela terceira vez (só que agora com as toalhas, porta, pia, paredes e escovas-de-dente borrocadas de preto).

Ufa! Cabelo quase natural: preto azulado! PER-FEI-TO! Enfim, me sentia desse planeta.

Nem liguei para as manchas negras em toda a testa e nos braços. Eu estava de ótimo humor e nem me importei com as pessoas que riam do meu novo-quase-cavanhaque (caiu tinta perto do queixo e acabou tingindo as minhas penugens), quando eu fui jantar com a Bia e com a Mariana. Acordei feliz da vida na segunda, peguei a bicicleta e fui curtindo o dia lindo que fazia, rumo ao trabalho.

Me esqueci, até, do fato de estar exatamente do mesmo jeito de sexta-feira de manhã (só que com bem menos dinheiro no bolso e mais experiência e sabedoria cabeleireirística): de cabelo preto e com a péssima situação amorosa.

Para encerrar a história deste verdadeiro ritual da pós-modernidade, meu bom-humor durou até hoje de manhã, terça-feira.
Acordei cedo para o trabalho, me olhei no espelho e pensei: “eu comeria!”. Abri o elevador e lá estava aquele gordo de bigode, meu futuro inimigo número 1, até então. Do 5º andar para o térreo, o senhor conseguiu soltar a batatada:

- Ahn...é...gr...arf..vcê ‘tá pruca?...arf...ugh...er...errrrrrrrr... – perguntou bem baixinho e enrolado.
Naquele momento, eu sabia que ele não tinha dito algo legal porque fz uma cara de “será que eu pensei isso, ou disse alto?”
- ÃHN? – respondi
- Vo-cê es-tá de pe-ru-ca? – ele repetiu, agora com uma cara de “já que caguei, vou sentar.”
- Na...não... – com vontade de mandar para a puta que pariu.
- Mas seu cabelo é natural? – ele insistiu, tentando consertar a merda.
- Não... eu pintei! – querendo dizer “é preto azulado, Wellaton. Nº 77. Vai ficar bem nesse seu bigodinho ridículo.”
- Ahhhhhhhhh! É porque chama a atenção! – pronto! Chave de ouro! Cagou, sentou e chutou a bosta.

Terça-feira é dia de... procurar a câmera escondida e pedir para a mãe gravar as pegadinhas do João Kleber, porque, COM TODA A CERTEZA, eu estarei lá. E o bigodudo também.


PS: A crônica é antiga, já não estou com uma péssima situação amorosa, mas a minha peruca continua linda!

Posted by subversiva at 12:14 PM | 9 Comentário (s)

November 10th, 2003

Porque aqui é Corinthians

A Gaviões não acabou e jamais acabará (você pode acreditar)
Nossa corrente não será quebrada
Um grito forte ecoou: ÔÔÔ, TIMÃO!!!
Estremecendo toda arquibancada

Tanto tempo se passou e eles não sabem o que é ser Gavião
Que bobos, Ah! Que bobos!
Voa bem alto no meu pensamento
eu sou, eu sou, Sou Corinthians a cada momento
Ninguém vai nos separar!!!


Posted by subversiva at 07:25 AM | 13 Comentário (s)

Ironia é a pqp!

Na quinta-feira eu descobri que meu nome significa: "o Senhor é minha luz". Pode?!

Posted by subversiva at 07:52 AM | 4 Comentário (s)

Fuja!

Será que eu sou tão mal-humorada a ponto de achar o filme Os Normais o pior filme nacional da última década? Tinha perdido a vontade de ver depois de ler a sinopse: “muito mais romântico do que cômico”. Eu, que odeio todos os filmes estrelados pela Meg Ryan e pela Sandra Bullock, desisti de ver até ler no blog do Rogério que o filme era lindo, maravilhoso, salve salve, vitaminado. Me empolguei e combinei com o Ri de irmos assistir domingo a noite. Companhia ótima, papo agradável e um monte de carinhos. Eu já estava ficando mal acostumada e achando que a noite seria perfeita até começar o filme. Piadas infames, palavrões sem sentido (ficariam ótimos em um contexto), história forçada, enfim, dois ou três sorrisos em 1h30 de filme. A noite foi quase perfeita. Perfeita no quesito companhia. O filme, na verdade, foi o que menos importou. O melhor é que ele também detestou o que quer dizer duas coisas: ou eu não sou tão mal humorada assim, ou eu arranjei um mal humorado como eu.

Posted by subversiva at 08:39 AM | 12 Comentário (s)

November 11th, 2003

Foco no problema ou na solução?!

Recebi da Bia, por e-mail. Para o Júlio, que foi russo na outra encarnação.

"Quando a Nasa iniciou o lançamento de astronautas, descobriram que as canetas não funcionariam com gravidade zero. Para resolver este enorme problema, contrataram a Andersen Consulting, hoje Accenture. Empregaram 12 milhões de dólares para sanar o problema. Conseguiram desenvolver uma caneta que escrevesse com gravidade zero, de ponta cabeça, debaixo d'água, em praticamente qualquer superfície incluindo cristal e em variações de temperatura desde abaixo de zero até mais de 300 graus Celsius. Os russos usaram um lápis..."

Posted by subversiva at 07:11 AM | 12 Comentário (s)

Burra?! Eu?!

Mais ou menos isso que caiu na prova de ontem de Ciências da Linguagem:

"(...) primeiridade – categoria do "desprevenido", da primeira impressão ou sentimento (feeling) que recebemos das coisas;

secundidade – categoria do relacionamento direto, do embate (struggle) de um fenômeno de primeiridade com outro, englobando a experiência analogística e

terceiridade – categoria de inter-relação de triplo termo; interconexão de dois fenômenos em direção a uma síntese, lei, regularidade, convenção, continuidade etc. (...)"

"(...) O signo – que nesse universo vai do desenho infantil até o mais rigoroso tratado de lógica, incluindo o homem que os produz como um signo também – é concebido como uma tríade formada pelo representamen – aquilo que funciona como signo para quem o percebe –, pelo objeto – aquilo que é referido pelo signo – e pelo interpretante – o efeito do signo naquele (ou naquilo, podendo-se aí incluir os seres ou dispositivos comunicativos inumanos como os computadores) que o interpreta. (...)"


É claro que tudo isso tinha um contexto. Mas mesmo em um contexto, você entenderia? Eu não entendo e deu para entender que eu não fui nem um pouco bem na prova...

Posted by subversiva at 07:24 AM | 5 Comentário (s)

Hotel de pulgas!

Passando de carro ontem pela General Olímpio da Silveira (obrigada pela carona, viu Ri?!), eu e Ri avistamos o Hotel mais barato do planeta. A diária (isso mesmo: 24 horas, ou 1.440 minutos, ou 86.400 segundos) custava a pequena quantia de R$ 9,00 (isso mesmo: nove reais, N-O-V-E, 9, IX, 4+5). E você, Rodrigo, dizia que não havia hotel barato em São Paulo... tsc tsc!



* A foto é do meu irmão e não se trata do Hotel a que me refiro no parágrafo acima. O da foto é um pouco menos podre.

Posted by subversiva at 07:46 AM | 8 Comentário (s)

Por que ser Corinthiano?

OBS: A MAIORIA DAS PESSOAS QUE ACESSAM ESSE BLOG JÁ LERAM ESSE MEU TEXTO EM ALGUM LUGAR ANTERIORMENTE. ESTOU POSTANDO PARA QUEM AINDA NÃO LEU. O engraçado é que esse texto meio que virou uma lenda na internet. Quando eu o escrevi, enviei apenas para uns conhecidos por e-mail. Logo, esses conhecidos reencaminharam para mais uma porção de conhecidos. Depois, ele foi postado no fórum dos gaviões. Alguns meses depois, ele continuava na rodando na internet e foi postado novamente no fórum dos gaviões, já sem meu nome como autora e com algumas modificações. Um ano depois, no aniversário de 93 anos do Timão, ele foi novamente postado, com outras mudanças e, pra variar, sem meu nome. Foi quando fiquei sabendo por um conhecido da Fiel Salvador que esse texto havia se tornado uma lenda. Engraçado isso... Eu mesma já recebi o meu próprio texto umas 10 vezes por e-mail. E vem sempre seguido dos dizeres: "Recebi esse artigo por e-mail e não sei de quem é, mas é muito louco". Então está aí... é meu, mas pode rodar por aí. Eu não sou ciumenta e foi feito com muito amor.

FRANZ, ACHO QUE VOCÊ VAI GOSTAR. ESSE TEXTO É PARA TODOS NÓS, CORINTHIANOS DE CORAÇÃO. :*

Por que ser Corinthiano?

(Por Leonor Macedo)

Dizem que paixão passa de pai para filho. No meu caso, não foi assim. Primeiro porque não sou filho, sou filha. Segundo, porque meu pai era São-Paulino, daqueles que não gostavam muito de futebol, mas, para agradar meu avô, defendia o vermelho, preto e branco.
Minha mãe sempre foi Corinthiana. Filha de pai espanhol que detestava futebol (para ele eram 22 idiotas correndo atrás de uma bola), e mãe religiosa, desenvolveu por si só o gosto pela “coisa”. Gene dominante (Corinthiano) e dominado (são-paulino), aqui estou eu. Só podia dar nisso: fanatismo.

Os santistas são filhos de santistas, os palmeirenses vêm de família italiana e os são-paulinos têm distúrbios hormonais. Conheço muitos Corinthianos que são filhos de palmeirenses, irmãos de são-paulinos e netos de santistas.

Não existe uma explicação para tornar-se Corinthiano. Acredito na doutrina espírita que diz sobre evolução do espírito, de encarnação para encarnação. Deve ser isso, uma alma nunca regride, sempre evoluí. Depois de passar por várias vidas, todos se tornam Corinthianos.

Um espírito pode evoluir em vida, corrigir erros do passado. Basta mostrar a pessoa que ela está errada. O erro é reversível. Como no caso do meu pai. Pergunte a ele o que é hoje. Descobriu o amor ao futebol e... passou a ser Corinthiano. Mas, seu gene dominado e o gene espanhol de minha mãe, fizeram um mal tremendo a meu irmão. Ele odeia futebol. Partilha da mesma opinião espanhola do meu avô. Prefiro que não torça pra ninguém a torcer por outro time.
Corinthiano fanático é pleonasmo. O Corinthians é assim: ou se ama, ou se odeia. Ele sempre desperta nas pessoas algum sentimento. Incomoda. Entra cutucando. Machucando. Deixando feridas que não cicatrizam. É por isso que tem tanto anti-Corinthiano.

É fácil reconhecer um anti-Corinthiano. Sempre cabisbaixo, olhar triste, rancoroso e magoado, é o tipo mais invejoso que existe. Odeia a felicidade alheia. E, como todo Corinthiano é muito feliz, ele é anti. Não é anti-Corinthians, é antitorcedor do Timão. Não agüentam ver nosso sorriso todos os dias.

É muito mais fácil reconhecer um Corinthiano. Apaixonado, obstinado, esbanja alegria por onde passa. Capaz de qualquer coisa por aquilo que acredita. “Na vitória ou na derrota eu grito forte: Corinthiano eu serei até a morte.”

Ser Corinthiano é mais do que isso. É roer unhas, dedos e cotovelos quando o Timão joga, mesmo que esteja ganhando de 10 a zero. É vibrar cada segundo, aplaudir cada jogada, enfrentar horas de chuva, de frio e de calor, para ver o Corinthians jogar na quarta-feira à noite, em Xiririca da Serra, contra o XV de Piri-Piri. É mentir para o patrão, “matar” mãe, avó e tia toda semana para não perder o emprego. Deixar de entregar trabalho na faculdade e não ser reconhecido pela professora de quarta-feira porque você só assistiu uma aula dela durante todo ano para ver o Timão jogar. Pular a janela, ficar de castigo sem balada sábado a noite, porque mentiu para mãe dizendo que ia bater uma bolinha com os amigos e embarcou com os Gaviões para o Couto Pereira e só chegou em casa de madrugada. Juntar cada centavo para comprar a nova camisa que chega a custar ¼ do salário.

É reconhecer que é sofredor. Todo Corinthiano é sofredor sim, porque a gente sente na pele, como uma faca entrando no peito e rasgando o coração, cada jogada errada, cada passe mal dado, cada bola fora do gol, cada gol tomado, cada cartão amarelo, vermelho, derrota, escanteio, lateral, falta. Por cada jogador bom que é vendido, ou aquele que não dá certo, que não joga nada, que só quer dinheiro. A gente sofre com os mercenários que vem e que vão, cartolas, preço de ingresso, tabela mal feita, adversários fracos. Tudo isso maltrata o Corinthiano porque nós amamos o futebol.
Torcer para o Corinthians é como um casamento para vida toda. É dormir e acordar pensando nele, é contar da má fase para os amigos e da boa fase para os inimigos.

Saber que namorar são-paulino, palmeirense, santista ou qualquer torcedor de outro time, nunca dará certo. Porque Corinthiano está mais no Pacaembu do que em casa, está mais no Morumbi do que na escola, está mais no Canindé do que no bar, está mais na Vila do que na padaria.

Não adianta reclamar. Casou com Corinthiano, tem que saber que é rotina de médico. É plantão de sábado e domingo. Não conseguir dormir a noite de preocupação quando o Timão está mal. Diferença de médico e Corinthiano é que a gente se envolve com o paciente.
Mais fácil do que reconhecer é encontrar Corinthiano. Ele está em todos os lugares. Nas favelas, nos bairros chiques, de calça bege e de farda, de fusca e de carro importado, com oito ou com oitenta anos, no Japão, na Antártida, no Acre.

Corinthians não é para qualquer um, não é moda. Só nasce no coração dos humildes e daqueles que estão preparados para abrigar um amor de mãe. Amor maior que o peito, orgulho de ser e assumir aquilo que é sob qualquer circunstância.

Muitos não estão preparados para isso. Basta apenas paciência, treino, humildade para reconhecer os erros e, talvez, nascer mais muitas e muitas vezes. Só quem é Corinthiano sabe do que estou falando. Parabéns para nós. Corinthians, 92 anos do amor maior.

Posted by subversiva at 08:03 AM | 6 Comentário (s)

November 12th, 2003

Não fuja da raia!

Terça-feira, 18h. Calor infernal. Metrô da linha vermelha. Conseguir um banco é missão quase-impossível. Mas eu consegui. Azar do Júlio que ficou espremido entre 974966351619654 pessoas que conseguem dividir o mesmo espaço.

- Você parece a Cláudia Raia!

Da onde tinha vindo isso? E para quem era? Sim, era pra mim e tinha sido dito por um tiozinho albino, quase careca, do resto de cabelo branco, vermelho que nem um pimentão, vesgo, do óculos fundo de garrafa.

- Quem???? Eu????? - respondi, incrédula.

- Sim. Você parece a Cláudia Raia. Essa vagem de ervilha. - apontou, mostrando os dentes.

Que caralho é vagem de ervilha? Nessas alturas do campeonato, o Júlio já estava rolando de dar risada no chão do metrô.

- A Cláudia Raia é muito apreciada pelos gaúchos. - completou.

"Lá vem...", pensei.

- E eu, como bom gaúcho, não sou exceção.

AEEEEEEEEEEEEEEE. Sabia, sabia, sabia. E o Júlio só conseguia dar risada.

- Entendi o seu recado, meu senhor. - brinquei, com meu bom humor peculiar.

O gaúcho-fã-de-claudia-raia desceu logo em seguida. Amém. E eu que pensei que todo gaúcho fosse fã do Edson Celulari.

Posted by subversiva at 07:39 AM | 9 Comentário (s)

Raiva

O fdp do meu irmão me fez chorar com o que ele escreveu no tabulas dele. Te amo, Rodrigo! :*
(e te odeio pq fazia tempo que eu não chorava)

Posted by subversiva at 07:45 AM | 2 Comentário (s)

Ser mãe é ter o coração fora do corpo

Dois anos de vida. Dois anos de razão de vida para mim. Hoje o Lucas completa dois anos e qualquer coisa que eu escrevesse aqui não seria bom o suficiente para expressar o quanto a minha vida mudou para melhor. Certa vez, ouvi dizer que filhos são como lentes de aumento. Aumentam o seu lado bom e o seu lado ruim. É verdade. Entre uma porção de coisas que o Lucas me fez entender, uma delas foi perceber quem é bom e quem é ruim. Ser mãe é isso: é saber quando vai chover ou se fará frio daqui cinco minutos; é gastar todo o seu dinheiro com danoninho, toddynho, e outros "inhos" só para ver o seu filho todo lambuzado, mas contente; é dar risada quando o pequeno garotinho destrói a tv de 29 polegadas; é ficar orgulhosa ao ver que o pequeno garotinho de (até então) um ano e meio tem forças para destruir a tv de 29 polegadas que pesa quase 100 kg; é cantar o hino do Timão pra ele dormir e ficar mais feliz do que nunca quando ele diz que é corinthiano e grita "Coooooo", de Corinthians; é passar um pano quando ele faz coisa errada: mandar ele ficar quietinho quando derrubou meio litro de água no sofá só para ninguém perceber enquanto tenta secar tudo aquilo; é dormir (desde o primeiro dia de sua vida) cinco horas por noite pois você tem de estudar, trabalhar só para tentar ensinar tudo o que tem de melhor para ele; é acordar às 6h30 da manhã do domingão e nem se importar com isso, embora esteja passando na televisão só programas religiosos; é fazer programas que você sempre achou "de índio" e adorar; é se divertir comprando fraldas sábado a noite; é achar o seu filho a pessoa mais linda do mundo, mesmo com a fralda toda borrocada; mas é, sobretudo, amar incondicionalmente e saber que NINGUÉM, nem NADA, NUNCA vai conseguir destruir isso.

Te amo, Lucas. Parabéns.

Posted by subversiva at 08:06 AM | 20 Comentário (s)

Sintático é a merda! Pragmático a pqp!!!! E Sêmantico é o krai!!

A saga da semiótica continua. Mas dessa vez, eu fiz valer a minha tarde de estudos. Ouvi os pedidos urgentes de "socorro" e estudei para tentar salvar uma pobre alma que nada entendia sobre Teoria da Cultura. Não adiantou. Ele se deu mal e eu me dei muito bem. Se não tirei oito (a prova valia oito), tirei sete. Se não foi sete, foi seis. E se não tirei seis... me sacrifica.

Abaixo, vai meu Manifesto de Ódio à Miss Simpatia!

Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia! Eu Odeio a Miss Simpatia!

Posted by subversiva at 08:26 AM | 13 Comentário (s)

November 13th, 2003

Chuva???? Que chuva????

Cabelo molhado, camiseta encharcada. A bermuda? Dá para torcer... e o tênis... isso é tênis? Mas eu estava com capa de chuva.

A sinusite, a tosse e a gripe agradecem!

Posted by subversiva at 07:42 AM | 6 Comentário (s)

Doses de sinceridade

Todo mundo deveria beber pelo menos dois copos de cerveja por dia. A verdade é que a gente fica muito mais sincero depois do segundo copo. Faz coisas que não teria muita coragem de fazer e diz palavras que não sairiam nem a fórceps sem a pequena dose de álcool. A próxima, deixa que eu faço.

Posted by subversiva at 08:01 AM | 5 Comentário (s)

'Tô postando só porque gostei um monte da foto.
[img:63782]

Posted by subversiva at 08:03 AM | 2 Comentário (s)

O que você odeia fazer, mas faz? (post interativo)

Escovar os dentes de manhã

Posted by subversiva at 08:46 AM | 10 Comentário (s)

Mais ou menos por aí... (momento auto-ajuda)

"A gente pode
morar numa casa mais ou menos,
numa rua mais ou menos,
numa cidade mais ou menos,
e até ter um governo mais ou menos.

A gente pode
dormir numa cama mais ou menos,
comer um feijão mais ou menos,
ter um transporte mais ou menos,
e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A gente pode
olhar em volta e sentir que está tudo mais ou menos.

Tudo bem.

O que a gente não pode
mesmo, nunca, de jeito nenhum,
é amar mais ou menos,
é sonhar mais ou menos,
é namorar mais ou menos,
é ser amigo mais ou menos,
e acreditar mais ou menos."

Posted by subversiva at 10:31 AM | 7 Comentário (s)

November 14th, 2003

Emoção pra valer

Posted by subversiva at 07:29 AM | 2 Comentário (s)

Se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí...

Pessoal, para qualquer coisa estarei em casa o dia todo.

Posted by subversiva at 07:30 AM | 2 Comentário (s)

Feliz aniversário, Rodrigo

Mais um escorpiano na minha vida e eu queria aqui deixar a minha homenagem para o meu melhor amigo: meu irmão Rodrigo.

Você sabe que está e sempre estará entre as pessoas mais importantes da minha vida. Sabe que tem em mim uma companheira-confidente-amiga-para-todas-as-horas-anjo-da-guarda-que-dá-porrada-em-todo-mundo-por-sua-causa (quem mandou ser tão fraquinho?).

Parabéns pela amizade dedicada e pela lealdade que me ensina a ter todos os dias. Parabéns pelo compromisso com a vida. Parabéns pelo juízo (embora tenha herdado todo o juízo da família e não deixado nem um pouco para mim). Parabéns pela responsabilidade de dar inveja aos mais perdidos, como eu. Parabéns pelo amor dentro do peito. Parabéns pelos 23 anos de tudo isso.

Te amo muito.

Posted by subversiva at 07:46 AM | 3 Comentário (s)

November 16th, 2003

Coming Soon

Em breve, em um blog mais perto de você, a série de fotos: "Lelê e o pingüim", "Lelê na piscina de bolinhas", "Lelê e a mini-saia", "Lelê e o catavento".

Posted by subversiva at 01:09 PM | Comente

Piquei salsinha na tábua dos 10 mandamentos!

Pior do que tomar cano do "pseudo" sábado, é morar do lado de chiqueiro em festa!

Posted by subversiva at 01:15 PM | 8 Comentário (s)

November 17th, 2003

Frase do dia

" Se os Homens são puros, as leis são desnecessárias; se os Homens são corruptos, as leis são inúteis." (Thomas Jefferson)

Posted by subversiva at 07:43 AM | 1 Comentário (s)

I want to ride my bicicle

Sim, eu estava disposta a voltar a vir de bicicleta para o trabalho, mesmo porque eu estou ficando gorducha e a condução está pra lá de cara, mas adivinhem... chuva! E MTA chuva!

Eu tinha deixado de vir de bike para cá, graças a minha sinusite aguda de duas semanas que não me deixa sequer pensar, quanto mais pedalar. Até comentei com o Ricardo ontem, que me deu uma "bronca" por não vir de capacete. Tem coisa mais ridícula que capacete de ciclista? Deve ter, mas tenho evitado usar coisas esdrúxulas.

Busão lotado de gente e TODAS as janelas fechadas. Azar de quem estava na minha frente (teve de agüentar minhas tossidas bacilocóquicas) e azar o meu (que depois dessa ficarei com infecção generalizada).

E um decote no ônibus é sempre muito bem-vindo. Eu de pé e um homem (de braço quebrado) sentado. Pediu para segurar a minha mochila. "Está pesada", respondi. Implorou para pegar a minha mochila pesada. Sinta-se a vontade. Vim o caminho todo de pé, mas folgada. E o cara sentado, esmagado. Se fodeu, quem mandou seu tarado?!

Padaria, lanchinho e agora estou aqui, escrevendo esse texto e torcendo para a noite chegar logo. O motivo? Fica só entre nós.

*E esse era o único jeito de eu vir trabalhar de bicicleta hoje...

Posted by subversiva at 08:15 AM | 4 Comentário (s)

Como contar para um amigo que a namorada dele é uma vaca - Lição

* A lição n° 1 foi praticada no icq ontem a noite:

- Olá, tudo bem?

- Tudo e vc?

- Bem, mas já estava de saída. Estou muito cansada e amanhã trabalho cedo.

- Poxa, que pena! Depois a gente conversa mais então.

- Blz. Tô indo. Sua namorada é uma vaca, vc é um corno. Beijo e tchau.

- QUÊ?????????
A mensagem foi enviada. O usuário está off-line.
A mensagem será entregue assim que ele estiver on-line.

Posted by subversiva at 08:31 AM | 1 Comentário (s)

Diálogos pós-modernos

*Enquanto isso, no icq:

Eu (10:09 AM) :
tah chovendo aih ainda?


Teco (10:11 AM) :
mnai

Eu (10:12 AM) :
oq eh um mnai?


Teco (10:12 AM) :
eh um NAO escrito errado e com pressa pra ng me ver no icq
HAHAHAHAH

Posted by subversiva at 09:17 AM | 4 Comentário (s)

November 18th, 2003

Menta X Pistache

Acabei de chegar da padaria, de um café-da-manhã com Bia e Amandita. A padaria tava cheio de mudéééérnuuuuuuuus porque fica na esquina da Teodoro Sampaio com a Fradique Coutinho e do lado da AMP Galaxy. A Bia disse que esses modernos se vestem assim: eles sobem em um ponto bem alto e colocam um guarda-roupa no chão. Aí eles pulam e caem dentro do guarda-roupa. Saem de lá e é assim que andam na rua. A verdade é que eles parecem mesmo que esqueceram de se vestir, saíram pelados, encontraram um varal cheio de roupas do pai, da mãe, da menininha e do menininho, pegaram uma peça de cada um e pronto! "Perfeito".

A Bia e a Amanda me fizeram confessar coisas que algumas pessoas adorariam ouvir, mas que eu ainda não tenho muita coragem de dizer. Só Biazinha e Amandinha para aflorarem meu lado Bridget Jones. Ainda bem que o que é dito em mesa de bar e mesa de padaria, morre sempre ali.

Mas o pior que aconteceu na minha manhã foi o sorvete de pistache. Comprei um picolé da Kibon, crente que era de menta com chocolate e era de pistache. Não que pistache seja ruim, mas não dá para engolir quando você está esperando por um sorvete de menta.

O dia promete melhorar lá pelas 18h30. Até lá ainda terei reunião (vulgo punhetagem ideológica) e estudos para a prova de Comunicação Comparada (que nada mais é que uma das matérias de enrolação jornalística).

Não deixem de passar no www.fundaodojornalismo.blogger.com.br para conferir a homenagem que os garotos do primeiro (quase segundo) ano de jornalismo da São Judas fizeram para o Lucas.

Posted by subversiva at 08:47 AM | 5 Comentário (s)

November 19th, 2003

Punhetagem ideológica

Esse é o nome que demos às reuniões que rolam aqui no trabalho. Reunião de ONG é assim mesmo: pedagogos, psicólogos, historiadores (só os jornalistas que estragam) sentados ao redor de uma mesa redonda, discutindo soluções para problemas simples como a paz mundial ou os meninos de rua de Pinheiros. Nossa punhetagem ideológica rola todas as terças-feiras. Odeio reuniões. Tempo perdido para se achar a cura de uma doença quase incurável. O caso é que a de ontem foi para lá de especial. Fizemos a leitura e o debate de um texto maravilhoso chamado "Sobre a lição". Na verdade, se trata do 6º capítulo do livro "Pedagogia profana - danças, piruetas e mascaradas" de Jorge Larrosa.

O texto é simplesmente maravilhoso. Aborda como o professor deve ler para os alunos, mas é algo que todos nós devíamos aplicar nas leituras do dia-a-dia. Aí vão alguns trechos:

"O professor lê escutando o texto, escutando-se a si mesmo enquanto lê, e escutando o silêncio daqueles com os quais se encontra lendo."

"(...) o professor lê o texto literalmente, e ao mesmo tempo com suas próprias palavras, e simultaneamente atentando ao silêncio entre as palavras, ao espaço em branco entre as letras, às margens das páginas."

"(...) ler é recolher o que se vem dizendo para que se continue dizendo outra vez (que é outra vez a mesma e cada vez outra vez) como sempre se disse e como nunca se disse, numa repetição que é diferença e numa diferença que é repetição."

"Enfiar-se na leitura é en-fiar-se no texto, fazer com que o trabalho trabalhe, fazer com que o texto teça, tecer novos fios, emaranhar novamente os signos, produzir novas tramas, escrever de novo ou de novo: escrever."

Clap, Clap, Clap, Clap.

Posted by subversiva at 07:54 AM | 7 Comentário (s)

Bar, boteco e afins

Não sei o que eu tenho, mas não estou com muita paciência para o bar. Nem sou de recusar uma cervejinha gelada só que ultimamente...

Era um sonho meu e do Júlio conseguir reunir toda a sala no Cerveja Azul e quando isso aconteceu, eu não estava presente. Estou de saco cheio da faculdade. Chega no fim do ano e eu já não tenho mais saúde para agüentar falsidade, intrigas, desunião. Vontade de pegar meus amigos e levar para um barzinho legal, só os amigos.

E se eu já te chamei de amigo, você está convidado.

Posted by subversiva at 08:22 AM | 17 Comentário (s)

UM BEIJO BEM GRANDE PARA VOCÊ

* aqui tinha uma foto, mas ela foi retirada pq não foi muito bem interpretada!

:-*

Posted by subversiva at 08:23 AM | 1 Comentário (s)

Bizarro é a mãe

Kiss Cover formado por anões faz sucesso nos EUA [foto]- Rock Brigade - 14/11/03

Não faltava inventar mais nada: agora nos EUA existe uma banda cover do Kiss formada apenas por anões (veja foto). Isso mesmo, os anões se apresentam ao vivo com toda a maquiagem tradicional do Kiss e têm feito tanto sucesso que agora já estão chegando à TV norte-americana. Batizado Mini-Kiss, o grupo vai se apresentar na próxima semana no programa de TV Jimmy Kimmel Live, que vai ao ar nos EUA pela rede de TV ABC.

Posted by subversiva at 10:01 AM | 8 Comentário (s)

Anunciaram seu veneno na TV, mas não bebi (MV Bill)

A revolução não será televisionada

Você não poderá ficar em casa, irmão.
Você não poderá sentar na poltrona.
Você não poderá se perder na troca de canais
durante o jogo futebol,
porque a revolução não será televisionada

A revolução não vai passar no domingo a tarde.
A revolução não será ilustrada pelo sorriso das
paquitas encantadas com a nova canção do Jota Quest
Vini, Sandy e Junior ou Ivete Sangalo.

A revolução não será televisionada

A revolução não vai estar nas telenovelas
e não será estrelada pela Maria Fernanda e Edson
Celulari ou Tony Ramos e Vera Fisher.
A revolução não irá ensinar como se comportar
e não fará você chorar no último capítulo.
Adriane Galisteu, Luana Piovane, Gisele Bundchen e a
Feiticeira não vão fazer você mais sexy.
A revolução não será imprópria para menores de 12 anos
porque a revolução não será televisionada.

Não existirão imagens exclusivas de policiais
espancando negros na Favela Naval
ou som do tiro seco
na cabeça do passageiro.
O SBT não dará a previsão do tempo
na capital e nos 23 estados

A revolução não será televisionada

A revolução não será televisionada
em câmera lenta, com narração de Galvão Bueno.
Não haverá imagens repetidas
do carro batendo contra o muro.
Não haverá imagens de trombadinhas
batendo carteira em plena luz do dia.
Padre Marcelo não fará
a oração para um mundo mais católico.

Roberto Marinho, Roberto Civita,
Silvio Santos e Bispo Edir Macedo
não decidirão o que todos vão ver e ouvir.
Empregados, escravos e malandros
não serão a cara da minha nação,
pois os negros estarão nas ruas por um dia melhor.

A revolução não será televisionada.
As duas torres não desabarão
A sua casa não será dos artistas
E o grande irmão não estará de olho em você.

A revolução não virá a seguir,
depois dos comerciais de pasta de dente refrescante,
cerveja gelada e absorvente extrafino
Você não terá que se preocupar com a sujeira na
cozinha, os juros mais baixos ou com a pele mais suave.

A revolução não será melhor com Coca Cola.

A revolução não será o melhor carro popular.

A revolução colocará você na direção.

A revolução não terá reprise;

A revolução será ao vivo.


"The Revolution Will Not Be Televised"
Adaptação livre da canção de Gil Scott Heron
por Daniel Lima

Posted by subversiva at 11:17 AM | Comente

November 20th, 2003

Só para constar...

... hoje não irei para o trabalho, pois já já tenho de ir até Santo André para fazer minha reportagem perfil. Não responderei e-mails, não atualizarei muito o blog, não conectarei no icq, mas pelo menos passarei de ano.

* Franz, ontem te vi no Vitrine e adorei tudo o que falou: "Quem acessa meu fotolog é quem não tem o que fazer". E adorei o Schimidt falando que criou um fotolog para "fazer a preza com as menininhas" (sic).

* Ricardo, valeu pela conversa de ontem! Foi tudo muito gostoso! :******

Posted by subversiva at 05:46 AM | 1 Comentário (s)

November 21st, 2003

Piada SEN-SA-CI-O-NAL

Um sujeito queria namorar a filha de um judeu e foi pedir ao pai. O velho disse:

- Acho que não vai dar certo, porque os judeus têm uma visão muito diferente da vida. Para provar que não estou com nenhuma discriminação, vou lhe dar uma maçã e amanhã conversamos novamente.

No dia seguinte ele voltou à casa do judeu que lhe perguntou:

- O que você fez com a maçã?

- Fiquei com fome e a comi.

- Tá vendo? Um judeu tiraria a casca da maçã, a colocaria para secar e faria um chá. Dividiria a maçã em quantos pedaços fossem os membros de sua família e daria um pedaço para cada um. Depois pegaria os caroços, venderia alguns e plantaria outros, pois assim teria algum lucro e ainda frutos dentro de algum tempo.
Bom, vou lhe dar outra chance. Leve este pedaço de linguiça e volte a falar comigo amanhã.

O cara saiu de lá puto e pensando o que poderia fazer para aproveitar bem aquela linguiça. No dia seguinte a mesma pergunta:

- Filho, o que você fez com aquela linguiça?

- Bem, primeiro tirei o cordãozinho e fiz um cadarço para meu tênis. Depois tirei o plástico que protege a linguiça e o guardei. Dividi a linguiça em 8 pedaços e dei um pedaço para cada membro da minha família. Depois fiz uma camisinha com o plástico, comi sua filha e aqui está o "leite" para o senhor fazer um cappuccino.

Posted by subversiva at 07:22 AM | 3 Comentário (s)

Fotos, fotos e mais fotos

* Bia (minha chefe-melhor-amiga-mais-linda-do-mundo) e eu

Posted by subversiva at 07:48 AM | 3 Comentário (s)

Eu e o pingüim

* Sim, era o fim da festa e não, não estou bêbada. É só pose para a foto.
[img:68970]

Posted by subversiva at 08:08 AM | Comente

Cunhada, eu e as bolinhas

Posted by subversiva at 08:10 AM | 1 Comentário (s)

Educação Britânica

* Maloqueira??? EUUUUUUUUU??????
[img:68973]

Posted by subversiva at 08:11 AM | 1 Comentário (s)

Gabi, Ira e eu

* Pois é, só temos fotos toscas. Somos toscas!

Posted by subversiva at 08:12 AM | 3 Comentário (s)

Droga, droga, droga...

... li um negócio agora por aí que me deu o maior nó na garganta. Kd meu coração de pedra?

Posted by subversiva at 08:24 AM | 1 Comentário (s)

Yesterday

Acordar cedo + gravador + câmera digital + papel + caneta + 10 reais em pilhas novas + ônibus + metrô + Shopping Santa Cruz + sinusite + carona para Santo André + Anchieta + rua onde o Celso Daniel foi pego + prefeitura de Santo André + entrevista + reunião 1 + reunião 2 + reunião 3 + sinusite agora brutal + vontade insana de voltar para casa + almoço no clube mais tradicional de Sto André + $$$$$$$$$ por pouca comida + trem + metrô + ônibus + vontade de chorar + cansaço absurdo + bolha no pé + casa + Lucas + mãe + pai + ligação para o Ricardo + "Cardo" dito pelo Lucas (sim, ele aprendeu a chamar o Ricardo) + a pé até a barra funda + esquecer o celular + buscar o celular + ônibus + metrô + ligação para o Ricardo me pegar na Bresser + descobrir que o Ricardo está preso no trânsito e não vai poder pegar na Bresser + andar até a faculdade + vontade de chorar de novo + esperar pelo Ricardo + Ricardo + Ricardo + Ricardo + Ricardo + Ricardo + Ricardo (meu mau humor até desapareceu) + casa + saudades = ZZZZzzzzzZZZZZZzzzzzZZZZ

Posted by subversiva at 08:43 AM | 11 Comentário (s)

November 24th, 2003

Mudança de planos

Acordei pensando em uma manhã sossegada. Finalmente consegui vir de bicicleta (não está tanto calor, nem tanto frio, não estou com sinusite, não está chovendo, o fone de ouvido funcionando, pilha no walkman) e comecei o meu regime (!!!!). Achei que chegaria aqui e conectaria no icq, reencontraria meus "amigos virtuais", escreveria minha reportagem para a Jaqueline, iria atrás das coisas para a gravação do documentário hoje a noite na faculdade, conversaria pelo telefone, mas...

sempre tem algo para cagar!

Esqueci completamente que hoje é dia de Formação aqui da minha equipe e terei de fazer uma externa. Pior de tudo é que eu vim de camiseta da Hering larga, tênis sem meia e calça de grilo (aquelas calças de ciclistas). Ainda por cima, esqueci o celular e estou incomunicável até chegar em casa. Bom dia para todos.

Posted by subversiva at 07:05 AM | 2 Comentário (s)

November 25th, 2003

Alerta!

Quando o cara do setor de cobrança da faculdade te chama pelo nome no meio do corredor, é porque alguma coisa vai mal...

Posted by subversiva at 06:52 AM | Comente

Milagre

Não sei como ou porque cargas d'água eu consegui passar de ano da Sônia Banza sem substitutiva. Fui MTO mal na prova dela e fiquei com nota suficiente para dar a média anual. Acho que estou com sorte...


COMCOMP 8,00 5,00 6,20
ECPOLIT 8,50 7,50 7,90

Posted by subversiva at 07:02 AM | 1 Comentário (s)

Ontem aconteceram coisas boas no meu dia. Embora não tenha tido uma manhã lá muito agradável (consegui vir de bike trabalhar porque não estava chovendo, mas quem disse que não choveu na volta?), a tarde e a noite compensaram. Foram estressantes, mas compensaram.

Assinei o contrato do Fies e no ano que vem a Caixa financia 70% da minha faculdade. Sei que vou me foder o resto da vida para pagar esse empréstimo, mas é a garantia de que termino o curso de jornalismo.

A noite fomos todos para a universidade (eu, Maria e Clarita + a universidade quase inteira - tinha mais gente do que na época das provas) gravar o maldito documentário sobre a terceira idade. Valeu a pena esperar e correr e levar um regador no metrô às 6h da tarde. Ficou muito bom! Ricardo ficaria orgulhoso da gente, mas ele não quis ir me ver... paciência! :)

Posted by subversiva at 07:10 AM | Comente

Notícias Bizarras

Russo morre após vencer concurso de ingestão de vodca

Do MSN

19/11/03
13:02


MOSCOU (Reuters) - Uma competição para verificar quem conseguia beber mais vodca em uma cidade do sul da Rússia terminou em tragédia, com a morte do vencedor e a internação de outros participantes.

"A competição durou 30, talvez 40 minutos e o vencedor bebeu três garrafas de meio litro. Ele foi levado para casa de táxi, mas morreu em 20 minutos", disse Roman Popov, promotor que investiga o caso na cidade de Volgodonsk.

"Cinco concorrentes acabaram na unidade de tratamento intensivo. Os que não foram para o hospital voltaram no dia seguinte para beber mais."

Segundo Popov, o diretor da loja organizadora do concurso deste mês foi indiciado por homicídio culposo. Ele ofereceu 10 litros de vodca ao competidor que bebesse mais em menos tempo.

Os russos bebem o equivalente a 15 litros de álcool puro por ano per capita. Alguns especialistas estimam que um em cada sete russos é alcoólatra.

Posted by subversiva at 07:18 AM | 4 Comentário (s)

Ajuda valiosa

Pessoal, essa é a minha reportagem perfil da Jaqueline. Se alguém tiver tempo de ler e de dar pitacos, por favor, faça isso. Entregarei hoje de noite e até lá ainda terei tempo de mudar alguma coisa. Meu olho já viciou e não acho mais erros de português. Quem achar, me ajuda. Abração para todos os que me incentivam!

(Quase) 100 números

O dia de um economista pode reservar muitas surpresas quando se encontra tudo aquilo que jamais pensou em encontrar

Por Leonor Macedo

“Estarei vestida normalmente”. Foi o que falei para Jorge Luiz Gouvêa, o economista escolhido para o perfil, quando combinamos uma carona em um “encontro às escuras”. Nós não nos conhecíamos, sequer tínhamos nos visto, mas aceitei a sugestão da professora Jaqueline que me indicou o amigo para ser entrevistado quando me viu em completo desespero – teria de passar um dia inteiro com um economista para uma reportagem perfil e não conhecia nenhum. “Normal de jornalista é calça jeans, tênis e camiseta”, ele me respondeu. E o “normal” de um economista? Como seria? Jeans, sapato e camisa xadrez. Era o que usava Gouvêa quando ouvi a buzina e o avistei.

Seguimos de carro para a Prefeitura de Santo André, onde o economista dirige o Departamento de Geração de Trabalho e Renda, uma das diretorias da Secretaria de Desenvolvimento e Ação Regional da Prefeitura Municipal de Santo André. De terça a sexta, Gouvêa exerce funções administrativas, técnicas e econômicas no departamento, que vão desde autorizar o pagamento das contas telefônicas das cooperativas (formadas com o auxílio de um dos programas do departamento, que incentiva a organização, a legalização e consolidação dessas cooperativas) até assessorar as pessoas carentes interessadas em um micro-crédito no Banco do Povo: “Dizemos a eles se o dinheiro deve ou não ser empregado naquilo que estão imaginando. Se percebermos que o empreendimento não dará certo, então avisamos”, conta o economista. A assessoria e a formação em gestão desses pequenos empreendedores fazem parte do programa Empreendedor Popular.

Além dessas iniciativas, o economista coordena a Central de Trabalho e Renda – atividades de formação e requalificação profissional em parceria com a Central Única dos Trabalhadores e Ministério do Trabalho e Emprego -, a Central de Serviços Autônomos – semelhante ao programa Central de Trabalho e Renda, só que com trabalhadores autônomos -, e o Reciclarede, voltado para desenvolver uma cadeia de coleta, triagem, comercialização, reciclagem e reutilização de resíduos sólidos.

“Temos um orçamento de três milhões de reais por ano para esses programas, mas sempre apertam daqui, dali e a nós só são destinados dois milhões. Fazemos milagre com esse dinheiro, mas atendemos um bom número de pessoas com nossos programas”, explica o economista.

Um dia de labuta

“Esse é o meu currículo resumido”. Comecei a me preocupar quando vi que o resumo do que Gouvêa tinha feito profissionalmente a vida toda (e do que faz ainda) estava em 4 folhas. Sabia que daí para frente teria muito trabalho – para escrever sobre sua vida e para acompanhá-lo em um dia atribulado de tantas tarefas.

Assim que chegamos, o economista continuou a me contar como tinha chegado onde chegou (continuou porque, mesmo sem me conhecer, batemos um papo para lá de animado dentro do carro, quando conversamos sobre escolha das carreiras, futebol e futuro do jornalismo) na meia hora que antecedia a primeira reunião de seu dia. Desanimei um pouco quando soube que teria de observar pelos menos duas reuniões que preencheriam a manhã do economista. Minha aversão a esse tipo de tarefa veio com o trauma dos encontros de equipe semanais que tenho na organização não-governamental onde trabalho como jornalista. Isso porque, em uma ONG, uma reunião não é nunca objetiva. São horas e horas de devaneios sobre problemas insolúveis como a paz mundial e o amor entre os Homens de boa vontade.

Qual não foi a minha surpresa quando, meia hora depois do início da reunião de Gouvêa com Sid, do observatório de políticas públicas, um apertou a mão do outro, se despediram e deram por encerrado o encontro que discutia indicadores (de sucesso ou fracasso na implantação das ações sociais dos programas de Geração Trabalho e Renda). Em 30 minutos, definiram indicadores, discutiram sobre o Banco do Povo e me impressionaram com a capacidade de colocar em prática a tão sonhada reunião direta e eficaz.

Subimos alguns lances de escada, direto à sala de Gouvêa onde outra reunião estaria para acontecer. Dessa vez, o economista analisaria a parceria de seu departamento com um projeto pequeno, coordenado por uma artista plástica que, juntamente com mulheres artesãs de uma comunidade carente, produz objetos de cerâmica.
Durante a reunião, telefone toca e é uma jornalista do impresso Valor Econômico atrás de Gouvêa para uma entrevista sobre micro-crédito. Depois de responder as perguntas, o economista volta para a reunião, dessa vez nem tão objetiva e curta.

Uma hora da tarde e o estômago anuncia que é tempo de sentar e comer alguma coisa. No caminho até o restaurante próximo à Prefeitura, localizado dentro de um clube tradicional de Santo André, Gouvêa me chama atenção para as árvores e praças da cidade: “Olha como NOSSA cidade é arborizada”. É “NOSSA”, mesmo tendo nascido em outro estado e morando em São Paulo.

Dois em um

Cabe aqui um destaque especial para um dos programas do Departamento de Geração Trabalho e Renda, o Banco do Povo, que parece ser a “menina dos olhos” de Gouvêa. Coincidência ou não, o programa foi citado durante toda a manhã de quinta-feira, que eu o estava acompanhando.

No Banco do Povo, a inadimplência é menor do que nos outros bancos. Enquanto nos privados os não-pagadores representam cerca de 7% da inadimplência, no programa da Prefeitura de Santo André eles são apenas 3%. Para conseguir o micro-crédito, vale tudo como garantia. Móveis, eletrodomésticos e até um cavalo já foram oferecidos para a conquista do benefício. “Aplico políticas públicas para melhorar a vida das pessoas e não piorar”, diz Gouvêa. Por esse motivo, jamais foram buscar algo dado como garantia. “Um catador de papelão tinha um cavalo e uma égua. Pediu o micro-crédito, empregou o dinheiro e o empreendimento não deu certo. Vendeu a égua e não conseguiu nos pagar o empréstimo que fizemos. O cavalo havia sido dado como garantia. Nesse caso, se fossemos até ele e tomássemos o cavalo – que lhe servia de transporte e de força para puxar o carrinho de papelão -, do que o senhor ia viver?”

A trabalheira de Gouvêa não se limita só a essa exercida na coordenação do departamento da Prefeitura de Santo André. Todas as segundas, o economista embarca em um avião até o Rio de Janeiro, onde é vice-presidente do Conselho Administrativo da Varig S.A. e conselheiro dos Conselhos da Administração da Varig Participações em Transportes Aéreos S.A. (VPTA) e da Varig Participações em Serviços Complementares (VPSC), funções que lhe dão a responsabilidade de administrar os investimentos e interesses das empresas. “Lá, sou outro. Toda segunda-feira, tenho de acordar como ‘o outro Jorge’ – aquele que usa terno e gravata e usa ‘senhor’ o tempo todo para me referir à outras pessoas”, brinca Gouvêa.

Ao mesmo tempo em que na Prefeitura, o trabalho é feito com as dificuldades rotineiras do serviço público, na empresa privada tudo parece fluir perfeitamente. “Quando a Prefeitura consegue comprar um ‘data-show’ é motivo de festa para a equipe. Para se ter uma idéia de como os dois empregos são contrastantes, as reuniões aqui em Santo André são acompanhadas de café e bolacha de água-e-sal. Na Varig, sei que vou encontrar sanduíches e sucos naturais”, diverte-se Gouvêa.

“Gerações da Rússia”

“Negro quilombola periférico”. Ouvi esse termo, certa vez, e acho que é uma (ou três) característica (s) do economista capixaba, nascido em um bairro simples de Vila Velha, uma das maiores cidades do Espírito Santo. A facilidade com números foi fator determinante para que escolhesse uma profissão na área das exatas. A vontade do pai de ter um filho com uma profissão “importante”, foi determinante para que cursasse alguns anos de Engenharia, até ver que aquilo não era bem o que queria.
Decidiu trancar o curso – “assim meu pai não brigaria tanto, pois pensaria na possibilidade de um dia eu voltar para esses estudos” – e transferir-se para Economia, na Universidade Federal do Espírito Santo.

De 82 a 85, o que Gouvêa menos fez foi assistir as aulas de números e contas. Desde muito jovem, durante a ditadura militar, o capixaba era conhecido no bairro como um das “gerações da Rússia”, termo dado para os simpatizantes do regime de esquerda. O lado político e social nasceu antes mesmo de descobrir que seu pai havia se candidatado a vereador na década de 40/50 por um partido que representava o regime comunista. Só descobriu quando caiu em seu colo uma porção de panfletos da campanha política da época. Faltaram apenas dois votos para que seu pai fosse eleito.

Gouvêa filiou-se ao partido comunista e pertencia aos movimentos estudantis da faculdade. Lá, foi convidado para coordenar grupos de pesquisa de campo que trabalhavam com excluídos socialmente.
Primeiro, veio o trabalho com crianças portadoras de deficiência e dificuldades de aprendizagem. No meio de pedagogos, psicólogos e médicos, o economista liderava o grupo que pesquisava, entre outros tópicos, os dados sócio-econômicos das famílias dessas crianças.

Depois surgiu a oportunidade de pesquisar as prostitutas. Quem eram elas? Por que tinham de se prostituir? O que esperavam da vida? Mais uma vez, o grupo de psicólogos, cientistas e assistentes sociais, era liderado pelo economista.

Até vir o convite para trabalhar nos presídios. Pela facilidade com que Gouvêa lidava com o público mais carente, foi novamente escolhido para a coordenação. Além de pesquisar os dados e o ‘entorno’ daqueles presidiários, havia ali uma vontade de organiza-los para que conquistassem seus direitos de seres-humanos. Poucos dias depois ocorreu uma rebelião, a fuga em massa de presos e o primeiro contato de Gouvêa com as agruras do jornalismo sensacionalista. Convidado para uma entrevista ao vivo, no jornal Bom Dia Espírito Santo, o economista viu-se em “maus-lençóis” quando seu trabalho foi associado à rebelião e à fuga.

Hoje, o capixaba é mestrando em Economia Política na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), depois de ter feito uma especialização em Engenharia de Produção, na Universidade Federal de Santa Catarina e trabalhado por 10 anos no Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), onde conheceu a professora Jaqueline, que era jornalista da instituição na mesma época.

Será esse o normal de um economista? O fato é que Gouvêa não parece, nem de longe, aquela imagem do economista do programa dominical Fantástico (que aparece aconselhando a classe média a cortar gastos com a TV a cabo e economizar na escola dos filhos), a que sou remetida toda vez que penso em alguém dessa profissão, a começar pelo terno e gravata. Talvez se o encontrasse em uma segunda-feira, teria visto de uma forma diferente. Mas presenciei e escutei as brincadeiras com os colegas de escritório; a descontração das conversas sobre o concurso “Comidas de Botequim”, que Gouvêa coordena e é um dos julgadores dos melhores petiscos dos botecos da cidade; a cobrança de uma das colegas para que comandasse o time de futebol feminino do Departamento de Geração Trabalho e Renda; o amor do economista pelo time do Vasco e as histórias de uma vida apaixonada pelo outro.

Posted by subversiva at 10:43 AM | 12 Comentário (s)

November 26th, 2003

Meus amigos são os mais fodas

Caberia ao Júlio uma crônica de amigo do ano, mas agora estou sem idéia do que escrever para ele e qualquer coisa que eu escrevesse sem idéias, não seria digno da amizade que tenho por esse moleque. Obrigada, Júlio, por fazer parte da minha vida.

Ontem fui até a faculdade com meu amigão comunista para rodar atrás da professora Jaqueline. Por mais de uma hora, ficamos igual idiotas rodando pela faculdade. O Júlio cogitou a possibilidade de entrarmos na fila formada por alunos enfurecidos na frente da sala dos professores. Eu disse que só entraria em uma fila daquele tamanho para receber a aposentadoria.

Estávamos na frente da sala dos professores (que mais parece um spa), quando vimos o Anderson (coordenador do curso) passar. Pedimos para que ele entrasse na sala e chamasse a professora para fora, assim poderíamos entregar o trabalho (eu, né?! Porque o Júlio Vagabundo não fez). Ele saiu da sala 10 minutos depois, dizendo que a Jaqueline não estava lá dentro. O desânimo absoluto tomou conta de nossos corpos. Júlio resolveu perguntar se a professora estava com uma blusa decotada verde (vestimenta de uma pessoa semelhante à Jaqueline). A resposta do coordenador do curso de jornalismo foi surpreendente: “Não, ela está com uma calça jeans e tênis”. !!!!!!!!

Bestificados, decidimos andar pelos corredores da universidade atrás dessa mulher. Meus pés já me matavam quando avistamos novamente a professora Sônia indo em direção a sala dos professores. Choramos, imploramos, ajoelhamos para que ela entrasse e procurasse a Jaqueline. Cinco minutos depois, toda serelepe e saltitante, Jaqueline apareceu e o alívio por vê-la foi tanto que até esquecemos de xingá-la.

Entreguei o texto e ela me deu a excelente notícia de que um e-mail do Jorge, meu entrevistado, estava a minha espera no meu In Box. Assim que eu lhe enviei a matéria, ele ligou para a professora (são amigos pessoais) fazendo mil elogios e dizendo que tinha achado muito legal o seu perfil. Ganhei o dia. Feliz da vida, achei até que a gente merecia matar a sede com uma cerveja. Quando entrei no Cerveja Azul, a primeira coisa que o dono do bar me perguntou era se eu estava brava. Fama de má é fama de má. Depois fomos, sempre eu e Júlio, até o black dog e voltamos para casa. Passamos na academia perto de casa para perguntar o preço (sim, eu o estou convencendo a perder a barriguinha e me fazer companhia na hora da malhação). Valeu, Júlio. Pela companhia agradável, pelas conversas inteligentes ou não e pelas boas risadas de ontem e de sempre.

Posted by subversiva at 08:21 AM | 5 Comentário (s)

E-mail do Jorge

E o e-mail no meu In Box era esse:

Minha menina,
Maravilhoso! Nao meu perfil, mas o seu texto! Voce foi (é) fiel ao
dialogado. Guardei seu nome, e estou certo que verei voce muito longe.
Parabens!

Beijo,

JorgeLG.

PS. Farei pequenas correcoes e lhe enviarei.

Posted by subversiva at 08:22 AM | Comente

Diálogos pós-modernos

Universidade, setor de cobrança.

- Leonor, que bom te ver por aqui!
- Você acha mesmo? Eu não acho.
- É que você é uma garota muito simpática.
- Nossa, fazia tempo que eu não ouvia isso.
- Por que?
- Porque eu não sou lá um primor de simpatia (...)

(...)

- Você veio saber do Fies, né?
- Sim. Queria saber quanto é que eu terei de pagar no ano que vem com o aumento de 12% da mensalidade.
- Olha, na verdade será um aumento de 15%.
- Nossa!!!!!! Que bica!!!!! Não acre...
- Você é tão bonita falando!
- Hein?????
- É... faz tempo que te vejo pelos corredores aí e sei que você não tem nada a ver com essas patricinhas da faculdade.
- Se...se...será?
- Eu sei. Você é diferente.
- Obri...bri...ga...ga...da.
- Mas eu não quero que você pense que eu estou te cantando.
- Tu...tu...tudo be..bem...

Já imaginaram a minha cara de xuxu?

Posted by subversiva at 08:24 AM | 10 Comentário (s)

Surpresa

Sim, estou surpresa com minhas notas. Não queria ficar de sub, mas achei que seria inevitável quando fiz a prova da Sônia Banza (que, na verdade, é uma ótima pessoa). Até vir a surpresa. Passei direto, sem sub. Provavelmente ela me deu uns pontinhos a mais para isso porque fui muito mal. Contei, então, com a possibilidade de ficar de sub da Maria Tereza. A notícia boa veio às 6h30 da manhã. Fui melhor nesse semestre do que no passado. Como isso é possível, não faço idéia. O caso é que estou livre das aulas de semiótica, ciências da linguagem, semântico, pragmático e sintático. Tenho pena dos alunos que estão passando para o segundo ano.

Observações finais: também já passei em Teoria da Cultura e Jornalismo On Line. Faltam apenas as notas de quatro matérias para eu declarar férias definitivas.

Posted by subversiva at 08:25 AM | 19 Comentário (s)

Post especial pro Marito

The Toxic Avenger

Posted by subversiva at 10:28 AM | 3 Comentário (s)

November 27th, 2003

Qualquer coisa, estarei em uma externa no CEU. Algum recado para Jesus?

Posted by subversiva at 07:28 AM | 1 Comentário (s)

Mais uma boa notícia!

Minha vida agora é repleta de boas notícias. Tirei 7 no Fatigatti e passei direto nele também. Faltam apenas 3 matérias. Iupi!

Posted by subversiva at 07:36 AM | 1 Comentário (s)

A-DO-REI

Adorei a figurinha abaixo, que eu vi no blog da Deh. Por isso, estou plagiando mesmo!

Posted by subversiva at 07:43 AM | 3 Comentário (s)

A Revolução Não Será Televisionada

Posted by subversiva at 07:58 AM | 2 Comentário (s)

Imagem mais-que-foda do dia

Posted by subversiva at 08:10 AM | 2 Comentário (s)

November 28th, 2003

...

São 5h56 da manhã e eu acabei de chegar em casa do velório da mãe da Bia. Estou aqui vendo e-mails e vou tomar um banho para ir novamente para lá dar uma força para a minha amiga. Provavelmente, não postarei mais nada por hoje....

Posted by subversiva at 04:50 AM | 5 Comentário (s)

Posted by subversiva at 08:55 PM | 3 Comentário (s)

November 29th, 2003

Dá pra acreditar que são 23h de sábado, acabou de tocar o telefone e era o cara do setor de cobrança da faculdade?

Posted by subversiva at 09:56 PM | 8 Comentário (s)

Amanhã tem...

Coringão. E eu vou! É dia de me despedir com um "até logo" do Timão, porque provavelmente eu não vá no próximo jogo. Até a próxima temporada e eu espero que tudo volte muito melhor. Novas contratações e uma faxina na diretoria, mesmo continuando por mais dois anos com Dualib e companhia bela.

Sigam-me os bons!

Posted by subversiva at 10:05 PM | 3 Comentário (s)

Como diz o Franz: esse era o cara!

(You're the) Devil in disguise
Elvis Presley


You look like an angel
Walk like an angel
Talk like an angel
But I got wise
You're the devil in disguise
Oh yes you are
The devil in disguise

You fooled me with your kisses
You cheated and you schemed
Heaven knows how you lied to me
You're not the way you seemed

You look like an angel
Walk like an angel
Talk like an angel
But I got wise

You're the devil in disguise
Oh yes you are
The devil in disguise

I thought that I was in heaven
But I was sure surprised
Heaven help me, I didn't see
The devil in your eyes

You look like an angel
Walk like an angel
Talk like an angel

But I got wise
You're the devil in disguise
Oh yes you are
The devil in disguise

You're the devil in disguise
Oh yes you are
The devil in disguise
Oh yes you are
The devil in disguise

Posted by subversiva at 10:16 PM | 6 Comentário (s)

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