Entries for December, 2003
November 30th, 2003
Azar no jogo, azar no amor
Faz algum tempo que reencontrar os amigos é a única coisa boa nos estádios. Quando o Corinthians vai mal das pernas, nos resta apenas colocar a conversa em dia. Hoje não foi diferente. Com os dois a um para o Bahia, foi preciso a presença de Rafa, Teco, Gordinho e JC para salvarem o meu dia. Claro que tinha muito mais gente conhecida na arquibancada (encontrei até o Rogério, né Roger?!), mas foram esses amigos ilustres que me fizeram dar boas risadas.
Histórias impagáveis, amendoim doce, caras engraçadas, gargalhadas na arquibancada. Ninguém me tira o prazer de ir a jogos e vibrar (ultimamente nem tanto) com esses doentes pelo Timão.
* hoje aconteceu uma cena impagável no jogo. Uns 50 malucos estavam gravando um comercial ou um documentário. No intervalo, eles tinham de fingir que estavam apreensivos e logo em seguida vibrando com o gol. Agora imaginem 5 mil malucos dos Gaviões olhando para aquilo, sem entenderem pícaras.
Posted by subversiva at 09:34 PM |
Diálogos pós-modernos
Gordinho para mim:
- E o Luquinhas?
- Tá bem! Já fez dois anos! Grandão, falando um monte de coisas já.
- E o Corinthians?
- Não sei... faz tempo que não vejo! :(
Posted by subversiva at 09:36 PM |
December 1st, 2003
Prêmio
Hoje eu vou tirar a barriga da miséria no Prêmio. Festança bancada pela Fundação Itaú + Unicef. Dose vai ser agüentar a chata da cidade (Daniela Mercury) e o marido da Celebridade (Tony Belloto) de mestres de cerimônia. Tudo compensado pelo coquetel monstro que rola em seguida. Esperei o ano inteiro por esse evento e é hoje!!!!!!!!!
Posted by subversiva at 06:46 AM |
... e eu cheguei por aqui e tive de ficar sentada na chuva até chegar alguém para abrir a casa. Sinal de sorte?
Posted by subversiva at 06:50 AM |
Sensível?! Eu?!
É isso que dá ouvir porcarias no rádio.
Posted by subversiva at 06:55 AM |
Estou a dois passos do paraíso
Ainda bem que quinta e sexta foram dias atípicos. Além de muita tristeza, muita choradeira, abraços apertados e despedidas durante tarde, noite, madrugada e manhã (exatamente nessa ordem), ainda teve a minha manhã de quinta e tenho que deixar um registro do meu passeio no CEU.
O pesadelo começou quando fomos avisadas (eu e Chacal*) que iríamos à uma visita monitorada no CEU (Centro Educacional Unificado) Butantã. Acordaríamos cedo no dia seguinte e seguiríamos até o outro QG de nossa ONG para nos encontrarmos com outras pessoas que iriam para o tal passeio.
O dia em que eu descobri que o CEU não era lugar para mim
Cena 1:
Quinta, 9h30. Quartel General 1 da ONG. Chacal de saia rodada, camiseta rasgada e sapatinho. Parecia a boneca de sempre. Eu de calça cheia de bolsos e blusa da adidas. Tinha ido mais arrumadinha nesse dia (acho que senti cheiro de encrenca).
No horário combinado, chegamos na casa 1 para encontrarmos as outras pessoas que se aventurariam conosco na escola da Marta. Não sei da onde eu e Chacal imaginamos que teria uma Van a nossa espera. Acho que foi o fato de termos pensado que, junto a nós, iria mais uma porção de gente da ralé da organização. Sim, um passeio para os estagiários.
Qual não foi nossa surpresa quando descobrimos que, ao invés da caravana de Carapicuíba, iam conosco a Maíra Silva* (coordenadora), Ângela Maria* (assessora da coordenadoria geral) e Dona Setúbal (sim, ela mesma, a intocável presidente da ONG, filha dele, sim, ele mesmo, o excelentíssimo senhor dono daquele banco).
Ao receber a notícia, vi Chacal mais branca do que já é. No mínimo era piada. Decidimos então, confirmar com a nossa chefia aquele terrível engano e, assim, estaríamos livres do “passeio” no CEU:
- Iguana*, temos um problema por aqui. Eu e a Lelê* não podemos ir acompanhadas dessas pessoas para o CEU – disse Chacal, desesperada.
- As bam-bam-bans já estão avisadas de que vocês duas irão – respondeu Iguana, calmamente.
- Tem certeza de que você mandará a Lelé com Dona Setúbal??? – salientou Chacal, agora quase chorando.
- Peraí... ela está de bermuda? – falou Iguana, mudando o tom de voz e demonstrando um pouco de preocupação.
Cena 2:
Quinta, 10h. CEU Butantã. Eu e Chacal achamos que havia uma movimentação diferente. Já sabíamos que não poderíamos nadar nas piscinas do CEU com aquelas presenças ilustres. Pensamos que apenas visitaríamos o espaço da escola até avistarmos um ou outro jornalista correndo para dentro do anfiteatro. A essa altura, não falávamos mais em passeio, mas sim em abate ou seqüestro.
Por um momento, fui tratada da mesma maneira de Dona Setúbal. Ela ganhou a pulseirinha azul de identificação e eu também. Unidas por um erro ou por um mero detalhe. Foi quando “a intocável” abriu a boca e cantarolou meia dúzia de palavras:
- Esse vento acaba com nosso cabelo.
Mais de meia hora depois de juntas, com as pulseirinhas iguais, ela demonstrou sinais de que tinha me visto e resolveu falar comigo. Provavelmente falou porque não tinha me reconhecido debaixo de todo o meu cabelo, que, por causa do vento, estava todo na cara.
Agora que estava mais enturmada, decidi entrar no anfiteatro, sempre acompanhada por Chacal. O lugar estava tomado de colegas da imprensa: rádio JP, Eldorado, Bandeirantes, CBN, TV Record, Globo e mais um monte de veículos. E nós não entendíamos o porquê.
Chacal, ao contrário de nossas outras acompanhantes, lembrou-se de que era pedagoga e correu para conversar com as crianças, sentadas e esperando para se apresentarem na orquestra de cordas dos alunos dos CEUs. “Acordei 5h30 para vir para cá e mandam a gente ir de um lado para o outro o tempo todo”. A declaração da menininha quase arrancou lágrimas de Chacal.
Separadas dos pimpolhos, fomos sentar na ala dos convidados, junto com nossas (agora) amigas. “Isso aqui pode piorar?”, perguntava Chacal o tempo todo. Sempre pode. Corre-corre de jornalistas. Rodeiam um senhor parecido com o Alfred, mordomo do Batman. Quando ele se aproxima, o reconheço. Era Abílio Diniz, dono de toda a rede Pão de Açúcar, Extra, Barateiro, Sé etc e dos meus centavos que as caixas nunca devolvem de troco. Acho que ele nunca mais engordou depois do seqüestro. Com poses de quem tem uma auto-estima excelente e cara de “se eu fosse você, eu daria para mim”, ele começou a ser entrevistado por um monte de jornalistas fêmeas. “Isso aqui pode piorar?”. Deja vu. Mais uma correria e dessa vez era o dono do Santander/Banespa. Sim, ele mesmo, o gringo dono do banco que me sacaneia todos os meses. “Isso aqui pode piorar?”. Linda, loira e fã da Hebe. Segundo a Mia*, mais uma das avós da Barbie. Marta Suplychique bem na minha frente.
Pela primeira vez, me arrependi de seguir um conselho da minha mãe. “Não ande com essas companhias”, “leve um guarda-chuva porque vai chover”, “esse cara não serve para você”. Quase sempre eu obedeço. Mas o conselho para “não andar armada”, me tirou o título de terrorista do mês. Abílio, Setúbal, Marta e Gringo. Tantas cabeças-alvo juntas. Tão perto e tão longe.
- Eu gostaria de dizer que... eu sou o máximo! – disse Abílio.
- Estoy a ca para blá blá blá blá – frisou o gringo.
- Porque o titio Abílio, crianças, comprou um montão dessas coisas com cordinhas que nós chamamos de vi-o-li-no, portanto não quebrem – completou Marta.
- Isso aqui pode piorar?
Depois da apresentação das orquestras (dos alunos do CEU Butantã e do projeto “Acorde para as cordas”, do Pão de Açúcar), que por sinal foram impecáveis, resolvemos conhecer o espaço do CEU, mas isso é motivo para uma outra crônica.
O dia ainda teve:
A Chacal perguntando para o cinegrafista da Rede Record quando chegariam os salgadinhos e ele respondendo “Minha filha, eu sou da IMPRENSA.”
Grande bosta. Eu também sou e nem por isso consegui me safar dessa falsa visita monitorada.
A Chacal mostrando-se uma verdadeira revolucionária e mostrando outras coisas também. Ela disse que era culpa do vento que tinha levantado sua saia, mas lá pela quarta ou quinta vez que ela mostrou a bunda pra todo mundo, eu percebi que se tratava de um protesto. Ela nega, mas agora eu sei que ela é comunista e ganhou uns pontos comigo.
E a reflexão, depois de um baita trânsito na Rebouças, na volta para a ONG, de que ir para o CEU não vale a pena. Pelo menos eu encontrei pessoas por lá que eu jamais pensaria encontrar.
* Os nomes foram trocados para evitar constrangimentos (e demissões).
Posted by subversiva at 10:02 AM |
December 2nd, 2003
Constatações da noite
Sem um pingo de álcool no sangue (no coquetel só tinha vinho e eu odeio vinho), lá fui eu para dentro do Teatro Abril. Sem namorado (achei que esse seria o primeiro evento do Cenpec que eu me arriscaria a levar uma pessoa do sexo oposto que me beija na boca), com meus personal amigos Tabajaras, Júlio e Clarita; mais minha mãe; minha chefe querida; sua (que agora é minha também) amiga Lúcia e sua (que agora é minha também) irmã Mari, adentramos o recinto abarrotado de gente. E lá estavam:
- os garçons mais bonitos da face da Terra (meu deus do céu, o que que era aquilo?! Alguém anotou a placa? Eram caminhões demais para minha areia)
- amissíssimos queridíssimos
- a maior concentração de jabiracas de todo o Universo
- o Raí (sim, aquela bicha são paulina - se bem que isso é pleonasmo - que deixou a mulherada louca. Eu dei uma ou outra olhada para ver se conseguia xingá-lo, claro!)
- a pior mestre de cerimônias que eu já vi em toda a minha vida (sim, Daniela Mercury é uma burra e deixou todo mundo boquiaberto com as asneiras que dizia. Segundo a Bia, a Xuxa faria melhor, mas eu acho que até a Carla Perez faria melhor)
- as MELHORES trufas que eu já comi (e já to morrendo de saudades porque nunca mais vou comer uma igual)
- um cenário maravilhoso, uma apresentação fantástica, um grupo de dança lindíssimo e vídeos emocionantes
- Acerola e Laranjinha (que são realmente engraçadinhos e a babybrink provavelmente lançará bonecos com a cara deles)
Constatações da noite:
- eu não gosto de comida de rico;
- eu não gosto de rico;
- eu não gosto de trufa, eu AMO trufa;
- a Clarita fala demais.
Presenças ilustres:
- Eu, Júlio, Clarita, Mamãe, Bia, Mari, Lúcia, Carol, Dani, Amanda, mãe da Amanda, namorado da Amanda, Ana Chica, filhos da Ana, Maju, She, Priscila, Neidoca, Ivanizinha, Mirene, irmã da Mirene, Flávia, filha da Flávia, Zé, Ivana, Myura, Renata, Pedro, namorada do Pedro, melhor amigo do Pedro, cara que mora com o Pedro, caseiro do Pedro, filho do cunhado do genro do Pedro e mais uma porção de gente legal que eu esqueci de colocar aqui.
Presenças irrelevantes:
- Cláudio Lembo, Olavo Setúbal, Maria Alice Setúbal, Roberto Egydio Setúbal, Cida Perez, Chalita, Henry Sobel e Romeu Tuma.
Posted by subversiva at 07:29 AM |
e ponto final
.
Posted by subversiva at 10:34 AM |
December 3rd, 2003
Ainda vai levar um tempo pra fechar o que feriu por dentro
Não é essa a música da Malhação (novelinha teen que passa todos os dias a tarde)? Pois então, é a nova trilha sonora da minha vida. Ontem decidi ir na academia e fazer a minha matrícula. Parafraseando a Clarita: "o que é um peidinho pra quem já está cagado?"
Agora eu tenho direito a um personal trainer (palmeirense, mas gente fina) e aulas até de yoga e street dance. E é óbvio que não vou fazer porque para isso eu tenho dois pés esquerdos.
Meu personal (ok, ok, ele é de toda a academia, mas eu acho chique dizer que tenho um só para mim) é uma pessoa adorável e me disse que eu tenho conserto. Já me passou uma dieta e liberou uma trufa por dia (ele não é lindo?!). Além de ser realmente bonito.
Ele me disse que qualquer coisa era para deixar um recado na recepção e ele iria a noite me ver. Ninguém nunca disse isso para mim. E eu, rápida, respondi:
"Que tipo de recado você gosta de receber? 'Marcos, socorro, estou morrendo, preciso comer' ou 'você viu que estreou um filme lindo no cinema ontem? Quer ir?'"
Sem graça, ele falou que podia ligar no celular dele para as duas coisas.
3 meses para malhar e voltar outra mulher para a universidade. Pelo menos, se eu não me der bem em uma redação, já poderei ser a "garota gostosa do tempo".
Posted by subversiva at 10:46 AM |
Desdobramentos
+ histórias da premiação de segunda no
blog do Júlio
Posted by subversiva at 11:08 AM |
São Francisco Califórnia
Viva ele! Passei em técnicas de som e imagem direto! Sim, não estou de dp! Sim, sim, sim. Viva o Armandão e viva o meu decote, porque se aquele homem é viado, então ele queria ser como eu.
Posted by subversiva at 11:13 AM |
December 4th, 2003
Nessa bumba eu não ando mais...
Subindo a rua do ponto de ônibus hoje de manhã. Busão pára antes pra eu subir. "Bom dia" do motorista e uma piscadinha pra mim. No destino certo, desço e ouço as buzinadas. Olho para dentro do ônibus onde estava e mais uma piscadinha do motô. Pra puta que pariu porque hoje eu não estou com paciência.
OBS:
Ainda: saí de casa às 7h10 (deixando de lado o fato de eu entrar no trampo às 7h), peguei o ônibus às 7h15 e cheguei no trabalho às 7h35, sendo que demoro 30 minutos de busão todos os dias. Percebi que o motorista não entendia lá muito de matemática (ou de física).
Posted by subversiva at 07:31 AM |
...
... acabou de entrar uma borboleta voando aqui na sala e pousou em cima do meu monitor. Me impressionou porque, como estão as coisas aqui no serviço, era mais provável que entrasse um urubu e pousasse no micro. E, antes, cagasse na minha cabeça!
Posted by subversiva at 07:42 AM |
Vocês já devem ter percebido que eu escuto muita música xixi/cocô quando escrevo por aqui, né?! A explicação é a de que eu estou quase sempre ouvindo as merdas que tocam nas rádios. Gasta menos pilha e polui menos o planeta. Convenci?
Posted by subversiva at 07:54 AM |
Vai encarar?
Elaine subindo a Av. Brigadeiro Luiz Antônio, tarado descendo. Tarado passando a mão na coxa de Elaine, Elaine ficando indignada e revoltada. Elaine correndo atrás do tarado, tarado parado por um motoboy. Elaine quebrando o tarado em dois, tarado caído no meio da rua.
Porque vocês acham que ela é tão minha amiga?
* A mulher da foto não é Elaine.
Posted by subversiva at 08:06 AM |
Diálogos pós-modernos
Enquanto isso, no icq:
Teco (08:27) :
eu ate pensei em comprar akeles bagulho de treinar soco e chute q pendura no teto... pra aliviar o stress.. mas eh foda IHAUHAUA
^Lele^-8 (08:28) :
nossa
eu queria, mas do pequenininho
Teco (08:30) :
imagina toda noite ter no que bater, chutar, socar... q lindo hahaha
Teco (08:31) :
eu nem ia precisar casar mais HEHEHEHE
Posted by subversiva at 08:09 AM |
Um dos melhores posts que já li
Copiado
daqui. Viu, Rogério? Não precisa me processar por direitos autorais.
TODO MUNDO TÁ FELIZ...
Mais uma vez o São Paulo foi eliminado de uma final.
A metade argentina do Morumbi estava muito feliz ontem à noite por ter ganho.
A metade tricolor estava feliz por ter tomado no cu.
Posted by subversiva at 08:24 AM |
December 5th, 2003
Homofóbica
São Paulino é igual mulher de malandro:
perde, forma o barraco e ainda apanha em casa!
Posted by subversiva at 07:17 AM |
Antecipado
Para todos, meu voto de Boas Festas.
Posted by subversiva at 07:18 AM |
Saudades da Thayomara
Adoro a cozinha da ONG. Hoje eu cheguei e quando entrei lá estava tocando:
"O seu nome eu escrevi na areia,
a onda do mar apagou,
em cada por-do-sol a saudade incendeia
meu coração..."
E esse post chama "Saudades da Thayomara" porque ela com certeza lembraria quem é o maldito grupo brega que canta essa música.
Posted by subversiva at 07:25 AM |
Mela-cueca é a mãe
Julião, liguei o rádio hoje e adivinhe a música que estava tocando: Never Say Goodbye, do Bon Jovi. Então está aí mais uma música xixi/cocô, dedicada para você!
As I sit in this smokey room
The night about to end
I pass my time with strangers
But this bottle's my only friend
Remember when we used to park
On Butler Street out in the dark
Remember when we lost the keys
And you lost more than that in my backseat, baby
Remember when we used to talk
About busting out - we'd break their hearts
Together - forever
Never say goodbye, never say goodbye
You and me and my old friends
Hoping it would never end
Never say goodbye, never say goodbye
Holdin' on - we got to try
Holdin' on to never say goodbye
Remember days of skipping school
Racing cars and being cool
With a six pack and the radio
We didn't need no place to go
Remember at the prom that night
You and me we had a fight
But the band they played our favorite song
And I held you in my arms so strong
We danced so close
We danced so slow
And I swore I'd never let you go
Together - forever
Never say goodbye, never say goodbye
You and me and my old friends
Hoping it would never end
Say goodbye, never say goodbye
Holdin' on - we got to try
Holdin' on to never say goodbye
I guess you'd say we used to talk
About busting out
We'd break their hearts
Together - forever
Never say goodbye, never say goodbye
You and me and my old friends
Hoping it would never end
Say goodbye, never say goodbye
Holdin' on - we got to try
Holdin' on to never say goodbye
Posted by subversiva at 07:55 AM |
Alguém se habilita?
Tem alguém aí a fim de me seqüestrar e me levar para um desses dois lugares?
Posted by subversiva at 11:06 AM |
December 6th, 2003
* Só para postar o meu agradecimento a todos que dividiram a mesa comigo ontem e me fizeram dar gargalhadas. Estava precisando.
* O
Júlio fez resenhas prá lá de inteligentes de alguns blogs que a gente costuma acessar. Vale a pena!
* Ontem fui até a faculdade ver a minha última nota que faltava. Passei direto na Jaqueline também. Estou de férias. E sentirei saudades dos meus amigos de faculdade durante esses meses.
* Qualquer festa, qualquer balada, qualquer conversa, qualquer besteira, qualquer saudade são motivos suficientes para vocês me ligarem esses três meses de férias. Já sabem onde me encontrar. Por favor, me procurem!
Posted by subversiva at 04:29 PM |
* A
Deh fez uma propaganda do meu blog no blog maravilhoso dela. Espero que ela atraia seus amigos para cá! Valeu, Deh! :o*
* A
Dani fez um post especial para mim e me deixou toda feliz. Obrigadão, Dani! Também admiro você.
* O
Marito postou uma foto de bigode para eu ver como ele é. Tá ótimo, Mário. Muitíssimo obrigada!
Beijão para todos!
Posted by subversiva at 04:36 PM |
December 8th, 2003
Cheque-sem-fundo
Sábado de manhã e lá fomos, eu e mamãe, no Brás fazer compras de Natal. Infernal.
Consegui comprar:
- uma mini-saia pra mim
- duas calças pra mim
- um maiô pra mamãe
- uma bermuda pro papai
- um presente pro meu irmão (que eu não vou dizer qual é pq de vez em qdo ele acessa aqui)
- uma toalha do Monstros S/A pra minha prima, madrinha do Lucas.
Para o Luquitas, eu já tinha comprado 3 dvds de desenho animado e ainda vou comprar um brinquedo.
Ainda faltam alguns presentes, porque ontem de noite eu fui fazer compras no shopping (!!!!) e não sabia que as lojas fechavam as 20h. Cheguei lá as 19h30. :)
Posted by subversiva at 07:28 AM |
Um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar
Sábado, 11h30. Adidas do Brás. Desesperada para conseguir a atenção de um vendedor. Desesperada para conseguir um único espaço dentro da loja. Uma brechinha e eu consigo chegar até o balcão.
- Moça, moça... MOÇA!!! - grito para a vendedora.
- Moça, quanto é essa calça do Corinthians? - pergunta o rapaz do meu lado para a mesma vendedora.
- Eu chamei ela primeiro - digo educadamente ao rapaz e me viro para olhá-lo nos olhos.
- Ju...ju...juninho!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ca-ra-leo!!!!!!!!!!!! - agora eu estava aos pulinhos.
- LELÊ!!!!!!!!!!!!! Puta que pariu!!!!!!! - me dando um grande abraço.
Até esquecemos a vendedora. Juninho é amigo de muito tempo. E eu sinto muitas saudades do tempo em que eu ia buscar uns cds na galeria e lá estava ele, vendendo e conversando com as menininhas na porta da lojinha. Sinto saudades do tempo do Predinhus e dos almoços no Lagoa. Agora ele se filiou a Camisa 12 (incentivado pelo Gabs) e tem ido a alguns jogos.
Depois do impacto inicial, comprei o maiô, ele comprou a calça do Corinthians e nos despedimos, com promessas de marcarmos algo nos próximos dias.
Meia hora depois, estávamos dentro de uma loja comprando a bermuda para o meu pai e...:
- Ê Lelê... quando é pra gente se ver não tem jeito mesmo!!!!!!
Era ele de novo. Comprando o boné do Corinthians. Adoro esse garoto. Adoro.
Qual é a possibilidade de encontrarmos a mesma pessoa, que não vemos faz tempo, no sábado, na hora do almoço, duas vezes seguidas, na época de natal, no Brás?
Posted by subversiva at 07:59 AM |
Mudança de Planos
Se tudo desse certo, no ano-novo eu ia pra Floripa ver o Pinduka, com o Juninho do Brás, o Gabriel e o Luquinhas, mas como tudo deu errado, eu não vou mais.
Também não vou ficar em São Paulo, para a tristeza do Julião que vai amargar um reveillon sozinho no cimento. Vou para Vinhedo, fazer um churrasquinho no sítio, tomar muita cerveja, jogar sinuca e ping-pong, nadar, me bronzar, cair na piscina no primeiro minuto de 2004, morrer de medo das aranhas que povoam aquele ambiente, curtir umas baladinhas com os primos na Cachaçaria, no Jah, No Wooly Booly. E ainda ligar pro Rafael, pedir pra ele sair de Conchal, pegar um ônibus e ir me encontrar em Vinhedo.
Posted by subversiva at 08:09 AM |
Pensamento Positivo
Os 3 novos membros da minha família (Bia, Mari e João) foram almoçar em casa no domingo. Adorei a companhia. Amo vocês! E vai dar tudo certo daqui pra frente...
Posted by subversiva at 08:12 AM |
171 - pequenas histórias de condomínio
Interfone toca no domingo.
- Quem fala? - pergunta a voz do outro lado da linha.
- Lelê...
- Grande porcaria - responde a voz super educada.
- Quem é? - digo, mais alterada.
- Gabriel, do 171.
- Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! - entusiasmada e pensando "Gracinha, gracinha!".
- Vem ver um filminho comigo aqui?
- ÃHN?! - sem entender. Ele nunca me fez um convite assim.
- Vc está ocupada? Sobe aqui pra ver um filme.
- Não posso, tem amigos meus aqui.
Na verdade, meus amigos não eram meus impecílios, tanto é que eles foram embora meia hora depois. Só que filminhos nos apartamentos alheios são pra lá de perigosos. Principalmente quando o apartamento fica no mesmo prédio que o seu.
Posted by subversiva at 08:20 AM |
December 9th, 2003
Ajudem o Marito
Quem matou Odete Roitman?
Posted by subversiva at 07:01 AM |
Post interativo
Listem os 10 melhores livros que vocês já leram (não precisa ser na ordem):
1 - As Boas Mulheres da China (Xinran)
2 - Showrnalismo (José Arbex Júnior)
3 - A Noite (Elie Wisel)
4 - A Ditadura Envergonhada (Elio Gaspari)
5 - Corinthians: é preto no branco (Nirlando Beirão e Olivetto)
6 - Banhos de Sangue (Noam Chomsky)
7 - O diário de Bridget Jones (esqueci o nome da mulher que escreve)
8 - As mentiras que os homens contam (L. F. Veríssimo)
9 - Por uma outra globalização (Milton Santos)
10 - A vingança da história (Emir Sader)
Nem sei se são esses os meus preferidos, mas eu fui lembrando e listei livros que eu achei muito bons! Depois eu listo outros 10, conforme eu for lembrando.
Posted by subversiva at 07:11 AM |
Pura Sedução!
Posted by subversiva at 07:15 AM |
Viva os anos 80! Morte às polainas!
Tô pegando forte na malhação! Mas o melhor foi a visitinha de ontem na academia...
*pegando a mania dos posts subliminares da
Deh.
Posted by subversiva at 07:20 AM |
December 10th, 2003
Como fazer um estagiário feliz
* Diga a ele que sairá de recesso a partir do dia 19 de dezembro.
* Em seguida, conte-lhe que só voltará para o trabalho depois do dia 12 de janeiro.
Precisa de mais?
Posted by subversiva at 07:27 AM |
Como fazer uma mulher feliz
* Chame-a para buscar o teste de avaliação física.
* Diga a ela que está tudo bem e que suas gordurinhas tem solução.
* Logo após, chame-a para ir ao cinema e deixe-a escolher o filme.
* Se, em um ataque de romantismo, ela escolher assistir "Simplesmente Amor", não discuta. Vá e pague os ingressos.
* Mesmo sendo um personal trainer, deixe-a comer pipoca com manteiga.
Posted by subversiva at 07:36 AM |
[img:83140]
Posted by subversiva at 07:44 AM |
Bizarro é a mãe!
Após acidente, quadro clínico de Ozzy Osbourne é "estável"
da Folha On Line
O cantor britânico de rock Ozzy Osbourne se encontra em situação "estável", após o acidente sofrido ontem quando conduzia seu quadriciclo, anunciou um médico do hospital Wexham Park, de Slough (oeste de Londres).
"Esperamos a confirmação de que tudo está bem em relação ao pescoço", declarou o médico Dick Jack.
O ex-solista do grupo Black Sabbath, 55, passou a noite na Unidade de Tratamentos Intensivos (UTI), disse o médico, segundo o qual Osbourne não pode falar por enquanto, pois ainda está intubado.
O médico frisou que seu quadro "progride de modo constante e se encontra estável" e sua recuperação "será lenta".
"Sua mulher Sharon chegou de Los Angeles e foi direto para o hospital com [sua filha] Kelly para ver Ozzy", informou o porta-voz da família, Bill Greer.
"Continua respirando por aparelhos e não pode se comunicar com elas, mas sei que (Sharon e Kelly) ficaram falando com ele durante algum tempo e ficaram do seu lado", disse Greer.
Posted by subversiva at 07:49 AM |
1.399 kcal
É o que eu posso consumir diariamente.
A partir de hoje, só bebo Bohemia Light.
Posted by subversiva at 07:56 AM |
Posted by subversiva at 11:20 AM |
December 11th, 2003
Sem internet a manhã toda... e o meu bom-humor está em alta!
Posted by subversiva at 11:18 AM |
E você? O que vai fazer em 2004?
Quando não tem internet por aqui e você já realizou todo o trabalho do ano que podia fazer sem estar on-line, começa a procurar algo que não esteja relacionado à labuta. Liga o rádio e procura uma música boa. Abre a bolsa e vê se acha alguma coisa dentro para se divertir, mas lembra que não é daquele tipo de mulher que tem o dom de carregar a casa dentro de uma pochetinha. Então, como lembra que é jornalista e adora escrever, abre o Word enquanto reza por um milagre ou para que a internet venha, pelo menos, junto com o Papai Noel no dia 25 (quando eu conseguir postar isso, o milagre já terá acontecido). E o que escrever quando se está puto da vida, de mau-humor porque não consegue viver sem esta maldita tecnologia? Lista de planos para 2004:
* transformar gordura em músculo.
* beber cerveja só 2 x por semana.
* não atender telefonemas de ex.
* não ficar derretida quando atender telefonema de ex.
* não ligar para ex.
* usar mini-saia na faculdade.
* tomar sol de fim-de-semana.
* procurar mais um emprego.
* fazer jiu-jitsu (sem segundas intenções).
* ir tomar um suco com aquele professor de jiu-jitsu (pois é, pessoal. Vocês viram que ele me chama pra tomar alguma coisa com ele faz muito tempo, mas eu estou sempre adiando).
* tirar uma noite por semana só para conversar com amigas mulheres.
* telefonar mais para os meus amigos.
* ir aos ensaios da Gaviões.
* ser menos tolerante com algumas coisas.
* ser mais tolerante com outras coisas.
* ficar menos de mau-humor.
* levar o Lucas no parque aos domingos.
* ler mais.
* escrever mais.
* discutir menos.
* ver mais o Corinthians.
* escrever mais artigos sobre o Corinthians.
* não me importar com o sucesso do Caetano Veloso.
* ir mais ao cinema.
* aceitar convites para ir mais ao cinema.
* ir ao El Kabong pelo menos duas vezes ao ano.
* parar de roer unha definitivamente.
* fazer um check-up geral.
* não esperar e-mails que não chegarão.
* não me importar se e-mails não chegarem.
* andar mais de bicicleta.
* odiar menos a São Judas.
* odiar menos o Lenny Kravitz.
* odiar menos os Engenheiros do Hawaii.
* ir para Florianópolis ver o Pinduka.
* ir para Conchal ver o Temporão.
* zoar menos a Clarita.
* me importar só com quem gosta de mim.
* tratar com desdém quem me desdenha.
* comprar menos.
* boicotar mais.
* rir mais.
* xingar menos.
* aprender que quando as pessoas marcam de chegar às 20h, elas chegam às 22h.
* comer menos porcaria.
* não comer cachorro-quente na porta da faculdade.
* não deixar os professores saberem meu nome.
* usar menos tênis.
* usar mais salto.
* não pintar tanto o cabelo.
* não cortar o cabelo sozinha.
* ver um pôr-do-sol.
* ver uma noite de lua cheia acompanhada.
* procurar um namorado para cinemas de domingo à noite.
* jogar mais fliperama.
* fazer uma cara mais simpática quando eu entrar no Cerveja Azul para que o dono não pense que estou ali para um atentado terrorista.
* ser mais terrorista.
* ser mais clandestina.
* roubar mais coisas no Pão-de-Açúcar.
* visitar os amigos.
* odiar menos a outra família do Lucas.
* chorar um pouco mais.
* gostar mais dos professores no próximo ano.
* aturar filmes com a Meg Ryan.
* ver programas políticos.
* tomar mais sorvete com os amigos.
* comprar um pingüim de geladeira.
* escrever menos besteira.
* pensar menos besteira.
* falar menos besteira.
* sonhar menos com besteira.
E chega! É muita coisa para uma pessoa só fazer em um ano. Ainda bem que 2004 é bissexto.
Posted by subversiva at 11:24 AM |
O AMIGO DO ANO
“Ele é careca, mas é meu amigo.
Ele tem o crânio do tamanho de uma caixa d’água, mas é meu amigo.
Ele trabalha na Odebrecht, mas é meu amigo.
Ele é bundão, mas é meu amigo.
Adivinhem quem é?”
Enquanto isso, na ONG:
- Lelê, telefone para você.
- Quem é?
- É o Júlio. Quem é esse que liga todo dia? Teu namorado?
- Puta que pariu! Até tu?!
Enquanto isso, na Barra Funda:
- Puta merda, hein Lelê?! Atrasou de novo?
- Desculpa, Júlio. Estava arrumando a minha gaveta de meias.
Enquanto isso, na arquibancada:
- Gol!
- Filho da puta. Não grita gol antes da bola entrar no gol. Você zica o Corinthians.
- Desculpa, Lelê. É que eu não consigo me segurar. Eu fico nervoso.
Enquanto isso, no boteco:
Cerveja Azul. O mesmo bar de sempre. Segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sem hora exata, nem dia fixo. Adentra o recinto uma garota de calça larga, sempre com a cara emburrada e seios fartos. Ao seu lado, sempre ele. Camisa e calça social, pasta de pastor, pouco cabelo, bunda grande e andar rápido. Sempre a mesma cerveja. Duas Boehmias. Dois copos. Tim-tim. Um brinde ao Corinthians. O mesmo brinde de sempre. Hermes e Renato na televisão do bar é sempre. E sempre a mesma trilha sonora: um blues bem mal tocado pela banda do dono do bar. “Você está brava?”. É o que sempre pergunta o dono do bar para a garota emburrada. “Não. Ela é brava”. Sempre a mesma resposta dada pelo amigo. E voltam para a aula, ou para casa. Sempre. E não cansa.
Enquanto isso, enquanto aquilo, enquanto aquilo outro. Não tem para ninguém. O amigo do ano é mesmo o Julião. E sei que nossa amizade dura só mais dois anos, porque depois terei de mandar mata-lo já que esse sujeitinho sabe de TUDO da minha vida, mesmo as revelações que eu nunca pensei em fazer para ninguém. O Júlio sabe que a Lelê se apaixona. Que ela diz que ama. Que ela chora. Que ela tem nó na garganta. Que ela ouve e canta música do Bon Jovi. Que ela escreve errado de vez em quando. Que ela já fez isso, aquilo e aquilo outro em tal dia, tal hora e em tal lugar. Que ela não trai quando namora, mas que quando não namora ela fica com esse, aquele e aquele outro ao mesmo tempo. O Júlio sabe como ninguém agüentar o mau- humor dessa garota emburrada.
Não me procure com o Júlio em um motel (porque nós somos só amigos), na sala de aula (porque nós somos péssimos estudantes), na redação da Folha (porque nós somos ótimos jornalistas), na rede Globo (porque nós somos comunistas), na numerada (porque nós somos corinthianos de arquibancada), na igreja (porque nós somos ateus). Mas tenha certeza de que, se você me encontrar, o encontrará também. Ou vice-versa. Já somos uma entidade.
Existem pessoas que a gente não sabe porque gosta tanto. Na verdade, não existe uma explicação. Mas se me perguntassem porque eu amo tanto esse garoto, eu saberia a resposta na ponta da língua, por uma porção de motivos:
porque a gente consegue calar a boca de todo mundo que não acredita em amizade entre homem/mulher, ele é corinthiano, comunista, jornalista, escreve bem, é fiel, é leal, é confidente, gosta de ler, gosta de política, me acompanha da Barra Funda até em casa, da Barra Funda até a São Judas, escuta as besteiras que eu digo, escuta as coisas boas que eu digo, me diz coisas boas, me diz besteiras, me faz rir, me defende, me chama pra ir no cinema, me liga e não me deixa esquecer que tenho um amigo, mas acima de tudo, o Júlio é tão especial porque sabe de TODOS os meus defeitos e gosta de mim assim mesmo.
Posted by subversiva at 11:28 AM |
December 12th, 2003
Adeus ano velho!
Fim-de-ano promete. Sexta que vem tem três festas:
Aniversário da minha prova no Corcorans - pub irlandês no Itaim, com muita cerveja e petiscos.
Festa na academia - gente bonita, malhada, sarada, em um ambiente descontraído e azaração rolando solta.
Festa da empresa - bebedeira de quem está louco para entrar de férias e muitos vexames para contar quando voltarmos das férias.
Posted by subversiva at 07:56 AM |
Sabe quando você sonha com alguém e até no sonho o cara te sacaneia? É como se, até no sonho, te avisassem para não amolecer nem ferrando.
Eu quero meu sonho de quinta de volta!!!!!
Posted by subversiva at 08:06 AM |
Não basta ser mãe, tem que participar
Vovó, Vovô, Bia e eu, a mamãe, levamos Lucas, o pimpolho, para ver luzinhas e decorações de Natal por São Paulo. Um dos lugares escolhidos foi o Iguatemi, paraíso dos ricaços que está entre os cinco lugares mais caros do mundo para comprar. E lá fomos nós, com toda a nossa simplicidade estampada nas vestimentas.
Logo na entrada, Lucas resolveu abraçar três menininhas, todas vestidas iguais e acompanhadas por um senhor engravatado, provavelmente micro-empresário. O Lucas tem a mania de abraçar tudo quanto é menininha na rua (e eu estou falando sério), mas dessa vez ele abraçou as meninas erradas. Elas adoraram. Só que o pai, o senhor engravatado, percebeu que se tratava de um alpinista social e tratou logo de tirar suas crias da frente daquele pequeno aproveitador.
Lucas, então, resolveu tapear a Bia, que ainda não tem a mesma malícia de uma criança de dois anos. Acompanhe passo-a-passo a ação do meliante:
1-) Lucas pede colo para Bia.
2-) Bia dá colo para Lucas.
3-) Lucas aponta para Bia levá-lo a algum lugar fora dos olhos biônicos de seus avós e mãe.
4-) Bia o leva.
5-) Lucas, bem longe agora, grita "vovó, vovó" e aponta para o chão.
6-) Bia pensa que Lucas realmente viu a avó e o solta.
7-) Lucas corre desenfreadamente pelo shopping, aproveitando os minutos de liberdade.
8-) Bia se desespera.
Sorte que a mamãe aqui já está para lá de acostumada com o malandro de apenas 2, dois, II anos. Lucas demonstrou por A + B que tudo o que ele não queria naquele momento era estar naquele lugar. Demonstrou da pior forma possível, com gritos, choro, xingamentos etc. Puxou a mamãe mesmo.
Depois de agüentarmos os arretchutchos da criança - que não foram piores que os olhares constrangedores dos ricaços com seus sensores apitando: "Pobre Detectado" -, tomamos um sorvete e Bia nos trouxe em casa. Faltei na academia, mas correr atrás do Lucas valeu por dois dias de spinning, musculação e esteira. E ZZZzzzzZZZZzzzzZZZZZZZzzZZZZZZzzzzzzzzZZz
Posted by subversiva at 08:37 AM |
Enqüanto isso, na ONG:
na sala Zé, eu e Pedro. Entra Vanessa, a recepcionista do banheiro:
- Lelê, acabou a água. Será que dá para subir o galão?
Posted by subversiva at 08:40 AM |
December 15th, 2003
Tabulas fora do ar
Será que vai recomeçar o pesadelo do “The page cannot be displayed”?
Posted by subversiva at 07:26 AM |
Maturidade e pizza: tudo a ver!
A surpresa de sexta ficou por conta do telefonema do Marcos, personal que não é personal e odeia ser chamado de personal, me chamando para ir ao cinema. Como eu tinha de acordar cedo no dia seguinte (e se fossemos ao cinema eu chegaria tarde), combinamos que somente íamos para algum lugar jantar e jogar conversa fora. Ele passou para me pegar a noite e decidimos ir no “Pedaço da Pizza”, ali na Augusta.
Já comeu pizza na frente de um “personal”? Como minha cara-de-pau é grande, eu pedi um pedaço de quatro queijos e um pedaço daquela pizza maravilhosa de chocolate com raspas de chocolate. Que nunca comeu essa pizza no “Pedaço da Pizza”, eu recomendo. Vá nesse final de semana, mas prepare-se para pegar uma bela fila de espera.
O Marcos não ficou lá muito atrás nas calorias: pediu uma pizza de ppeeppeerroonnii e uma de calabresa. A diferença estava no refrigerante. O dele era light.
Sexta foi ótimo porque eu fiz uma coisa que não fazia há tempos. Saí sem segundas intenções com um cara lindo, com os olhos verdes mais bonitos que eu já vi. Conversamos um tempão sobre vários assuntos: Lucas, faculdade, amigos, relacionamentos, futebol.
Depois ele me levou para casa e aí...bem, ninguém é de ferro, certo? Às vezes é bom sair com caras mais velhos. Ele tem 30. E o melhor é que ele pagou tudo!
Posted by subversiva at 07:27 AM |
Eu comprei, tu compraste, ele comprou... e eu comprei mais um po
Compras, compras e mais compras. Acho que estou doente. Fui na 25 de março com minha mãe no sábado (e puta merda! que inferno) para continuar as minhas compras de natal e agora já está tudo comprado. Comprei mais presente pra mim, pra minha mãe, pro Lucas, pra minha tia, pra Júlia (minha priminha) e pra Bia. Também comprei o presente do meu amigo secreto aqui do trabalho. E posso falar que eu tirei a Miura, porque ela nunca vai ler isso aqui mesmo.
Eu tinha tirado a Setúbal, mas tiveram de fazer o sorteio mesmo. Fiquei chateada no começo, pois achei que poderia dar uma zoada com a cara da Intocável, só que depois que eu fui na 25 de março, percebi que eu ia me foder para comprar alguma coisa pra essa mulher. Ela tem 2 metros e calça 45. O Júlio viu.
Voltando aos presentes, comprei um super trenzinho para o Lucas, meu irmão comprou daqueles carros miniatura e minha mãe comprou um caminhão de socar (porque ele adora quebrar tudo mesmo) e uns patinhos pra ele brincar na piscina do sítio da minha tia (no ano-novo). Eu também comprei chinelos para ele (2 pares) e um copo super-hiper-divertido.
Fomos embora da 25 carregadaças, prontas para o busão. Sem problema. Pior seria se tivéssemos de pegar o metrô na Sé, às 6h da tarde de uma quinta-feira.
E agora chega!
Posted by subversiva at 07:39 AM |
Mamãe noela! / meus amigos são os mais fodas - parte II
Tenho de agradecer aqui, em público, pela visita recebida no domingo. Estava eu tomando banho e banhando a cria, depois de chegarmos da casa da minha tia (fomos visitar minha prima que chegou dos EUA), quando minha mãe veio avisar na porta do banheiro que a
Dani estava lá embaixo com uns sorvetes para me dar. Terminei de me trocar o mais depressa que pude, coloquei uma fralda no garotão e corri para a sala, onde a garota já me esperava com seu respectivo irmão. Vocês não imaginam a quantidade de sorvete que ela queria me dar. Eram centenas de potinhos e eu fiquei com vergonha de pegar todos. Peguei só uns 100.
Primeiro eu queria agradecer pela lembrança, pela visita e pelo sorvete. Depois eu queria te xingar porque meu regime foi pras pica. E em terceiro lugar, eu gostaria de avisar para vocês tomarem cuidado porque assaltar a Nestlé pode render alguns anos de cadeia...
Obrigada, Dani, por ter se tornado uma pessoa tão querida e especial.
Posted by subversiva at 07:48 AM |
"Meus pais me ensinaram o valor da honestidade, tudo o que eu não tenho, devo a eles."
Retirado do blog do
samurai Alexandre.
Posted by subversiva at 08:28 AM |
O que eu aprendi em 2003?
O pessoal aqui do trabalho estava perguntando o que eu tinha aprendido em 2003, labutando na nossa equipe. Esse foi meu e-mail:
Maju e Ivana,
Preferi responder a “pesquisa” por e-mail, não por ser mais uma nerd que só sabe se expressar por meio das teclas, mas por ter piedade da minha querida Maju. Ela teria de escrever muitas coisas e ficar em pé por muito tempo.
Difícil numerar, colocar em palavras e dar forma para tudo o que eu aprendi com vocês aqui esse ano. Em primeiro lugar, eu gostaria de agradecer a Bia que conseguiu me trazer para trabalhar nessa equipe quando eu estava a ponto de mandar a ONG para aquele lugar onde moram todas as mulheres de vida fácil.
Em segundo lugar, eu queria agradecer pelo acolhimento de todos quando eu cheguei nervosa, suando frio, com aquela dúvida de “será que vou agradar?” no meu primeiro dia com vocês (tá vendo?! A “segura” estagiária Lelê também tem seus momentos de tremedeira, medo e preocupação com “o que os outros vão pensar”). E pela amizade aqui estabelecida em todos os outros dias de serviço, desde o primeiro até o de hoje.
Com a Ivana eu aprendi que, por mais temperamental que se seja, é possível tratar todo mundo com delicadeza. Por mais dor que se tenha nos rins, é perfeitamente possível dar um sorriso amigo. Que existe conceito para tudo. E que dá para conceituar com objetividade.
Com a Maju eu aprendi que ironia, cinismo e sarcasmo não são defeitos e que, se eu treinar muito e MUITO, posso ficar boa nisso que nem ela. Aprendi que com uma boa oratória a gente pode ser até Presidente da República. Eu votaria nela. E espero que ela se lembre de mim em Brasília.
Com a Tarcísia eu aprendi que estagiário é igual cocô de louro. Que terroristas colombianos também podem se disfarçar de senhorinhas aparentemente inofensivas. E que, mesmo terrorista, clandestina (vocês acham que eu me espelho em quem?), é a potiguar mais simpática e mais querida de todo mundo.
Com a Stela eu aprendi que é possível encontrar sex appeal, beleza e inteligência extrema na mesma mulher. Uma mulher pode ser, além disso tudo dito antes, crítica e saber parar de falar na hora certa. Isso é possível e eu a invejo.
Com a Renata eu aprendi que a aristocracia também pode ser “do bem” e fazer o bem. Que o cachorro dela age exatamente como meu filho de dois anos e que é possível comprar dois carros na mesma semana. E que ingenuidade ainda existe depois da perda da virgindade. Ela torce para eu arranjar um namorado bacana. E eu torço tudo em dobro para ela.
Com a Ana Chica eu aprendi que pessoas de risadas altas e escandalosas também são ótimas companhias para almoçar. Que existem (pasmem) advogados de primeira linha e de caráter. Que existem (pasmem²) advogados ingênuos. Que existem (pasmem³) advogados que fazem o bem. Melhor advogada que conheço (no sentido bem pessoal da frase).
Com a She eu aprendi que a confusão também pode ser entendida. Que se pode ligar para as pessoas às 7h30 da manhã no serviço para pedir telefones. Que se dá bom dia com beijinho para cada um do escritório, um por um, todo dia. E que dá para não misturar problemas pessoais com trabalho e continuar sendo super profissional.
Com a Chantal eu aprendi que é possível ter babá até os 21 anos e não se transformar em um débil mental. Que é pra lá de possível estudar no Porto Seguro e comprar roupas no Brás. Que dá para morar em Higienópolis e não comprar roupas no Iguatemi. Que se pode ter uma infância e juventude com dinheiro e ser humilde. Que é possível ter requinte e simpatia na mesma pessoa. Que dá para pensar no outro em um meio onde só pensam no próprio umbigo. Que dá para fugir desse meio e fazer um inteiro.
Com a Helena eu aprendi que mulheres com mais de 1,90m não são necessariamente travestis e que elas podem passar pelas portas. Que sorrisos brancos e bonitos não pertencem somente a modelos que trabalham nos comerciais de pasta de dentes. Que é possível morar com o namorado e não ser um casamento. Que estagiário explorado também pode ser doce.
Com o Zé eu aprendi que Excel não é só um banco falido ex-patrocinador do Corinthians e que trabalhar com ele é mais fácil e legal. Que matemática também faz parte “do bem”. Que cifras milionárias não te deixam louco e pronto para formar uma quadrilha quando se trabalha com elas e se tem boa cabeça. Que dá muito bem para substituir água por cerveja (e eu ainda chego lá). Que dá muito mais que bem para ganhar o pão e comer a carne no mesmo lugar e não misturar muito as coisas na hora do expediente. Que é possível ser bravo e simpático. E eu aprendi também como expulsar um mendigo com delicadeza quando ele entra no seu departamento pedindo esmola.
Com o Pedro eu aprendi a ter paciência. Aprendi que dá para digitar uma planilha e ler um e-mail, uma planilha e um e-mail. Aprendi que historiadores são pentelhos mesmo, como eu imaginava. Que dá para ser comunista e tomar uma coca-cola. Que dá para usar a barba do Bin Laden e não ser preso. Que dá para ser homem e imitar a Madonna dançando e quase matar todo mundo de rir.
Com a Bia eu aprendi que eu odeio ética. Aprendi a agradecer por não ter tido aula de educação moral e cívica. Que dá para ser melhor amiga de mulher. Que dá para encontrar uma melhor amiga no serviço. Que dá para amar a mesma pessoa como uma irmã, como amiga, como filha, como mãe, como anjo-da-guarda e como chefe. Que existem chefes que se tornam melhores amigos. Que existem melhores amigos que se tornam chefes. Que dá para se preocupar com chefe e ligar 10 vezes por dia para saber se ele está bem. Que dá perfeitamente para receber seu chefe em casa no fim-de-semana. Que é possível ficar MUITO feliz quando seu chefe vai te visitar no fim-de-semana. Que amizades que duram para sempre existem não só da boca para fora. E que para sempre começa hoje.
Enfim, cada um me ensinou um montão de coisas que não caberiam só em um e-mail e não daria para ser contado em palavras. O que eu queria que soubessem é que, depois de 2003, eu tenho um pouquinho de cada um de vocês em mim (suguei mesmo e não me arrependo). E em 2004, espero conseguir ser mais de cada um.
Beijos carinhosos,
Lelê
Posted by subversiva at 11:30 AM |
December 16th, 2003
O sol nasce para todos... mas só alguns tem direito a recesso!
Recesso aqui na ONG começa na sexta, 19, e termina só dia 12 de janeiro. Tenho alguns dias aí para descansar e, provavelmente, estarei ausente do blog. Vai ficar difícil postar alguma coisa nas férias, porque eu sempre escrevo quando estou no trabalho. Se eu não voltar a escrever depois do dia 12, chamem a polícia...
Posted by subversiva at 08:50 AM |
Posted by subversiva at 10:18 AM |
December 17th, 2003
NAÇÃO CORINTHIANS
(Carlinhos Vergueiro/Faveco Falcão/J. Petrolina)
Tira dos olhos do povo
a lágrima da humilhação
junta a galera de novo
no choro feliz da emoção
briga, sacode a poeira
levanta a bandeira,
tribo soberana
és Corinthiana
tu és a mais bonita das nações
É gol
explodem corações,
lá na camisa 12, nos valentes Gaviões
ô ô ô
é gol
vingança do povão
meu São Jorge Guerreiro
derrotou mais um dragão...
Posted by subversiva at 10:41 AM |
December 19th, 2003
Curandeiro morre testando 'colar à prova de balas' na Nigéria
da BBC Brasil
Um curandeiro na Nigéria morreu depois de testar seu próprio ''colar à prova de balas''.
Ashi Terfa teria sido morto a tiros por um cliente no Estado de Benue, durante um teste de seu produto.
O curandeiro teria amarrado o colar com um um pingente com ervas em seu pescoço e pedido para que o cliente atirasse nele para testar sua eficácia.
Segundo a agência de notícias France Presse, Terfa foi atingido no crânio depois de ter insistido que seu cliente atirasse contra ele.
O cliente, Umaa Akor, teria pedido uma espécie de ''seguro'' contra balas para o curandeiro.
Segundo o porta-voz da polícia Bode Fakeye, Akor foi acusado de homicídio.
A crença em bruxaria é muito difundida em partes da África. Curandeiros são consultados para ''curar'' vários tipos de problemas de saúde e para fornecerem poderes mágicos de proteção.
Posted by subversiva at 08:39 AM |
December 23rd, 2003
Palavras finais de fim-de-ano
Aproveitando um momento de distração do meu irmão, escrevo agora aqui apenas para dizer que estou viva (sim! apesar das férias) e que estou ótimamente bem, curtindo muito esses dias de descanso (?). A balada de sexta foi ótima, apesar de ter morrido em uma grana. Lembrei muito do Marito quando li no cardápio que a Guiness de 560 ml estava em promoção. Paguei só 10 reais por uma pit (isso é barato se você considerar que cada garrafinha de Bohemia era 5 conto - nessa hora eu lembrei do Júlio). Depois, eu e meu primão dividimos um balde de Bohemia e ainda comprei um Bloody Mary impossível de beber. Resultado = 62 reais.
De vez em quando, a gente merece.
O vale-ceia de 300 reais que a ONG deu de presente para os funcionários no fim-do-ano, na verdade eram só 100. Mal deu para comprar o Peru. Mesmo assim, a comida de uns está garantida. Estagiário é merda mesmo, Franz. Você estava certo o tempo todo.
Peço desculpas para a Flávia, por estar estragada e não ter saído com ela no domingo. Peço desculpas para o Franz, por estar estragada e por não ter ido ver a banda dele tocar no domingo. Peço desculpas para o Beto, por estar estragada e não ter ido com ele na FNAC da Paulista no domingo.
Peço desculpas por não estar acessando os blogs alheios, mal tenho tempo para ver os e-mails.
Ontem, só pra variar, eu cabulei a academia para sair com meu personal que não é personal e odeia ser chamado de personal (começo a desconfiar que ele está de combinação com a dona da academia: ele seduz as alunas, não deixa elas irem malhar e as levam para um processo engordativo, assim elas fazem mais um tempo de academia por não ter sucesso nos objetivos gostosísticos). Ele estava especialmente bonito (tinha cortado o cabelo) e o levei (acreditem) para comprar presente de aniversário para o meu papi no shopping. É claro que ele odiou porque foi um puta programão de índio, mas depois nós fomos tomar um milk shake (eu, né?) e um suco de caju (ele, né?) naquela padoca que fica do lado da MTV (só moderno!).
Aproveito o espaço para desejar um feliz natal para todos os meus leitores fiéis (os que eu conheço pois sempre deixam recado):
Alexandre,
Dani,
Débora,
Júlio,
Rogério,
Marcelo,
Carol,
Franz,
Ira,
Marito,
Rafael, Guilherme e Roberto,
Flávia,
Leandro,
meu irmão, Teco (amigão) e Lanzinha (amigona! Lan, mande um beijão pro Guerras e um feliz natal pra ele também. Depois do dia 5 estou livre para marcar aquela bagunça).
E para os leitores nem tão assíduos, mas que de vez em quando deixam recadinhos por aqui: Juliana, Raphael, Jurubis, Beta, Usagi, Murilo e Anônimo.
Ah! E feliz natal para quem lê e nunca deixa recado (comecem a postar seus comentários).
Volto a escrever (provavelmente) antes do ano-novo.
Seguem algumas fotos da balada no Corcoran's, sexta-feira.
Abraços a todos!
Posted by subversiva at 09:04 AM |
Biquinho especial pro Marito! (eu e meu mano)
Posted by subversiva at 09:16 AM |
Eu e minha sempre amiga Bohemia, meu primo e uma amiga dele
Posted by subversiva at 09:20 AM |
Minha prima e eu
Posted by subversiva at 09:21 AM |
Eu (cara de safada) e meu mano
Posted by subversiva at 09:22 AM |
December 26th, 2003
Eu vou, eu vou, pra Vinhedo agora eu vou
Pra começar, nao liguem a falta de acentuaçao. O teclado novo do meu irmao resolveu bancar o temperamental.
Como meu brother foi visitar a esposa no Rio, conseguirei postar, antes de viajar com a familia para Vinhedo, o meu recadinho para todos que entram por aqui: um 2004 bem melhor do que 2003 (porque esse ano foi uma meleca, ne?!).
Desejo para todos os meus amigos aquele bla bla bla de todos os anos.
Saude, principalmente para o Castilho.
Amor, principalmente para o Julio.
Dinheiro, principalmente para a DeboraH.
Roles com a Lele, principalmente para o Franz.
Cabelos, principalmente para o Marcelo (para o Julio tb).
Corinthians, principalmente para a Dani.
Cerveja, principalmente para o Marito.
E para aqueles que tem tudo isso, um pouco mais nunca eh demais.
Viva 2004. Que ele seja bonzinho conosco.
OBS: Viajo amanha pela manha para Vinhedo, tomar um solzinho, baladinha, brincar com as crianças, churrasco, cerveja, horta, futebol, ping–pong, sinuca, pedaladas... Volto dia 2 para novos posts!
Posted by subversiva at 09:07 PM |
Balanço de Natal
Fiz o que faço ha 21 anos. A diferença de dois anos para ca eh que o Natal tem ficado com a cara que ele tinha no começo da minha vida. Tudo por causa do Lucas e da alegria que ele fica quando ve um montao de presentes em cima do sofah. Me lembra exatamente aquilo que eu sentia.
O que teve de diferente tambem esse ano foi o coquetel que o meu primo preparou com vinho, champanhe e leite condensado. Eu, que odeio vinho, resolvi prestigiar o primo. Incrivel eh como eu acordo no dia seguinte. Uma tacinha eh suficiente para me deixar com a sensaçao de que eu virei um galao de Sangue–de–boi. Uma puta de uma ressaca.
O resto foi tudo igual: desespero na hora de pegar palmito (que eh pouco e quem fica por ultimo nao ganha), o camarao, tio bufando porque a ceia eh colocada tarde, todo mundo se escondendo na hora do papai–noel, mousse de chocolate e 19387958759175 kcal, musiquinhas natalinas, Xuxa na TV, troca de presentes e ideias-inovadoras-de-todos-os-anos de "no ano que vem, ao inves de gastarmos todo esse dinheiro em presentes e comida, vamos juntos fazer uma viagem". O mesmo papo de 21 anos.
Presentes recebidos:
*3 livros (para manter a fama de pseudo–intelectual):
– Perseguiçoes Religiosas – Sera a religiao uma força do bem? (da Bia)
– Manual Pratico do Odio – Ferrez (do papai)
– A Ditadura Derrotada – Elio Gaspari ( do Digo)
*2 sandalias (para ajudar a compor o visual Lele 2004)
– uma vermelha (da mami)
– uma preta e branca, para os jogos do Timao (da mami)
*uma bolsa (da Flavinha – a prima)
*duas blusinhas (uma da tia e uma dos primos Clau e Nenis)
*uma blusa jeans (da tia e do tio)
*um cd do Rappin Hood (do maninho)
*chocolate da Kopenhagem
Mas o que mais me deixou feliz foram os telefonemas (aqueles que a gente recebe de amigos que nao ve faz tempo para nos desejar uma noite feliz e um 2004 repleto de "blas–blas–blas"). Teve ateh telefonema do Marcos (o personal trainer que nao eh personal trainer e odeia ser chamado de personal trainer), que me ligou hoje de novo para dizer soh um "oizinho". Mulher eh bicho idiota mesmo que fica encantado com essas coisas. Pegou o numero do meu celular e disse que vai me ligar para desejar feliz ano–novo. Essas datas sao bons pretextos para falarmos com quem a gente gosta, mas nao assume que gosta. E vai morrer negando.
Posted by subversiva at 10:03 PM |