Entries for January, 2004

January 2nd, 2004

Cheguei

Posted by subversiva at 07:51 PM | 3 Comentário (s)

Eu ia escrever uma post aqui mas o Franz apareceu no mIRC e eu vou conversar com ele... TCHAU!

Posted by subversiva at 10:12 PM | 3 Comentário (s)

January 7th, 2004

Recados rápidos

* Meu teclado já voltou a funcionar.
* Os posts terão de ser muito rápidos porque meu irmão voltou do Rio de Janeiro.

* Júlio: me liga para combinarmos um horário na Barra Funda para fazermos a matrícula.

* Lanzinha: estou morrendo de saudades também. Me ligue para combinarmos a cerveja.

* Marito: me ligue também para aquela cerveja. Qualquer coisa, deixe um recado no celular com seu telefone que eu te retorno.

* A todos os blogueiros: dia 12 eu volto para o trabalho e comento todos os posts.

* Franz: não consegui falar com meu amigo ainda para irmos no ensaio sexta-feira. Tento te ligar até sexta.

* A todos do Ku: vamos combinar um horário para nos encontrarmos no dia da matrícula e tomarmos alguma coisa.

* A todos que me mandaram e-mails: eu li todos, mas ainda não respondi porque estou meio sem tempo. Respondo dia 12.

* À Dani: nem pense em sair da São Judas.

* O Pinduka está chegando e ficará na minha casa. Iupi!!!!! Se você não vai até os amigos, eles vêm até você.

Saudades de todos.

Posted by subversiva at 10:27 AM | 3 Comentário (s)

January 12th, 2004

Recado rápido para o Dráusio

Chegue o mais rápido possível no Brasil, ok?! O Carnaval começa dia 25!
:***
Adoro vc!

Posted by subversiva at 10:25 AM | Comente

January 14th, 2004

Welcome To The Jungle

Primeira vez que chego aqui no trabalho com vontade de atualizar o tabulas e não tem internet, rede, rádio transmissor, menino do suporte, paciência e boa vontade. Então vai em documento de Word mesmo até chegar alguém que seja capaz de mexer nisso aqui.

Minhas férias renderiam boas crônicas, mas passei um tempo distante do computador para dar uma desintoxicada, portanto as crônicas ficam para as férias do ano que vem. O que posso dizer é que rolou beijo na boca, piscina, cerveja, família, sol, chuva, fogos de artifício, cachaça, saudades, bóia, gordura localizada, brincadeiras, churrasco, risadas, músicas e boas conversas. O resultado foi um bronzeado bonito e um bom-humor que foi embora assim que cheguei aqui no trabalho.

De resto, em 2004 tudo continua como 2003. Continuo devendo para a faculdade, a diretoria do Timão continua fazendo péssimas contratações, o clima no trabalho está pesando um pouco menos (agora cerca de 100kg), a Globo continua insistindo nos reality shows, os programas de manhã nas rádios continuam começando com Van Halen e Dire Straits e eu continuo malhando (estou com um braço bem maior), fazendo ironias e escrevendo os meus devaneios por aqui.

Ainda não consegui me matricular na faculdade e minha maior esperança é que eu consiga sair do trabalho daqui a pouco para deixar minhas calças naquele lugar. A partir do dia 02/02 (data em que recomeçam as aulas) terei cumprido pouco mais da metade da minha meta universitária. Já sei que nesse ano (pagando mais – 736,00 - e, por isso, devendo mais) estudaremos na sala T04C, um buraco localizado ao lado da Clínica de Fisioterapia, onde eu nem sei chegar a não ser que eu me perca. Tão desértico que se houvessem estupros naquele lugar, ninguém pegaria o maníaco ou ficaria sabendo sem denúncia. Por um momento, me senti na USP.

Sexta-feira vai rolar um encontro desejado há muito tempo. As pessoas que estudaram juntas no colegial decidiram se reunir no Viena do Shopping Paulista para um reencontro. E são “as pessoas” porque os amigos de verdade continuam se falando e se vendo, mesmo que seja uma vez por ano. Continuo conversando no icq com o Sérgio, telefonando e me encontrando com a Flávia, a Tatiana e o Leo, insistindo em marcar um jogo do Corinthians com o Rato. Vez ou outra, vejo um ou outro no shopping. Minha esperança de que alguém, nesse meio tempo, tenha ficado parecido com o Brad Pitt foi por água abaixo quando as pessoas decidiram mandar fotos recentes por e-mail. Cada um tem os colegas que merecem.

Sejam re-bem-vindos ao meu tabulas. Deixem seus comentários e façam a garota enxaqueca aqui feliz.

Posted by subversiva at 08:35 AM | 12 Comentário (s)

January 15th, 2004

Burocrashit!!!!!

Dor no corpo e dor na alma. Será que eu reclamo muito? O fato é que eu estou chateada, cansada, estressada. Ontem não foi o que eu possa chamar de "meu dia de sorte". Vim trabalhar e ficamos sem internet até as 9h30 da manhã, quando chegou o rapazinho da informática para solucionar o "enorme problema". Tão enorme que se resolvia tirando e colocando a fonte do transmissor na tomada. Mau-contato da placa. Saber é Poder. E a informação só foi compartilhada porque eu fiquei olhando o "complicado" procedimento. De nada adiantou arrumar a internet, já que pirulitei às 10h para me matricular na universidade. Sou novamente uma universitária.

Das 10h às 13h30:

Sai da Rua dos Pinheiros, sobe até a Teodoro, vai no banco, tira o dinheiro. Pega o ônibus, encontra o Jean, sobe até as Clínicas, pega metrô sentido Ana Rosa, desce na Paraíso, pega sentido Tucurvi, pára na Sé, faz baldiação sentido Coringão-Itaquera e desce na Bresser. Encontra a Tati, agradece ao céus por encontrar a Tati (que é uma companhia pra lá de agradável), pega lotação até a faculdade. Desce na porta da São Judas, sobe a rampa, vai até o banco, paga os boletos antigos, quebra as esquerrrda, cai no Setor de Cobrança. Fala com o Carlos, passa pela Triagem, sobe até o terceiro andar para falar com o Marcos Vital no parcelamento. Desce no segundo andar para fazer a matrícula, passa na sala 203 C onde está escrito "Matrícula de Comunicação Social" e é mandada para a sala 205 A, onde está escrito "Matrículas fora de prazo". Preenche o contrato, faz a matrícula e recebe uma cartinha para voltar ao Setor de Cobrança fazer o aditamento do FIES. Vai até uma outra sala fazer a carteirinha da faculdade, desce até o Setor de Cobrança, faz o aditamento do FIES, encaminha-se para o S.A.A. para pedir reembolso de algumas parcelas. Pega a senha, espera o número 88 ser chamado, pede o reembolso e desce até a praça de alimentação para comer uma esfiha e tomar uma Pepsi Twist. Pega a lotação até o metrô Bresser, pega sentido Barra Funda, vai em pé porque nunca viu tanta gente dentro do metrô na luz do dia. Desce na Barra Funda, pega o ônibus até o Sonda. Anda até em casa, chega, tira o coturno (sim! fiz tudo isso de calça jeans e coturno) e...

Hoje eu cheguei mais tarde no trampo porque a recepcionista do banheiro* tinha médico e só a Dona Lúcia teria a chave para abrir a porta da ONG. Ela chega às 8h. 8h estava eu já sentada na calçada, depois de tocar umas 10 vezes a campainha e ninguém abrir.

8h15: Érica, a recepcionista da frente, chegou sem a chave e sentou comigo.
8h30: Pedro, o estagiário, chegou sem a chave e sentou do meu lado.
8h35: Chantal, a ex-estagiária, chegou sem a chave e sentou do lado da Érica.
8h45: Maju e She, coordenadoras dos nossos projetos, chegaram sem a chave e começaram a fazer mil ligações do celular.
9h: Maju e She foram para a outra casa, em busca da chave encantada.
9h15: Célia, coordenadora de projeto da outra equipe, chegou sem a chave e sentou do lado do Pedro.
9h20: Helena, a ex-estagiária 2, chegou sem a chave e sentou do lado da Chantal.
9h30: Nilse, sei-lá-o que-ela-é na outra equipe, chegou sem a chave e sentou do lado da Célia.
9h45: She chegou com a chave.
9h46: Entramos todos na casa, felizes e saltitantes.
9h47: Ninguém lembrava o número do alarme e ele começou a soar.
9h53: Eu já estava quase me demitindo quando lembraram do alarme e o desativaram.

Isso justifica a minha não ida ao bar hoje e todo o meu mau-humor.

Posted by subversiva at 09:37 AM | 14 Comentário (s)

January 16th, 2004

Maldito Murphy

"Putz Lelê, fala sério...zica é pouco...mas relaxa e pensa no ponto positivo..pior que isso impossível..bom, pelo menos eu acho..."

Foi esse o comentário da Carol para o meu outro post, o "Burocrashit". Mas... como tudo pode piorar... acompanhem passo-a-passo a derrocada geral do meu dia.

1-) Telefone toca.

2-) Lelê levanta da cama para atender.

3-) Telefone continua tocando.

4-) Lelê chuta o criado-mudo (sem querer).

5-) Telefone grita.

6-) Lelê grita.

7-) Telefone esgoela.

8-) Lelê nem consegue respirar.

9-) Telefone pára de tocar.

10-) Lelê rola pelo chão de dor.

Até agora eu não sei quem era. Devia ser o Rafael que ligou dali a pouco tempo. Maior zica. Liguei para ele uma vez, do celular, e cinco minutos depois não tinha mais celular. Fui abordada por uns rapazinhos com um cano na minha cabeça. Agora não tenho mais o dedo que fica do lado do dedinho, no pé direito. Perguntei para o Marcus qual era o nome desse dedo e ele disse: "Ah... você quebrou o dedo vizinho do mindinho". Bom estar com quem sabe das coisas! Já sentiu a dor de quebrar um dedo do pé? É uma dor insana, que não te deixa pensar em mais nada, te dá uma agulhada no cérebro. Quase dá vontade de matar.

Pior é a vergonha de falar que quebrei o dedo chutando o criado-mudo e é claro que vou dizer que me contundi em uma briga de torcida organizada, quando fui dar uma voadora na cara de um diretoria da torcida adversária: "Quebrei o dedo, mas você não viu o que aconteceu na cara dele..."

Mas, como nem tudo são lágrimas, eu recebi uma proposta de emprego para escrever na revista do Idec e o Marcus pediu para eu revisar a introdução da Tese dele. E aqui fica registrado que professores de educação física não escrevem mesmo muito bem.

Posted by subversiva at 07:49 AM | 29 Comentário (s)

January 18th, 2004

Corra e olhe o céu
(Cartola / Dalmo Castello)

Linda, te sinto mais bela
Te fico na espera, me sinto
tão só
Mas o tempo que passa,
em dor maior
Bem maior
Linda, no que se apresenta
O triste se ausenta
Fez-se a alegria

Corra e olhe o céu
Que o sol vem trazer
bom dia
Ah, corra e olhe o céu
Que o sol vem trazer bom dia

Posted by subversiva at 12:31 PM | Comente

January 19th, 2004

Recordar é viver

Não posso deixar de fazer um registro da minha sexta-feira divertida. Quase seis anos depois de terminar o colégio, quase seis anos depois de não ver a maioria dos meus colegas de colegial, decidimos marcar um reencontro. Todo mundo devia fazer um desse, mas para isso eu recomendo ficar um tempão mesmo afastado das pessoas que te faziam rir e passaram contigo pela fase mais divertida da sua vida. Pode ser a mesma sensação de usar um sapato apertado e, depois de uma semana, descalçá-lo, mas é necessário. Se não fosse todo esse tempo separados, o encontro teria sido legal, mas não passaria nem perto do que foi.

(...)

Eu e Sérgio (japonês de guinness book por ter um pinto que aparece até em calça de moleton e é chamado de Jegão) nunca perdemos o contato. Terminamos o colegial, ficamos um tempo sem nos falar, mas, graças ao ICQ, nos encontrávamos on-line constantemente para novidades. Sérgio foi uma das poucas pessoas que eu ainda mantinha contato. Não nos víamos. Nos falávamos. Mas Jegão (japonês de guinness book por ser bem relacionado com todos) encontrava e falava com outras pessoas que estudaram junto conosco. Trocava até e-mails. Foi quando ele decidiu me incluir em uma dessas conversas, onde as pessoas cogitavam a possibilidade de se ver. Sugeriram balada. Sugeri jantar. Perguntaram onde. Achei melhor uma pizza. Disseram Livorno no shopping Santa Cruz. Eu disse Viena no shopping Paulista. Toparam.

(...)

Decidíamos horário e dia certos, quando a Lú disse que não tinha dinheiro para o Viena. Tinha para o Habib's. Dei o contra. Quase seis anos sem nos vermos e nos encontraríamos no Habib's? Nem pensar. Lá as mesas não juntavam e a esfiha dá diarréia. Só em último caso ou no fim do mundo (como na Paes de Barros). Esse pequeno atrito nos mostrou que algumas mágoas de colegial ainda eram guardadas:

"Sempre a Lú que estraga tudo. Quando estamos combinando e ajeitando as coisas, ela vem e coloca peninha. Desde o colegial é assim. Ela que se foda. Vamos no Viena e pronto".

Esse foi um dos e-mails magoados que chegou no meu In Box. O outro foi de um grande amigo que sumiu na época que mais precisei, me pedindo desculpas. Com a mágoa entalada na garganta, a pizza não desceria lá muito bem. Pedido aceito, estava tudo resolvido: Viena, Shopping Paulista, sexta-feira, a partir das 19h30.

(...)

"Quem vai?". A resposta para minha pergunta me deixou boquiaberta. Os "relações-públicas" da sala encontraram pessoas que eu não conheci nem na época da escola. Da metade, eu nem me lembrava.

- Sérgio, quem é Douglas?
- Um cabeçudo alto que sentava na primeira carteira, na frente da mesa do perofessor.
- Ah! Por isso não me lembro...Caramba, eles acharam até a Gillian e a Mayumi?

Me empolguei. Como estariam essas pessoas depois de seis anos? Gordas? Magras? Mais altas? Mais feias? Mais bonitas? Teriam se formado? Teriam filhos? Namorados? Maridos? Esposas? Deviam ter mudado muito. Eu mudei. Tenho um filho de dois anos, me formarei daqui a dois anos, namorei por dois anos. Fora isso, deixei o cabelo crescer, cortei a franja, engordei, pinto a unha, uso sandália e calça apertada.

(...)

Combinei com a Flávia de chegarmos antes, pois ela ficaria bem pouco, já que teria de trabalhar em um show de sei-lá-quem. No horário combinado, cheguei na porta do Shopping levando uma bolsa carregada de lembranças daquela época. Além das fotos do Lucas, milhares de bilhetinhos que me mandavam. "Leonor, parabéns pelos 15 anos" , "Ei Leonor, olha para a Carol que senta do seu lado. Ela não parece uma varetinha de pipa?". Todos os recados e cartas que me faziam suspirar de saudades a cada lida. Guardo todos.

(...)

- Flávia, quem é Douglas?
- Não sei. Ele virá?
- Sim, estou nervosa com isso. Não lembro nem da sombra dele.
- Com certeza, ele será o primeiro a chegar.
- Imagina só: "Oi Léo, Oi Flá. Vocês não mudaram nada!". E nós responderíamos: "É... você tbm não, mas... quem... quem é você?"

(...)

Cada minuto que passava, ficávamos mais ansiosas:
- Olha, acho que é a Leica!
- Aquela ali não é a Mayumi?
- Está chegando uma boa turma de meninas. Nenhuma estudou com a gente?
- Acho que a Eliane está descendo a escada.
Bola fora em todas. Até que veio o Leo e ele eu reconhecia até no escuro. Continuávamos mantendo contato durante todo esse tempo. Nos víamos uma vez por ano, mas mesmo se não nos víssemos, eu o teria reconhecido. Leo não fez faculdade, namora a mesma menina desde o terceiro colegial, não teve mais barba, nem menos, e chegou com a mesma roupa que usava no colegial.

(...)

Leo chegou antes do Douglas e ficamos aliviadas por isso. De repente, fazendo a curva no fim do corredor do shopping, um cara alto e cabeçudo se aproximava.
- Esse é o Douglas - disse o Leo.
- Com certeza ele fez física nuclear - completou a Flávia.
O Douglas não mudou nadinha também. Continua com o mesmo relógio-calculadora que usava para fazer contas nas aulas de exatas. E a Flávia quase acertou: cursa Engenharia na Unesp.

(...)

Uma a uma, as pessoas foram chegando. Sérgio, Wagner (que eu encontro às vezes em jogos do Timão), Carlos (cortou o cabelo, vejam só), Rafael (está com o cabelo dez vezes maior do que naquela época) e... (droga! certeza que estou me esquecendo de alguém)...chegaram ao mesmo tempo! Karla não me reconheceu. Namora há dois anos um rapaz que parece ser seu irmão. Chegou com a Leica que namora há 4 anos um garoto bonitinho, mas ordinário. Meu vizinho.

- Com você morando tão pertinho, eu fui achar a Leica naquela lonjura.

Constrangimento total. Deixa pra lá.

(...)

Simone virou modelo. Vivian tem uma filha de oito meses. Bruno namora há três anos uma menina que o beliscava, por baixo da mesa, a cada história que relatávamos. Tainá continua linda e namora um homem bem baixinho, do tipo playboy. Já não é mais virgem. O Leandro (quem diria!) namora a Lílian que estudou com a gente os três anos do colegial. Leandro fez um semestre só. Dele nós nos lembrávamos. Dela não. O Be continua gigante e namora uma menina lindinha que também estudava no Brasílio. O Raphael continua idêntico. Todos os conhecidos que entravam no Viena tinham de passar por um vexatório "Parabéns para você". Ele se levantava da mesa e gritava: "Finalmente o aniversariante chegou". E da nossa mesa ouviasse um sonoro coro. Viena lotado, todas as outras mesas decidiram entrar na brincadeira. E a vontade que dava era de se esconder atrás de uma pizza.

(...)

- Você se lembra daquela vez que...?
- Nossa! E quando...!
- Mas nada foi melhor do que aquele dia em que nós...
- Não conta sobre aquilo lá porque vai me sujar com minha namorada...

Sorrisos. Risadas. Gargalhadas.

(...)

O Shopping já tinha fechado quando decidimos que era hora de ir embora. Corredores vazios, saudades que ecoavam em formas de risadas. Enquanto eu esperava o Marcus (para um segundo tempo), em frente ao shopping, pensei que todo mundo continuava exatamente do mesmo jeito que eu deixei. Como se aquela sexta-feira fosse o dia seguinte de um em que nos despedimos e desejamos uma "boa vida" e, sobretudo, muito boa-sorte. Esquecendo o fato de que uns estão com filhos grandes, outros (quase TODOS) namoram há muitos anos e alguns estão formados ou para se formarem. Sentia como se o tempo não tivesse passado por ali. Só para mim. Talvez pelas lembranças vivas de uma época onde a falta de juízo e responsabilidade eram marcas registradas, as risadas e bom-humor eram mais freqüentes, diversão era lei e que eu jamais queria que tivesse acabado.

Posted by subversiva at 08:39 AM | 21 Comentário (s)

January 20th, 2004

Enquanto isso, na Pet Shop

- Você tem coleirinhas com strass?

- Tem não...

- Daquelas com brilhantinho?

- Ah! Tem sim... péra um bocadinho...

(...)

- Qual é o tamanho do seu cachorro?

- Não... é para mim!

- ?????????????????

Posted by subversiva at 09:42 AM | 20 Comentário (s)

Ama...
Bebe...
E cala...
O mais é nada.

(Fernando Pessoa)

Posted by subversiva at 09:43 AM | 2 Comentário (s)

January 21st, 2004

Estagiários de todo o mundo, uni-vos!

Deu certo. E, por algum motivo, me sinto triste como o Seu Madruga, no episódio em que ele consegue um emprego. Começo no próximo dia 2, na Revista Consumidor S/A, do Instituto de Defesa do Consumidor. Auxiliar de Redação. Isso implica em: ficar bem menos tempo com meu filho, trabalhar muito mais, chegar atrasada na faculdade todos os dias, tomar um banho de cinco minutos, almoçar em horário certo, diminuir minha carga horária no Cenpec, aumentar a minha ajuda financeira em casa. O que mais me entristece é o primeiro motivo, mas estou procurando não pensar muito nisso. Penso apenas nos doces e brinquedos que eu vou poder comprar para ele com o dinheiro.

Com o desemprego no país, tenho de ficar feliz com as ofertas de emprego, mesmo que sejam para ser sempre um coadjuvante. É "assistente" de lá, "ajudante" de cá, "auxiliar" de acolá. Eu acho mesmo que o futuro do Brasil está nas mãos dos estagiários. O futuro continua morando na casa dos pais e ganha, no máximo, bolsa-auxílio de 800 reais, sem direito a condução e vale-refeição.

Posted by subversiva at 08:51 AM | 22 Comentário (s)

January 22nd, 2004

Recordar é viver 2 - foto para a posteridade

Em pé: o namorado da Karla (que parece o seu irmão), a Karla, o Rapha, a Simone, a Vivian, a namora do Bruno, o Bruno, o Be, a namorada do Be, o Leandro, a Lílian, (olha só) o Douglas, o Wagner (mostrando a tatuagem dos Gaviões) e o Carlos.

Agachados: Eu (EEEEEEeeeeeee!), Leo, Tainá, Sérgio e Rafa.

Ainda estavam faltando algumas pessoas na foto como o namorado da Tainá, o cunhado da Tainá, a namorada do cunhado da Tainá, a caseira da Tainá, o primo do cunhado do genro da Tainá.

Posted by subversiva at 08:30 AM | 3 Comentário (s)

Recordar é viver 3 - a conta

Aí só tinha metade! A outra metade pagaram em cheque e no cartão.

Posted by subversiva at 08:37 AM | 2 Comentário (s)

Recordar é viver 4 - o Douglas

O Rapha e o Leo felizes na foto são apenas coadjuvantes (ou estagiários, como acharem melhor). Eu ali atrás tb. O principal na foto mesmo é o Douglas. Vejam só: esse de óculos é o Douglas! Parece ou não parece que ele fez Física Nuclear?

Posted by subversiva at 08:40 AM | 1 Comentário (s)

Texto muito bom

Pessoal, não sei quem é o autor ou a autora desse texto, mas, do jeito que as coisas andam rápidas na Internet, já já a autoria será atribuída a Luis Fernando Veríssimo.


O Globo On Line

Domingo, 16 de novembro de 2003

A bolsa ou a vida!Quem leu o Ela no sábado passado sabe: Maria Clara Diniz, a heroína da novela das oito, usava bolsa Vuitton falsificada. Inacreditável! A contravenção foi descoberta pelo diretor-geral da marca que, chocado com o faux-pas da produção, prontamente enviou para a Rede Globo uma bolsa original. Agora, o pessoal da Delegacia de Repressão contra os Crimes de Propriedade e Material (que não se perca pela extensão do nome), recém-criada aqui no Rio e primeira do Brasil, já pode respirar aliviado: sai a bolsa cafona de R$ 300, entra a bolsa cafona de R$ 3.500. Embora, tirando o atento diretor-geral da Vuitton, ninguém vá reparar na diferença.

É muito grave o problema social criado pela bolsa Vuitton falsificada. Medidas urgentes têm que ser - e serão! - tomadas para garantir que a patroa ao sair pelo elevador social com sua bolsa comprada a peso deeuro, de ouro em Paris, não passe pelo constrangimento de cruzar na portaria com a empregada, que entra pelo elevador de serviço, portando uma bolsa não-Vuitton, igualzinha, comprada a dez real ali na esquina. Onde é que nós vamos parar? Assim, vamos acabar batendo com a cabeça na igualdade.

Não é cômico. É até muito sério. Mas não pelo artigo pirata, e sim pelo artigo genuíno. Há algo errado, até socialmente doente, com uma bolsa de R$ 3.500. E há algo de muito errado com uma sociedade em que alguém que compra uma bolsa de R$ 3.500 é considerado chique, e não otário.Não há, numa bolsa, material ou qualidade de trabalho que justifiquem um preço desses; a não ser, é claro, o valor intangível daquelas letrinhas estampadas, cuja única finalidade é proclamar aos céus que ali vai uma pessoa com muito dinheiro e pouco critério. Em suma: um otário. Feminino, na grande maioria dos casos.

Ao contrário do que esse parágrafo pareça insinuar, eu não sou uma Ralph Nader tardia. Como quase todo mundo - intelectuais do Joãosinho Trinta à parte - gosto de luxo e riqueza, e já fiz extravagâncias de consumo suficientes para arder para sempre no fogo do inferno, que se alimenta basicamente na fogueira das vaidades burguesas. Mas há uma perversidade na relação custo-benefício de uma bolsa Vuitton, um exagero de consumo, que me revolta pela evidente agressão social que projeta. Há uma profunda deselegância moral naquelas letrinhas estampadas. Seriam mais honestas se fossem cifrões.

Que me desculpem a Maria Clara Diniz, o diretor-geral da marca e as moças todas que andam por aí de Vuitton a tiracolo, falso ou verdadeiro. É tudo falso.E é implicância minha sim. Mas não com a Vuitton, especificamente. A Vuitton é apenas o emblema momentâneo do meu completo desgosto com pessoas cujos valores sociais e humanos são tão primários, mas tão primários, que dependem de bol$a$ como essas para saber com quem devem se relacionar.

Posted by subversiva at 11:56 AM | 5 Comentário (s)

O Timão estreou ontem no Campeonato Paulista, contra o Atlético de Sorocaba. E... alguém viu o tiroteio que aconteceu no Rio de Janeiro?

Posted by subversiva at 11:58 AM | 1 Comentário (s)

January 23rd, 2004

Selo lá

Agora eu tenho um novo celular. O Marcus tinha um celular sobrando (velhinho) e me deu. Tenho certeza de que é só para me vigiar. :) Portanto, quem quiser o número, deixe um recadinho aqui.

Posted by subversiva at 09:06 AM | 14 Comentário (s)

January 26th, 2004

Corinthians de nóis tudo!

Primeira alegria futebolística do ano. Para comemorar o aniversário de São Paulo, somos penta campeões. E o Corinthians está sempre no fluxo contrário dos acontecimentos. Só o Coringão para nos fazer esquecer o vexame da seleção brasileira, desclassificada para os jogos olímpicos de Atenas (nos resta torcer para as emocionantes modalidades: vôlei, ginástica olímpica, remo, arco-e-flecha, dardos etc...). Só o Coringão para nos fazer esquecer (pelo menos até o próximo jogo) que o preço do ingresso de arquibancada para o campeonato paulista é 20 reais. Só o Coringão para nos fazer esquecer que hoje é segunda e que temos de trabalhar. Corinthians, o meu mundo é você!

NINGUÉM MELHOR DO QUE NÓS
PRA FALAR DE VOCÊ

NINGUÉM MELHOR DO QUE NÓS
PRA TE EXALTAR SEM TE ESQUECER

NINGUÉM MELHOR DO QUE NÓS
PRA TE ENALTECER

CORINTHIANS O MEU MUNDO É VOCÊ (É VOCÊ)

NINGUÉM MELHOR DO QUE NÓS
PRA SOLTAR A NOSSA VOZ
SOU GAVIÃO
E O MEU GRITO É FEROZ

CORINTHIANS
TER VOCÊ NÃO É PRA QUALQUER UM
POIS VOCÊ NÃO É NADA COMUM
SEI QUE ENCANTA TODAS AS PESSOAS

CORINTHIANS
SE NÃO VEJO VOCÊ DESFILAR
NOS GRAMADOS PÔR ONDE PASSAR
DE TRISTEZA VOU ME LAMENTAR

FALAR DE VOCÊ
NÃO É SÓ CHEGAR, SENTAR, ESCREVER
TEM QUE REALMENTE SABER

FALAR DE VOCÊ
NÃO É OPORTUNISMO SEM NADA DIZER
NA VERDADE
QUEM TE AMA VIVE PÔR VOCÊ

CORINTHIANS: OBRIGADO PÔR ME ESCOLHER

Para comemorar, publicarei a coluna do Tião Fiel, do Lance de hoje.

A cidade do Corinthians

Corinthianos apostólicos romanos, mais uma vez a taça é nossa. Realmente, somos os maiores dessa cidade, desse país, desse planeta. Eu nunca tive dúvidas e, quando me liguei na festa com a molecada lá no CT de Itaquera que já temos mais títulos que a porcada e os fregueses, acho que é hora de mudar o nome desta cidade de São Paulo para Corinthians.

Adoro o lugar onde vivo (amo a ZL), sou paulistano com muito orgulho, mas acho que esse nome está virando sinônimo de segundo colocado. E não é isso o que todos nós queremos. Nossa capital é a maior de todas as cidades e precisa de tornar de vez a melhor.

Outro motivo para reforçar esse pedido é o fato de que todos aqui nascem corinthiano, facilitaria a nossa vida. Não ficaria mais fácil já estar no RG que o mano é corinthiano? Somos a maioria esmagadora em títulos e torcida.

É verdade que alguns se desgarram, mas fazer o quê? Nem tudo é perfeito. É até bom que existam essas minorias para a gente dar uma sacolada neles.

E quero registrar aqui o meu parabèns aos bambis. A seus dirigentes e jogadores. Realmente, vocês são exemplares. Afinal de contas, os garotos já são pipoqueiros e nossos fregueses antes mesmo de chegarem ao profissional...

Posted by subversiva at 08:13 AM | 17 Comentário (s)

January 28th, 2004

Alguém pode inventar um dia com 32 horas?

Estou, definitivamente, um poço de stress. E ontem foi o auge. A ONG aqui perdeu o meu contrato. Estou como funcionária-fantasma desde fevereiro de 2003. E o Idec não consegue me contratar se eu não tiver esse contrato retroativo. A treta é grande.

Acorda cedo, pega o ônibus, vai para o Ciee na Tabapuã (e é ótimo andar por bairro de rico porque é cheio de padarias cheirosas), chora para a atendente que emite um novo contrato, pega um ônibus até o metrô, pega o metrô até o Bresser, anda até a faculdade debaixo de chuva, chora para a atendente no SAA, vai até o departamento de estágio, volta para o SAA, come esfiha de queijo branco, anda até o metrô debaixo de chuva, fala no celular que milagrosamente tocou, entra no metrô lotado até a Barra Funda, pega o busão até em casa, chega com vontade de mandar todo mundo para a puta que pariu, mas se lembra que o pessoal lá de casa é o que menos tem a ver com isso...

Enfim, minha vida, que já não tinha muito tempo disponível, vai ficar menor ainda. Ainda bem que o ano é bissexto (acho que já disse essa frase esse ano).

No mais, aconteceram coisas bizarras na minha semana (que começou antes de ontem) e elas rendem ótimas crônicas. Espero ter tempo de fazê-las. Conheci até um sósia do Bon Jovi que bate na minha cintura. Mas isso fica para outro dia...

Posted by subversiva at 09:18 AM | 8 Comentário (s)

January 29th, 2004

MULHERES COMPLICADAS

Nós ? Complicadas ?! ...
Se a gente se insinua, é atirada;
Se fica na nossa, tá dando uma de difícil.
Se aceita transar no início do relacionamento, é mulher fácil;
Se não quer ainda, tá fazendo doce.
Se põe limitações no namoro, é autoritária;
Se concorda com o que o namorado diz, é uma lesa sem opinião.
Se batalha por estudos e profissões, é uma ambiciosa;
Se não tá nem aí pra isso, é dondoca.
Se adora falar em política e economia, é feminista;
Se não se liga nesses assuntos, é desinformada.
Se corre pra matar uma barata, não é feminina;
Se corre de uma barata, é medrosa.
Se aceita tudo na cama, é vagabunda;
Se não aceita, é fresca.
Se ganha menos que o homem, é pra ser sustentada;
Se ganha mais que o homem, é pra jogar na cara deles.
Se adora roupas e cosméticos, é narcisista;
Se não gosta, é desleixada.
Se sai mais cedo do trabalho, é folgada;
Se sai mais tarde, tá dando pro chefe;
Se faz hora extra, é gananciosa.
Se gosta de TV, é fútil;
Se gosta de livros, tá dando uma de intelectual.
Se se chateia com alguma atitude dele, é uma mulher mimada;
Se aceita tudo o que ele faz, é submissa.
Se quer ter 4 filhos, é uma louca inconseqüente
Se só quer ter 1, é uma egoísta que não tem senso maternal.
Se gosta de rock, é uma doida chapadeira;
Se gosta de música romântica, é brega;
Se gosta de música eletrônica, é porra-louca.
Se usa sainha curta, é vulgar;
Se usa saia comprida, é crente.
Se tá branca, eles dizem pra gente pegar uma corzinha;
Se tá bem bronzeada, eles dizem que preferem as mais clarinhas.
Se faz cena de ciúme, é uma neurótica;
Se não faz, não sabe defender seu amor.
Se fala mais alto que ele, é uma descontrolada;
Se fala mais baixo, é subserviente.
E depois vem dizer que mulher é que é complicada!...

Posted by subversiva at 08:08 AM | 24 Comentário (s)

site powered by tabulas | Back to Top - Home - Gallery - Friends - Friends Of - Favorites - Content - Archives - Links