Entries for November, 2005

November 1st, 2005

3 em 1

1 - Para comemorar o Dia das Bruxas, algumas senhoras da ONG1 foram bebericar umas e outras no requintado boteco da esquina. Vestida em um enorme casaco de oncinha (não vi, porque teria pirado), adentra o recinto uma bela donzela em seus cabelos cacheados. No calor tropical de 12º C, a senhorita tira o abrigo e, por baixo, absolutamente pelada.

- PELADA??? COMO ASSIM A MULHER FICOU PELADA NO NOVO CAVIAR????

- Assim, pelada não... ela estava com roupa de baixo, Lelê.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhh!

A narrativa, então, continuou:

E lá ela permaneceu por cerca de 1/2 hora. Abaixou para acender o cigarrinho. Fez charminho. Só de roupa de baixo. Todos os taxistas, caminhoneiros, moto-boys se amontoaram do outro lado da rua para ver a semi-nua. Até que ela vestiu seu casaquinho, apagou seu cigarrinho e foi embora. Como se nada tivesse acontecido.

- CACETE, que loucura!!!! E eu compro suco todos os dias nesse lugar... Alguém tirou fotos?

- Tirei do meu celular. Me ajuda a passar para o computador, Lelê? Ou Daniel?

Quando o Dani passou as fotos para o PC, meu maior pesadelo havia se tornado realidade: O Biro-Biro de cinta-liga. Confira no replay:

Biro-Biro tomando sua coca-cola light tranquilamente

2- A vida virtual de minha amiga Denise é bastante agitada. Depois do baiano e seu francês fluente, ela recebeu o e-mail de uma mulher desesperada por emprego e em busca de uma vaga de revisora na agência de publicidade onde ela trabalha. Acompanhe:  

-----Mensagem original-----
De: Dona Maricota [mailto:xxxxxxxxxxxx@hotmail.com]
Enviada em: sexta-feira, 28 de outubro de 2005 20:53
Para:
xxxxxx@xxxxxxx.com.br
Assunto: eu

Bom texto e iniciativa?
Eu tenho! Tenho sim, juro...preste atenção...muita atenção, porque, caso ao contrário, seus olhos podem te enganar...não serei eu, serão seu olhos...é bom ressaltar.
Sou estudante de Letras (3°-UNESP-Araraquara)...porém não estudo, no momento. Tranquei a matrícula, pra vir morar em Taubaté...e é aqui que estou...
Nem sei exatamente por que escrevo...já esteve numa situação "tudo-ou-nada"? Aqueles momentos da vida em que ou se resolve ou se f...é melhor nem dizer,,,me encontro num momento assim, ou me desencontro, tudo depende do ângulo, como sempre digo.
Não tenho currícul...sou um ser descurriculado. Triste, muito triste. Mas desde que entrei na faculdade, me tornei dona de casa, mãe de dois filhos...e blá,blá,blá...já escrevi tantos e-mails pedindo emprego em revistas, jornais, e similares, que cansei dessa lenga...mas tenho. Dois filhos e sou dona de casa, e leio Drumond enquanto cozinho...não dá pra ter currículo assim, não é?
Mas olha isso. Preciso de um trabalho, meu marido se tornou ex e da mesma forma que quando fazemos 18 anos, é conveniente que se saia de casa e se vá ganhar a vida; quando nos separamos é profundamente sensato ter uma renda que não venha do ex...muito sensato, eu diria.
É isso...não tenho a mínima vontade de trabalhar fora de Taubaté...ou melhor, fora de casa. Desnho, fotografo, observo, e mexo muito bem com internet...sou a empregada que toda empresa sonha...elas só não descobriram isso...
E é isso. Sei cozinhar muito bem, faço tapetes em tear manual, acrobacia aérea, danço, sapateio, sou afinada, minha mãe me acha bonita e tenho uma fascinação por gatos...e me chamo XXXXXXXXXX, mas todo mundo de quem gosto me chama de Lelis...Le lis...só. Se servir, ficarei feliz, senão, já tô me acostumando a não ter qualificação...
Um grande abraço...
XXXXXXXXXXXX

3- Hoje, aniversário de 85 anos da irmã do Marcelo e sábado formatura da avó em Medicina. Ou ao contrário.

Posted by subversiva at 03:27 PM | 6 Comentário (s)

November 3rd, 2005

Falha na Matrix: modem queimado, celular clonado e eu com um enorme medo de ser atacada pela esteira da academia.

Posted by subversiva at 01:45 PM | 3 Comentário (s)

November 4th, 2005

Afinal, Maradona é melhor que Pelé?

É.

Posted by subversiva at 02:09 PM | 11 Comentário (s)

November 7th, 2005

Sobre a goleada

* Para quem não teve a oportunidade de ler no blog do Júlio, esse é um dos posts que eu queria ter escrito. Parabéns pelo texto, Julião. Orgulho de ser sua amiga. E de ser Corinthians!

Sete vezes o Pai Nosso e sete vezes a Ave Maria...

Deveríamos jogar de fraque! É o que se pede quando a coisa é de gala. Nos trinques, como dizem os moços das regiões periféricas, nosso reduto.

Comer bacalhau é luxo. Comer bacalhau sete vezes, ver o bicho esgoelar na rede, é mais do que luxo, é um atentado à Santíssima Trindade. Santíssima Trindade de Tevez, Carlitos que orgulha outro Carlitos pelo nome que carrega, Nilmar, menino que pensa que é grande é é grande mesmo, e Rosinei, o moço que carrega piano, violoncelo, violinos e flautas, um maestro, uma orquestra!

Pobre Saulo, indo buscar bolas na rede, sete vezes. Saulo, que um dia virou Paulo, que um dia foi amigo e discípulo de Cristo, que foi pedra fundamental da Igreja. Que atentado Corinthians, fazer isso com um dos apóstolos!

E Giovani, sumido, que tem torcida com nome de "Testemunhas de Giovani"! Herege, esse Corinthians! Herege conhecedor de sua grandeza única!

E o Santos, que no nome carrega a origem "Celestial". Em nome do Pai, Pelé, do Filho, Edinho, e do Espírito, Santos. Santissíma Trindade retirada de seu altar por quem verdadeiramente o merece, pelos justos e nobres Tevez, Nilmar e Rosinei, os santos apócrifos que ainda verão seus atos nos livros. Sete atos, com a ajuda de Mattos, um quase Matheus.

Ah Corinthians! Se não tivesse nascido time, teria nascido bola, tamanha sua importância no esporte bretão. Tetracampeão, Coringão.

Deus fez isso tudo em sete dias. O Corinthians precisou de apenas 90 minutos para fazer tudo aquilo!

Amém Corinthians!

Posted by subversiva at 02:17 PM | 10 Comentário (s)

Faça as contas

Na sexta-feira, saí de casa pela manhã com R$ 15. Paguei meu busão, fui para o trabalho, depois comprei meu almoço, tomei um refrigerante, trabalhei, desci até o Anhangabaú de ônibus, comprei um bilhete de metrô até a faculdade, convidei meu amigo Júlio para jantar e fiz a caridade de pagar a conta, tomamos outro refrigerante, dei R$ 0,80 centavos para uma mulher que me pediu esmolas, comprei mais um bilhete de metrô, voltei para casa e sobrou R$ 1 no bolso para o dia seguinte. Mereço ou não mereço um quadro no Fantástico para dar dicas de economia à classe média?

Posted by subversiva at 03:55 PM | 16 Comentário (s)

November 22nd, 2005

Vóvis*

Esse é um e-mail que escrevi para um amigo, mas resolvi compartilhar porque é a minha história com meus avós.

Saudade dos meus avós também. A mãe da minha mãe, vovó Leonor, eu nem mesmo conheci e tenho certeza que ela seria daquelas avós de comercial do açúcar União. Herdei o nome e a boa mão para a culinária. O pai de minha mãe, o espanhol Abdon, me levava para jogar pedrinhas no rio que cortava Olímpia, cidade onde morava no interior de São Paulo. Não me lembro das pedrinhas, nem de quando meu irmão ficou com a cabeça entre as grades do rio depois de "tentar olhar mais de perto", como minha mãe conta. Meu avô ficou desesperado, puxando a cabeça de meu irmão. Saiu, mas bem que ele merecia de vez em quando ficar com a cabeça presa por lá. Lembro do meu avô doente, na cama ao lado da minha. Veio para São Paulo ser tratado de um câncer de pâncreas. Viveu até meus três anos.

Com meus avós paternos nunca tive muito contato. Eles moravam em São Paulo, iam todos os domingos até a minha casa, mas mantínhamos uma distância enorme. Devia ser o gelo do olhar de minha avó que me impedia de chegar até os dois. Nunca passamos um Natal juntos como aquelas famílias estadunidenses de filmes "sessão da tarde". Sempre ganhei roupas de cama, pijamas, toalhas e meias de presente. Nenhum brinquedo, afago, nenhuma palavra carinhosa. Não sabia de absolutamente nada sobre eles.
Descobri sobre meu avô em uma tarde em que ele me concedeu uma entrevista para um trabalho da escola. Radialista famoso eu já sabia que ele era. O mais antigo em atividade também. Só não sabia que ele havia sido cantor, narrador de corridas de cavalo e que era apaixonado pela Billie Holiday. Gostos em comum. 
Quando meu avô morreu, eu já era grande. Em seu velório, conheci muitos famosos. Conversando com a sua secretária ela me contou que dentre todos os netos eu era a que ele falava com mais orgulho. Talvez pela tarde partilhada com histórias. Ou ele já sabia que no futuro eu continuaria o legado jornalístico da família Macedo. Faltava criar uma história com minha avó paterna. Eu já tinha o nome da avó materna, as pedrinhas no rio e o sangue quente do meu avô espanhol materno, a tarde tão marcante e a profissão do meu avô paterno.
Foi na solidão de minha avó que consegui criar uma história. Depois da morte de vovô, ela preferiu morar sozinha. Na época, eu fazia terceiro colegial na Vila Mariana e começaria o cursinho a tarde. Sempre gostei de estudar em lugares distantes para conhecer pessoas e locais diferentes. Precisava, então, de um lugar para enrolar até a aula do cursinho começar. Minha avó morava em uma travessa da Paulista e perguntei se podia almoçar por lá. No começo, eu almoçava correndo, sozinha, enquanto ela fazia suas palavras cruzadas ou bordava suas toalhas. Não trocávamos mais do que "boa tarde", "Como foi a aula?", "como está a senhora?", "bem", "tudo bem", "tá bem". Tomava um banho e "tchau", "tchau". 
Um dia, depois de almoçar, decidi reparar melhor naquela mulher. Sentei do seu lado e disse: "e aí?" e ela parou de bordar. Sabia que ali nasceria uma longa e reveladora conversa. "Como você conheceu o meu avô?" e ela respondeu sem se mostrar surpresa, como se há anos esperasse alguém perguntar. Acho que foi isso, faltou alguém perguntar. Naquela tarde, nem fui para o cursinho. Escutei todas as histórias guardadas dentro daquela memória irretocável e descobri que ela havia sido, de certa forma, uma revolucionária.
Mulher dura, de posicionamento firme. Dirigia quando nenhuma mulher dirigia. Usava batom vermelho. Calça comprida. Foi ela quem paquerou meu avô, sentada no Largo do Arouche. Casou grávida. De gêmeos. Perdeu. Nasceu meu pai. Nem ele sabia nada disso. Cheguei em casa e contei como seus pais haviam se conhecido, quem era sua mãe. Depois dessa tarde, nos tornamos amigas. Tínhamos muito em comum, mas mesmo se não tívessemos, éramos avó e neta. Nunca mais fui só para comer a beterraba de todos os dias - e lá foi o único lugar onde comi beterraba na vida. Às vezes, eu até comia antes de ir, mas ia para conversar.
Vovó morreu no começo de 2002, depois que eu pudesse dizer que a amava. Chegou a conhecer o Lucas e ficava muito feliz todas às vezes que eu o levava lá para vê-la. Foi um dos apoios que recebi quando anunciei a gravidez porque ela sabia o que era estar grávida antes de estruturar uma família para receber mais um. Dois, no caso dela, que não vieram, mas ensinaram. Vovó chegou a escrever um cartãozinho para o Lucas que dizia: "Foi muito bom tê-lo como primeiro bisneto". Palavras que eu não recebi quando pequena, mas que conquistei para o meu filho.
*Vóvis é como o Lucas chama meu pai e minha mãe.

Posted by subversiva at 11:52 AM | 10 Comentário (s)

Falta plantar uma árvore...

Posted by subversiva at 02:47 PM | 5 Comentário (s)

November 23rd, 2005

Prefácio do TCC*

*ele sairá quando o livro for publicado, no fim do ano que vem. Então, estou postando para vocês.

Naquele dia, cheguei atrasada na universidade. Precisaria escolher um tema para escrever um livro-reportagem que serviria como trabalho de conclusão de nosso curso de jornalismo. Quando cheguei, já havia sido incluída em um grupo que tinha decidido escrever sobre a história do Corinthians.

De certa forma, sempre fui associada ao time pelo meu corinthianismo, que surgiu ainda de criança, quando era levada por meu tio e primos para o estádio ver o Corinthians de pertinho. Por isso, tinha sido escalada para falar sobre o que mais gosto.

Em 2005, o Corinthians fez 95 anos e teríamos menos de um para contar essa história. Além disso, outros jornalistas bem mais capacitados já tinham feito, como Lourenço Diaféria e Juca Kfouri. Propus que contássemos a história da maior torcida organizada da América Latina, a Gaviões da Fiel, já que não há registros sobre sua fundação.

Era uma curiosidade pessoal. Sou associada e nem ao menos conhecia a fundo a história de Flávio La Selva. Por que, além de ser o sócio número um, ele dá nome à quadra dos Gaviões da Fiel? De onde surgiu à idéia de montar a torcida? Como ela se tornou o que é hoje? Sempre conheci muito pouco. Acima da média de qualquer associado, mas muito pouco.

Integro o departamento de comunicação da Gaviões da Fiel, formado por essa diretoria recente, que se elegeu em abril pelo voto direto do associado. Tonhão (Wellington Rocha Júnior) e Pulguinha (Wildner D Paula Rocha), presidente e vice-presidente, assumiram o comando da organizada e hoje continuam a escrever essa história de luta.

No começo da gestão, Pulguinha me contou de seu interesse em fortalecer o departamento de comunicação, essencial para as pretensões dos Gaviões de hoje. Reivindicar pelo Corinthians, pelas organizações populares, pela descentralização da informação, informar os jornalistas esportivos, reclamar quando escreverem besteira. Nada disso seria possível sem um setor de comunicação.

Contei a ele sobre meu interesse de escrever o livro para o TCC e, talvez, para publicação. Mas informar de um outro ponto de vista: a Gaviões da Fiel como um movimento popular, formada por corinthianos de baixa renda. Por isso tão marginalizada. A idéia é contar ao associado os objetivos dos Gaviões quando a torcida foi fundada e o livro se tornar um instrumento de formação.

Com esse processo do TCC foi possível conhecer histórias que nem de longe eu imaginava que tivessem sido escritas. Busquei, conversei, ouvi muito mais do que falei.

Em 2005, tive a oportunidade de tomar um porre com o Sócrates no Pingüim, bar mais famoso de Ribeirão Preto, depois de acordar às 4h da manhã e enfrentar algumas horas de estrada até o interior de São Paulo. Dei a ele um charuto da República Dominicana para ser fumado quando seu filho, Fidel Brasileiro, nascesse. Ficamos mais de 5 horas no bar, acompanhados por muito chopp gelado e com o colarinho cremoso. Confesso que chorei em alguns momentos com as histórias que contou sobre meu time tão amado e sua luta por uma mudança mundial, a partir do futebol. Assim como ele, eu acredito nisso. E esse foi um momento que contarei para meus filhos, netos e bisnetos. Todos corinthianos.

Fui recebida por Wladimir, ex-lateral esquerdo do Corinthians e um dos pais da Democracia Corinthiana, em seu escritório na Secretaria de Esporte, Lazer e Cultura de Diadema, depois de pegar três ônibus e um metrô até o local e me perder nas ruas da cidade da Grande São Paulo. Derrubei água em seus documentos e molhei toda a minha calça. Com o sorriso no rosto, Wladimir brincou comigo e disse que contaria a todos que havia feito xixi tamanha a emoção que senti. Ficamos amigos. Wladimir até liga de vez em quando no celular para perguntar como andam as coisas nos Gaviões da Fiel. E sempre que nos vemos é uma festa, hoje, de ambos os lados.

A entrevista com Basílio, autor do gol de 1977, foi feita ao vivo, na Rádio Livre Gaviões da Fiel. Um dos instrumentos usados pela torcida de descentralização da informação. Corinthiano falando com o Corinthiano.

Me vi sentada diante do meu maior ídolo no futebol, o Neto, que me despertou esse amor tão grande que tenho pelo Corinthians quando carregou, em cada ponta de suas chuteiras, seu coração alvinegro para vencer aquele campeonato brasileiro de 1990. Coração, aliás, que nunca me enganou. Neto é corinthiano, embora diga que não. Quando cheguei para a entrevista, encontrei um Neto mal humorado, com um par de óculos escuros grandes e pensei que dali sairia sem o ídolo. Conversamos durante 50 minutos sobre o Corinthians e espantamos o mau humor e o nervosismo. Saí mais feliz do que entrei e fui tomar um leite com chocolate na padaria. Paguei a conta e quando saía, Neto entrava. Me convidou para tomar um café com ele, falamos sobre nossas vidas, demos risada. Nos tornamos, um diante do outro, pessoas normais. Exatamente do jeito que somos.

Mais importante do que estar com Sócrates, Wladimir e Neto, ídolos pelo futebol e pelas ideologias políticas, foi ouvir cada um dos fundadores ou das famílias daqueles que já tinham morrido.

As entrevistas foram feitas em shoppings, na quadra dos Gaviões da Fiel, em bares, em suas casas, em padarias, nas arquibancadas. Senhores e senhoras que, diante do gravador, perderam os pudores e derramaram lágrimas de alegria, de tristeza, de saudades. Saudades de um tempo sufocado na memória pelo passar dos anos, mas que ainda está sendo escrito.

Em 2005, foi possível entender porque faço parte dessa história, tanto do Corinthians, quanto dos Gaviões da Fiel. Por isso o livro foi escrito. É preciso contar para cada Gavião porque, de fato, ele é Gavião.  Para tudo fazer mais sentido, principalmente, essa emoção racionalizada por saber que para sempre serei corinthiana.

 
Leonor Macedo

Posted by subversiva at 02:42 PM | 12 Comentário (s)

November 30th, 2005

Enquanto isso, no Terceiro Setor...

- Porque o Brasil, minha gente,,, o Brasil é o Banco Itaú!

Vai ver o vice-governador tem razão: a gerente é mal humorada, o cidadão pega uma fila de duas horas e às vezes tem de arriar as calças depois de ser barrado na porta giratória, para conseguir entrar e pagar as contas...

Posted by subversiva at 12:49 PM | 8 Comentário (s)

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