Entries for January, 2006

January 5th, 2006

Feliz ANO NOVO!!!!!!!

05/01/2006 - 11h35

Em coma induzido, Sharon respira com a ajuda de aparelhos

da Folha Online

Médicos do hospital Hadassah, onde
Ariel Sharon esta internado, anunciaram nesta quinta-feira que o premiê foi induzido a um estado de coma profundo por 24 horas. Sharon está sob efeito de sedativos e respira com a ajuda de aparelhos. Seu estado é grave, mas estável. O vice-premiê Ehud Olmert assumiu interinamente a chefia do governo.

Nesta quarta-feira, Sharon foi submetido a sete horas de cirurgia para interromper um sangramento causado por um AVC [termo técnico para designar um derrame]. Seu estado de saúde é crítico.


Segundo médicos do Hadassah, o sangramento foi detido, mas informações não-confirmadas relatam que o acidente teria deixado seqüelas no premiê, como a perda dos movimentos da parte inferior de seu corpo.

O diretor do hospital de Hadassah, Shlomo Mor Yosef, afirmou que a indução ao coma profundo faz parte do tratamento que está sendo aplicado a Sharon na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde ele se recupera. Yosef disse que os médicos vão "fazer o possível" para manter a pressão sangüínea no cérebro de Sharon a níveis baixos.

Ao final da cirurgia, na manhã desta quinta-feira, Yosef afirmara que os sinais vitais de Sharon estavam estáveis, mas sua condição de saúde continuava crítica.

De acordo com informações do jornal israelense "Haaretz" fontes médicas relataram que o sangramento ocorrido ontem não afetou o tronco cerebral, o que poderia ter sido fatal a Sharon.

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January 10th, 2006

Papai no Rio de Janeiro

Mamãe no MSN me convencendo de que eu tenho a quem puxar:

[14:35] Rose says:

ele levou um tombaço no dia q chegou...

[14:35] Rose says:

ralou a canela...

[14:36] Rose says:

caiu do onibus, da escada de entrada...pois o lusitano quis subir carregando as 3 mala de uma vez...

[14:36] Rose says:

caiu com as 3 malas...eu comecei a tentar levantá-lo e ele não soltava as malas, não conseguia tirar a bunda do chão...

[14:37] Rose says:

todo mundo olhando, uma cena dantesca...

[14:37] Rose says:

quase morri de vergonha...ele depois teve um acesso de riso...

[14:38] Rose says:

o Rodrigo teve q colocar o Lucas num banco e voltar pra acudir, pois o onibus não podia ir embora, por causa dele...

[14:38] Rose says:

um mico...

[14:39] Rose says:

depois qdo fomos a praia no domingo...ele foi lavar o baldinho do Lucas, na hora de vir embora...caiu no rasinho...engoliu meio mar de água...

Posted by subversiva at 02:16 PM | 14 Comentário (s)

January 12th, 2006

Rapidinhas da semana

Douglas, Daygo, Tony, Érica, Tânia, Ruy e eu fomos almoçar em um kilo aqui pertinho. Na volta, Tony abriu seu drops e jogou o papel dentro de um saco plástico ao lado do ponto de ônibus. Esperando a condução, a senhora, indignada por suas compras da feira terem sido confundidas com lixo, gritou para o Douglas que vinha logo atrás:
- Isso aqui não é lixo não!!!!
- Mas eu não joguei nada no lixo da senhora, pô - se justificou o Douglas.
*****************************************************
Eu no telefone falando com o Lucas que está no Rio de Janeiro:
- Filho, eu e o Tobby (cachorro) estamos com muita saudade de você.
- Ahhhhhhh, mamãe... Põe o Tobby para latir no telefone.
- Mas, meu amor, a mamãe está no trabalho. Ele não está aqui...
- Ah, vai, Mãe. Põe ele para latir no telefone.
- Ele é um cachorro, Lucas! Não pode entrar aqui no trabalho.
- Vai, Mãe. Põe ele para latir no telefone.
- Lucas...
- Vai, Mãe!
*Lelê latindo na sala cheia de gente durante o expediente*
- Uau, Mãe! Era o Tobby?
- Era...
- Eba! Então põe ele para falar comigo no telefone.
- Lucas, cachorro não fala.
- Vai, Mãe. Põe ele para falar comigo no telefone.
- Luquinhas, meu amor... ele não fala.
- Vai, Mãe!
- LUCAS, SE VOCÊ NÃO PARAR COM ESSAS PENTELHICES EU VOU DESLIGAR O TELEFONE.
- Poxa, Mãe... Vai!
- ERA EU LATINDO ANTES. O TOBBY NÃO ESTÁ AQUI!
- Nossa... Você mentiu para mim?
- Er... Menti...
- Era você latindo?
- Er... Era.
- Faz de novo?
***************************************************
Eu e Lucas pelo telefone, em outro dia:
- A mamãe está com muita saudade de você, filho.
- Eu também, mãe... Chuif... Chuif... Você está chorando, mãe?
- Não, Lucas...
- Eu também não.

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January 16th, 2006

Sobre o Inaté

Da favela do Vergueiro para as arquibancadas corinthianas, Inaté José da Silva estava sempre com seu surdo na mão. Era o centro de todos os corinthianos que, ao seu redor, gritavam e torciam pelo time. Um dos grandes líderes da Gaviões da Fiel.

Quando o Corinthians quebrou o tabu depois de uma vitória sobre o Santos, após 10 anos de derrotas, em seis de março de 1968, Inaté invadiu o campo com uma bandeira do Timão para entregar ao Pelé. A foto tirada no momento em que o jogador do Santos tenta salvar o torcedor da agressão da polícia foi publicada na Revista Manchete. Ainda não existia a Gaviões da Fiel. 

Popular entre os torcedores do Corinthians, Inaté tinha acabado de servir o Exército quando ajudou a fundar os Gaviões. Nem por isso, deixava de contestar o regime militar e a ditadura imposta dentro do clube. Quando brigavam pela saída de Wadih Helu, Inaté fez um enterro simbólico do dirigente e levou o caixão até o programa líder de audiência, “O Homem do Sapato Branco”, comandado por Jacinto Figueira Júnior. O apresentador chutou o caixão e no dia seguinte aquilo saiu publicado em todos os jornais e revistas.

“A vida de Inaté ficou ‘torta’ rápido”, lembra Daga. Cometeu infrações penais e fugiu para não ter de explicar e decepcionar os Gaviões da Fiel. Depois foi preso e cumpriu pena. Em uma entrevista da época, Inaté citou que “a única coisa que queria era cumprir rapidamente a pena para poder torcer livremente para o Corinthians”. Comandar como ele comandou.

 
Pouco depois de sair da Detenção, Inaté foi assassinado com um tiro de calibre 12, pelas costas.

Posted by subversiva at 01:59 PM | 3 Comentário (s)

January 18th, 2006

Alguém, por favor, me salve dessa "formação tecnológica". Paga-se bem.

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January 19th, 2006

Da ilusão kotschiana

Para os recém-formados jornalistas que entram por aqui, ou para os outros jornalistas que entram por aqui, ou para os futuros, ou para os que se arrependeram, ou para quem quer ler um bom texto. De Elizabeth Lorenzotti, jornalista, ex-chefe e amiga.

VIDA DE JORNALISTA
A opção obrigatória

Elizabeth de Souza Lorenzotti (*)

Sim, as coisas mudam e naturalmente às vezes até para melhor. Concordo com o Ricardo Kotscho em sua coluna no site NoMínimo, de sexta-feira (13/1), intitulada "Muito bem desempregado". Sorte dele, diria toda uma categoria profissional.

Entretanto, nas relações de trabalho do Brasil – e no caso em questão, da categoria dos jornalistas – a mudança para melhor pode ter sido só para uns poucos. Ricardo diz que antigamente...

"...todo mundo queria um emprego fixo, carteira assinada, crachá, plano de saúde e, se possível, vaga no estacionamento da empresa. Sem isso, ninguém poderia estar bem na vida".

Mas, hoje, tudo mudou:

"Cada vez encontro mais amigos que vivem sem carteira assinada e não querem nem ouvir falar em voltar a usar um crachá. Nos últimos anos, com a crise financeira enfrentada pelas empresas de mídia, as redações murcharam, é verdade, o número de vagas diminuiu, estimulou-se a terceirização, mas em muitos casos percebo que não se trata de uma questão de falta de oportunidade de voltar ao mercado de trabalho e, sim, de uma opção pessoal".

Ele também percebe que...

"...o expediente da maioria das revistas nas bancas não traz mais do que três ou quatro nomes de jornalistas fixos – os outros todos são de colaboradores.

E constata que...

"são cada vez mais numerosos os jornalistas da minha geração que trabalham em casa, fazem seus próprios horários, só andam de bermudas e chinelos, e não querem saber de outra vida. De tanto ver meus amigos aderindo ao trabalho doméstico, resolvi adotar o mesmo esquema quando voltei para São Paulo, no final de 2004, mas confesso que, no começo, fiquei muito inseguro".

Hoje, Kotscho descobriu que...

"...o grande barato é aprender a viver com menos. Não tem nada melhor do que ser dono do seu tempo, encontrar a agenda com cada vez menos compromissos, em sua maioria agradáveis, como almoçar ou jantar com amigos, entregar um texto que te deu prazer de escrever, fazer uma palestra sobre um assunto que te atrai".

Claro, não há nada melhor. E o autor cita o exemplo de Ricardo Noblat e diz que jornalistas "menos votados e famosos" também seguem o mesmo caminho.

Praxe antiga

O espírito do texto me lembrou um quadro do dinossáurico programa humorístico Balança, mas não cai, do século passado: o primo rico invejava a simplicidade com que vivia o pobre e esfarrapado parente...

Pois tudo depende do degrau em que se está e com que instrumentos se observa. Realmente, esta "opção" reflete o melhor dos mundos para quem não tem mais que criar filhos, pagar escola, roupa, médico, transporte, etc e tal e/ou ser arrimo de família, cuidar de pais idosos e da família. Para quem não tem herança e precisa viver da sua força de trabalho, expressão esta muito antiga e coisa tão fora de moda em certos vocabulários. Para quem pode "optar" por trabalhar em casa de bermuda e chinelão.

E tenho a certeza de que não são muitos esses casos, nem apenas jornalistas da geração de Kotscho.

O bordão minimalista less is more pode ser muito bem empregado em artes plásticas, fashion weeks, livros de auto-ajuda, e confesso que eu mesma tenho muita simpatia por ele, sob outro ponto de vista – o que os budistas chamariam de Shizen, naturalidade. Mas esta é uma outra história.

Apenas ressalto que neste século 21 de cambalachos e flexibilização de tudo o que incomoda o mercado, o bordão não pode ser aplicado ao caso dos trabalhadores a não ser sob forma de cinismo.

Quero crer que não tenha sido essa a intenção de Kotscho. Creio que a sua permanência durante alguns anos na ilha da fantasia, a falta de contato com a categoria como tínhamos antigamente, nas assembléias sindicais, além da ausência absoluta, atualmente, de um sindicato de jornalistas em São Paulo, e de alguma instância que defenda a categoria, tudo isso o tenha levado a conclusões equivocadas.

Somos da mesma geração, e eu também, na maior parte do tempo, trabalho em casa. Poderia dizer que também "optei", mas não uso esse verbo. Eu e todos os colegas que somos "pessoas jurídicas" não vivemos num mar de rosas, embora demos graças aos céus por não sermos mais obrigados a enfrentar o tronco durante mais de 12 horas, assistindo a cenas grotescas e explícitas de todos os níveis nas redações. Entretanto, nunca sabemos o dia de amanhã.

E não são apenas os da nossa geração, já com 20 ou 30 anos de profissão. Mas profissionais de 20 ou 30 anos de idade, também obrigados a se tornarem pessoas jurídicas, free lancers, usando seu próprio computador, seu telefone, a infra-estrutura de sua casa, seu carro, sem nenhum reembolso, ao contrário do que era praxe antigamente. Gostariam, sim, de ter "emprego fixo, carteira assinada, plano de saúde". Mas foram obrigados a "optar".

No mesmo barco

Há muitas histórias exemplares da situação. Uma dessas colegas, de 20 e poucos anos, disse dia desses: "Acho que vou conseguir comprar uma casa, mas dentro de uns 40 anos". Outro, pai e avô, desempregado, tem a família sustentada pela filha. Outro, idem, com a mulher que sofre de problemas mentais, também é sustentado pela filha. E outro mais, de 30 e poucos anos, desistiu da profissão e pretende dedicar-se ao comércio.Todos profissionais da maior correção e competência.

O conjunto de histórias terríveis das vidas de jornalistas é muito grande. Como sabemos, trata-se de uma profissão sem plano de carreira. Há alguns poucos anos, somou-se à tragédia dessa categoria a falência do plano de saúde eleitoreiro mantida pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, deixando ao léu pessoas com operação de câncer marcada, pacientes idosos sem hospitalização – todos, como disse o presidente da entidade, "encaminhados para o INSS".

É muito bom, sim, caro Ricardo, podermos optar. É o que ocorreria em algum idílico país civilizado, que respeitasse os trabalhadores. Não neste país, onde não só os jornalistas são obrigados a "optar" pela informalidade: jovens e nem tão jovens, todos no mesmo barco, vagam em águas turvas e sem destino.

(*) Jornalista e professora de jornalismo

Posted by subversiva at 07:10 AM | Comente

Mesmo pensando seriamente em sair do orkut fica aqui a propaganda de uma comunidade feita pelo Max para minha família. Quem conhece sabe bem que é merecida. Só faltou a foto do mais novo membro da família, Tobby Buzuca, o cachorro comedor de cocô e papel higiênico sujo.

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7776291

 

Posted by subversiva at 07:35 AM | 2 Comentário (s)

Às 4h da madrugada, Luquinhas me chamou no quarto dele:

- O que foi, Lucas?

- Toma cuidado...

-  Ãhm?

-  Toma cuidado...

-  Por que você está falando isso?

-  Só to falando pra você tomar cuidado...

Então, se ele for realmente um mini-deus e algo ruim acontecer, lá vai meu testamento:

Para o Silveira, deixo meu taco de sinuca e um dedo indicador

Para o Júlio, tudo o que eu tenho do Bob Esponja, o meu blog, minha coleção de agasalhos (para ele deixar de usar aquela blusa guerreira), a camiseta do B 52’s e um pulmão

Para a Bia, os dvds de comédia romântica e a senha do meu e-mail

Para a Gabi, meu cinto de oncinha e meus óculos Dior

Para o Daygo, todas as outras roupas de oncinha e meus cds dos anos 80

Para o Júnior, os meus livros políticos e a minha coleção de facas

Para o Nino, todas as minhas camisetas do Corinthians e dos Gaviões

Para o Paulinho, meu espartilho vermelho

Para a Érica, meu scarpin preto finíssimo, a minha camiseta do Charles Bronson, a minha preciosa lista de telefones e outro rim

Para o Nando, a caixa do Poderoso Chefão (e o baralho que veio de brinde)

Para a Cláudia, os meus livros de arte

Para o Digo, meus quadros do Star Wars, Bruce Lee e A Gata e o Rato, mais o meu boneco do Homer Simpson, além dos meus outros dvds

Para papai, o legado de terminar o livro e o meu emprego

Para mamãe, o Lucas

Para o Lucas, as fotos, os meus escritos, as pilhas recarregáveis e o resto

Posted by subversiva at 01:37 PM | 13 Comentário (s)

January 23rd, 2006

SALE

Perto daqui do trabalho, há uma ponta de estoque da Rosa Chá, aquela marca famosa de biquínis esquisitos. Lá, um biquíni peça única que não serve em ninguém, da coleção retrasada e com algum pequeno defeito custa em torno de R$ 180. Mas, sabe-se-lá-o-por-quê, resolveram vendê-los a R$ 19,90.

Empolgados com a idéia de pisar pela primeira vez no lugar sem sermos expulsos, Tony, Tânia, Daygo e eu visitamos a loja em nossa hora de almoço. Diversão garantida com as estampas esdrúxulas, que não me impediram de comprar três conjuntos: um de carrinhos de bate-bate, outro de tigrinho (ui!) e um com todas as bandeiras da América Latina, no melhor estilo “Revolução e Glamour”. Eu precisava, pessoal. Na última viagem, tinha um só biquíni que de tão velho me impedia de ficar contra o sol.

Só que a alegria mesmo estava na arara ao lado, na parte das sungas “masculinas”, embora não haja registro de nenhum heterossexual ter adquirido um maiô da marca anteriormente. Uma imitava penas da galinha azul. Outra, inteira de oncinha, mostrava a virilha sem nenhum pudor. Tinha uma transparente no cofre com uma pin-up desenhada na frente, contornando o membro.

Imaginei amigo por amigo dentro daquilo. O Júlio, o Júnior, o Silveira (embora ele seja publicitário), o Beto, o Nando, entre outros. Visão do inferno. Nenhum jamais teria coragem de andar com uma dessas na praia. Nem na piscina. Nem em sauna se usa isso. E olha que o Júlio não é lá muito macho!

A mais normal, verdinha, com o escrito Rosa Chá na lateral, encantou o Daygo. Ficou lá meio indecente, com uns pêlos à mostra e metade da bunda aparecendo, prendendo a coxa de tal forma que podia dar gangrena, mas ele nem se importou. O Tony também curtiu, mas resolveu pedir um número maior para a vendedora: 

 -          Moça, tem dessa sunga verde tamanho maior?

-          Sunga verde?

-          É... Essa que ele está levando...

-          Mininu... isso não é sunga não!  

Todo mundo de dentro da loja olhou para a cara do Daygo.

-          Isso é um shortinho infantil!

-          ÃHM? – todos em coro.

-          É... Olha só! É tamanho oito!

-          OITO? – todos em coro novamente.

-          Sim... tava na arara errada!

-          Mas, peraí. É shortinho infantil de menino ou de menina? – resolvi amenizar para o lado do Daygo.

-          De menina!

Daygo entrou em um provador e de lá só saiu no fim de nosso horário de almoço. Puto da vida com a vendedora.

 -          Você não entende nada! Isso aqui é de menino! De menino!!!!! Te gileto!

Era de menina mesmo. Mas eu nem quis contar antes para ele.

 

NOTA: Estou esperando o Daygo chegar para me passar as fotos dos provadores na Rosa Chá. Claro que a gente fez nossos amigos provarem as sungas de Galinha Azul e de Oncinha. E fotografamos.

Posted by subversiva at 09:56 AM | 8 Comentário (s)

O Adri me indicou para o Mau que me indicou para escrever no Mesa Quadrada, que é o site do Mau, onde o Adri também escreve. E mais um monte de gente, espalhada pelo mundo, que gosta (ou não) de futebol e quer falar de Copa do Mundo (entre outras coisas) sob o lema: "Copa do Mundo discutido como se deve: com muita cerveja. E sem patriotada". Vale a pena conferir o site que começa a engatinhar. Tem uma coluna minha por lá, bastante agressiva por sinal. Palmeirenses, podem guinchar.

O site é www.mesaquadrada.com.br. Minha última coluna está em http://www.mesaquadrada.com.br/content/view/73/35/. Votem na enquete sobre o Rogério Ceni. Eu já votei. Adivinhem em qual opção.

 

Posted by subversiva at 04:11 PM | 8 Comentário (s)

January 26th, 2006

Fortes emoções

NOTA1: Quem não quer se irritar, não leia.

Pressão arterial..................................OK

 Coração............................................OK

 Gastrite.............................................OK

Não, nem fui fazer um check-up, mas sei que está absolutamente tudo bem com a minha saúde porque falei com 15 atendentes de telemarketing e não tive um infarto. Como é que alguém pode acreditar em qualquer entidade divina se existe a Vivo? E a TIM? E celular?

8h40 da manhã

-  Luquinhas, pára de brigar com o cachorro que a mamãe vai falar com a Vivo. Silêncio!

(cabe aqui um parêntese sobre a insuportável música da VIVO, que te faz sentir como se estivesse vencendo a São Silvestre. Começa baixinha, até alcançar o apogeu e ficar ensurdecedora: tam, tam, tam, tam, Tam, TAM, TAMMMMMM)

Gravação: Diga seu telefone com o código de área

Lelê: (11) 71XX-XXX2

Gravação: Diga o que deseja

Lelê: Saber se meu telefone está clonado

Gravação: Caro cliente, para um melhor atendimento a Vivo precisa saber o que você deseja.

Lelê: Ai... TE-LE-FO-NE CLO-NA-DO! CLO-NA-DO!

Gravação: Aguarde um minuto. Vamos estar transferindo a sua ligação para o setor responsável.

Atendente 1 – Bom dia, senhora. No que eu posso estar ajudando?

Lelê: Vou te explicar tudo desde o começo. Sou jornalista e uso muito o celular. Eu pago, em média, R$ 300 por mês para a Vivo porque eu uso muito o celular. Em novembro, eu fui viajar e meu telefone começou a apresentar uns problemas. Por duas semanas, as pessoas não me escutavam e eu tinha de gritar como uma louca. Só que eu uso muito o celular, então eu gritei muito, sabe? Mas mesmo assim as pessoas não me escutavam. Duas semanas depois, a Vivo me disse que o telefone tinha sido clonado. E não levou mais do que cinco minutos para consertar. Agora em janeiro, eu saí da área digital para analógica e, creio eu, o telefone foi novamente clonado. Faz duas semanas que ninguém me escuta e, eu já disse que uso MUITO o celular? Na semana passada, pedi uma verificação na minha linha e a Vivo ficou de estar me retornando a ligação ontem. Mas ninguém me ligou e ninguém me escuta no celular. Queria saber se o telefone este realmente clonado...

Atendente 1 – Qual é o nome da senhora?

Lelê: Leonor. Mas o titular da minha linha é meu irmão.

Atendente 1 – Você pode estar repetindo o seu problema?

(meia hora depois)

Atendente 1 – Vou estar te transferindo para o setor de clonagem, ok?

Lelê: Porra, e eu estava falando com quem?

Atendente 1 – Aqui é o setor de relacionamento.

Lelê: Aí é onde eu arrumo um marido?

(...)

Atendente 2 – Bom dia senhora, no que posso ser útil?

Lelê: *repete problema*

Atendente 2 – Está constando aqui, senhora, que não há nenhum clone na sua linha. Deve estar ocorrendo algum problema no seu aparelho.

Lelê: Não, fofa. Você não está entendendo. Não é o aparelho. O aparelho é ótimo e caro. E ele funciona bem quando a Vivo resolve trabalhar bem.

Atendente 2 – Senhora, vou estar pedindo mais uma semana para verificação da linha.

Lelê: Não! Quero ela funcionando HOJE.

Atendente 2 – Então a senhora deve estar indo até uma loja Vivo para saber se tem um problema com o seu aparelho.

Lelê: Querida, não tem problema no aparelho. Vou cancelar a linha. Me manda para o setor de cancelamento de linha.

Atendente 2 – Você deve estar ciente de que está cancelando a linha de livre e espontânea vontade.

Lelê: ...

9h30 da manhã

*cai a linha*

*Liga de novo*

*música da Vivo*

Gravação: Diga o que deseja

Lelê: CAN-CE-LA-MEN-TO DE LI-NHA!

Atendente 3 – Bom dia, senhora. No que posso estar ajudando.

Lelê: Quero cancelar a linha.

Atendente 3 – Por que, senhora?

Lelê: *repete problema*

Atendente 3 – Mas a senhora é muito importante para nós. Vou estar transferindo a sua ligação para o setor Fidelize.

Lelê: Eu só quero cancelar a linha...

*música de transferência*

Atendente 4 – Bom dia, senhora.

Lelê: bcuiedgt84rt82t8brjbv (grunhido)

Atendente 4 – No que posso ser útil?

Lelê: Quero cancelar a linha! Quero mudar pra TIM!

Atendente 4 – Mas nós temos ótimos aparelhos com descontos.

Lelê: QUERO CANCELAR A LINHA!!!! CANCELAR!!!!

Atendente 4 – Mas senhora...

Lelê: Enfia o aparelho no *&*%¨$%W$#%$¨&! Lá lá lá lá

Atendente 4 – Ok, vou estar te transferindo para o setor de cancelamento de linha.

*música irritante*

Atendente 5 – Bom dia, senhora. No que posso ser útil?

Lelê: Quero falar com um supervisor.

Atendente 5 – Mas aqui não é possível. Aqui é setor de fraudes.

Lelê: FRAUDE????????????????????????????????????????????????????????????? EU QUERO CANCELAR A PORRA DA PUTA QUE PARIU DA MINHA LINHA!!!!!

Atendente 5 – Vou estar te pedindo para ligar novamente porque o nosso sistema caiu e eu não vou estar conseguindo transferir para o setor de cancelamento.

Lelê: Vai se foder!

10h da manhã

*liga de novo*

*música irritante*

Gravação: Diga o que deseja

Lelê: Chorar...

Gravação: Caro cliente, para um melhor atendimento a Vivo precisa saber o que você deseja.

(ENTRA NO QUARTO CACHORRO MORDENDO FILHO / FILHO CHORANDO)

Lelê: SAIIIIIIIIII DAQUIIIIIIIIIIIIIIIIIIII. OS DOIS!! SAI DAQUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!

Gravação: Aguarde um minuto. Vamos estar transferindo a sua ligação para o setor responsável.

Atendente 6 – Bom dia, no que posso ajudar?

Lelê: Aí é do setor de crise familiar?

Atendente 6 – Aqui é do setor clones.

Lelê: Eu mereço... Eu mereço... QUERO CANCELAR A MINHA LINHA!!!!!

*transfere a ligação*

Atendente 7 – Bom dia, no que posso ajudar?

Lelê: Buáááááááááááááááá.

Atendente 7 – Senhora? Senhora?

Lelê: Eu quero a minha mãe!

(ENTRA MÃE NO QUARTO)

Mãe: Chamou filha?

Lelê: SAI DAQUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!

Atendente 7 – Senhora?

Lelê: Moça, eu só quero cancelar a minha linha... Chuif...Chuif...

Atendente 7 – Por que?

Lelê: Eu odeio a Vivo.

Atendente 7 – Senhora, só o titular da linha vai poder estar desligando a linha. É a senhora? Além disso, não faz um ano que a senhora tem esse aparelho. Isso vai gerar uma multa.

Lelê: P¨&¨&¨&% no seu C&¨*¨*%&%&. Vai pro inferno.

*liga pra TIM*

Gravação feliz: Seja bem-vindo a TIM. É um grande prazer falar com você.

Atendente 8-com-voz-de-nojenta – No que posso ajudar, senhora?

Lelê: Oi, querida. Vocês vivem me ligando pra eu mudar da Vivo pra TIM. Agora quero mudar.

Atendente 8 – Por que?

Lelê: hihihihihihihihiMMwwwwHAHAUAHYAHAHAUAHAUAHUAHAUAHUAHAUAHUAHAUA

hihihihihihihihiMMwwwwHAHAUAHYAHAHAUAHAUAHUAHAUAHUAHAUAHUAHAUA 

hihihihihihihihiMMwwwwHAHAUAHYAHAHAUAHAUAHUAHAUAHUAHAUAHUAHAUA 

hihihihihihihihiMMwwwwHAHAUAHYAHAHAUAHAUAHUAHAUAHUAHAUAHUAHAUA  

(risada de louca). Você está brincando né?

Atendente 8 – Senhora, precisamos saber para podermos estar enviando um representante TIM na sua casa.

Lelê: Ok, ok... *repete problema*

Atendente 8 – Então o titular da linha é o seu irmão?

Lelê: Sim!

Atendente 8 – Então é ele quem deve estar ligando para a TIM para solicitar a transferência de operadora.

Lelê: VAI PRA PUTA QUE PARIU, SUA BRUACA!

*enxuga as lágrimas*

*liga pra Vivo de novo*

Gravação: Diga o que deseja

Lelê: Pedir desculpas...

Então, às 11h30 da manhã, quando eu já estava quase fechando negócio com a 15ª atendente e comprando um novo aparelho caríssimo, mas com a mesma linha bichada, a bateria do meu telefone fixo acabou. Fui tomar um banho e vim trabalhar. Atrasada.

Posted by subversiva at 11:35 AM | 10 Comentário (s)

Sale - imagens

 Lá na Rosa Chá, um verdadeiro show de sensualidade dos meus amigos. Destaque especial para o físico dos dois.

A - Vestindo uma sunga imitando penas de galinha azul com anéis dourados que dão um toque sutil à peça, o rapaz T. demonstra conforto e intimidade. Punhos cerrados para mostrar virilidade. Campeã!

B - Infelizmente, a foto em baixa resolução não mostra a transparência e audácia desta sunga que pode ser considerada a sensação do verão. O anjinho e as flores dão um toque sutil ao membro do rapaz D.

C - Essa imitação de pele de cobra nos remete à uma floresta e a todos os selvagens que nela vivem. Quem usa, ganha o apelido de Crocodilo Dunde dos amigos, como o rapaz T. Atrás, a transparência revela sensualmente detalhes que geralmente passam despercebidos.

Posted by subversiva at 02:57 PM | 6 Comentário (s)

January 27th, 2006

Eu, eu, eu, o bandido se fodeu!

Só há uma pessoa mais fodida do que eu nesta vida: o ladrão do meu celular que achou que estava fazendo um excelente negócio quando o levou de minha bolsa, hoje pela manhã dentro do ônibus.

Posted by subversiva at 02:24 PM | 8 Comentário (s)

January 30th, 2006

Hoje, naquele jornal de esportes A Bola (que sai nas bancas toda segunda-feira) tem uma coluna dos Gaviões da Fiel. A idéia é que a coluna seja publicada toda semana e que todas as outras grandes torcidas organizadas de São Paulo (Mancha Verde, Jovem e Independente) também tenham o mesmo espaço, embora só os Gaviões da Fiel tenham entregado a coluna pronta nesta semana. A responsável pelos 1000 caracteres dos Gaviões sou eu em nome de toda a torcida. O espaço é pequeno, mas o estrago é grande.

Posted by subversiva at 10:29 AM | 7 Comentário (s)

...então, atendendo aos pedidos do meu amigo Adri, aí vai a coluninha de hoje do A Bola, publicada no Mesa Quadrada, no link http://www.mesaquadrada.com.br/content/view/79/35/.

Posted by subversiva at 04:13 PM | 2 Comentário (s)

January 31st, 2006

...

31/01/2006 - 10h41

Endividado, Corinthians compra jóia para Ricardo Teixeira

EDUARDO ARRUDA
RICARDO PERRONE
da Folha de S.Paulo

No mesmo mês em que pegou dinheiro emprestado num banco para não atrasar os salários dos jogadores, o Corinthians deu uma jóia de presente a Ricardo Teixeira, presidente da CBF.

O mimo foi dado no ano passado, em junho, mês de aniversário do cartola da confederação.

A Folha obteve um documento, chamado balancete de verificação, que lista gastos corintianos entre janeiro e setembro de 2005.

Lá está registrado que R$ 7.605 saíram dos cofres do clube para uma compra na joalheria Natan.

De acordo com o presidente corintiano, trata-se de um relógio dado a Teixeira como presente de aniversário. Em 2005, o dirigente da CBF ganhou uma festa da Federação Paulista num luxuoso restaurante paulistano.

Ao mesmo tempo em que fazia bonito diante dos amigos de Teixeira, o clube penava para não fazer feio com seus jogadores.

Usou com a MSI, sua parceira, uma conta do Bradesco na qual tem crédito de até R$ 2 milhões para honrar seus compromissos com os atletas. Teve de pagar juros pela operação.

No canto da folha em que a compra do presente está registrada, aparece a seguinte anotação, feita a caneta: "Presente para o presidente da FPF, conforme informação do 'controller'".

No clube, Marcos Fernandes, que controla as contas, é conhecido como "controller".

"Nunca ganhei relógio do Corinthians. Nem usar relógio eu uso, não gosto de coisas penduradas em mim", afirmou Marco Polo Del Nero, presidente da FPF.

Segundo ele, vários dirigentes de clubes paulistas foram ao jantar em homenagem a Teixeira e deram presentes ao aniversariante. "Também dei, com o meu dinheiro, mas não lembro o que foi", declarou Del Nero.

Por meio da assessoria de imprensa da CBF, Teixeira confirmou ter recebido um relógio do presidente corintiano. Declarou que a entrega foi feita em público, durante o jantar.

O gasto de mais de R$ 7.000 em uma joalheria chamou a atenção do Conselho Fiscal, que esmiuçou as contas corintianas e reprovou o balanço do ano passado.

"Perguntei ao Marcos o motivo para o clube comprar uma jóia. Ele disse apenas que era para dar de presente a um dirigente. Não falou mais nada", afirmou Cláudio Marcelo Vélez, presidente do Conselho Fiscal.

Ele declarou não saber se o presente foi dado para Teixeira. Afirmou também não ter como dizer se o clube foi reembolsado.

O conselheiro estranhou o gasto por causa das dificuldades financeiras enfrentadas pelo clube. O déficit em 2005 pode chegar a R$ 16 milhões, pelo balanço apresentado pela diretoria, do qual o Conselho Fiscal discorda. O órgão acredita num rombo maior.

A assessoria de imprensa da MSI afirmou que a empresa não se manifestará sobre o assunto. Porém a Folha apurou que a firma de Kia Joorabchian não sabia do gasto feito pelo parceiro para presentear Teixeira.

Segundo a joalheria Natan, existem dois modelos de relógio disponíveis na loja pela mesma faixa de preço. Um da marca Daniel Jean Richard (R$ 7,8 mil) e outro da Breitiling (R$ 7,5 mil).

Posted by subversiva at 11:14 AM | 2 Comentário (s)

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